Uma perícia contratada pela defesa de Daniel Vorcaro identificou alterações em arquivos do celular do ex-banqueiro após a apreensão do aparelho pela Polícia Federal (PF), em novembro de 2025. O laudo aponta que 657 arquivos foram modificados no dia da prisão e outros 436 foram criados. No entanto, o documento não identifica quem realizou as alterações nem confirma uma adulteração intencional.
Entre os arquivos modificados está o banco de dados do WhatsApp, que armazena conversas, chamadas e informações sobre mídias. O levantamento também registrou conexões USB, ativações da câmera frontal e alterações relacionadas a senhas durante o período em que o aparelho estava sob custódia da PF.
O perito responsável afirma que os registros disponíveis não permitem determinar se houve intervenção humana ou quais mudanças foram realizadas. A defesa também aponta falta de acesso aos dados originais da extração e questiona a documentação da cadeia de custódia.
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Ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro vota na Papuda
Com base no laudo, os advogados pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) acesso aos arquivos originais e voltaram a solicitar a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares.
Vorcaro está preso desde 4 de março, no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes envolvendo o Banco Master e o BRB.
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Entre os arquivos modificados está o banco de dados do WhatsApp, que armazena conversas, chamadas e informações sobre mídias. O levantamento também registrou conexões USB, ativações da câmera frontal e alterações relacionadas a senhas durante o período em que o aparelho estava sob custódia da PF.
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