Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

PF abre inquérito para investigar a Fictor, grupo envolvido na tentativa de compra do Banco Master

A Polícia Federal instaurou nesta quarta-feira (4/2) um inquérito para apurar suspeitas de crimes financeiros envolvendo o grupo Fictor, que nesta semana entrou com pedido de recuperação judicial. A investigação mira quatro possíveis delitos contra o sistema financeiro nacional, incluindo gestão fraudulenta, apropriação indébita financeira, emissão de títulos sem lastro e atuação como instituição financeira sem autorização legal.

Segundo a PF, o grupo já vinha sendo monitorado e, após a identificação de indícios de irregularidades, a abertura do inquérito foi formalizada. No último domingo (1º/2), a Fictor protocolou na Justiça de São Paulo um pedido de recuperação judicial, alegando dificuldades para reorganizar suas operações e honrar compromissos financeiros estimados em cerca de R$ 4 bilhões.

A apuração ocorre em meio à repercussão do envolvimento do grupo em negociações para a compra do Banco Master, anunciadas em novembro do ano passado. À época, Daniel Vorcaro, proprietário da instituição, afirmou que a venda estaria sendo articulada com a Fictor e investidores estrangeiros. Dias depois, o Banco Master foi liquidado pelo Banco Central, que apontou suspeitas de fraude e ausência de garantias suficientes nos produtos oferecidos ao mercado.


Leia mais

Caso Banco Master: Ex-presidente da Rioprevidência é preso em operação da PF

Banco Master tinha apenas R$ 4 milhões em caixa antes de liquidação, diz Banco Central


O Banco Central classificou o anúncio da negociação como uma tentativa de desviar a atenção da crise enfrentada pelo banco. Entre os argumentos apresentados pelo órgão regulador estão a suposta incapacidade financeira da Fictor para concretizar a compra, a falta de transparência sobre os investidores citados e a avaliação de que a proposta teria sido apresentada de forma improvisada, às vésperas de ações do BC e da Polícia Federal.

Em comunicado, o grupo Fictor afirmou que a liquidação do Banco Master impactou negativamente sua reputação e contribuiu para a crise de liquidez enfrentada pela empresa. Segundo a companhia, a sucessão de notícias desfavoráveis após o episódio afetou diretamente a confiança do mercado e a capacidade de captação do grupo.

As investigações seguem em andamento e devem apurar a extensão das responsabilidades e eventuais irregularidades praticadas pela Fictor no mercado financeiro.

*Com informações do G1

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A Polícia Federal instaurou nesta quarta-feira (4/2) um inquérito para apurar suspeitas de crimes financeiros envolvendo o grupo Fictor, que nesta semana entrou com pedido de recuperação judicial. A investigação mira quatro possíveis delitos contra o sistema financeiro nacional, incluindo gestão fraudulenta, apropriação indébita financeira, emissão de títulos sem lastro e atuação como instituição financeira sem autorização legal.

Segundo a PF, o grupo já vinha sendo monitorado e, após a identificação de indícios de irregularidades, a abertura do inquérito foi formalizada. No último domingo (1º/2), a Fictor protocolou na Justiça de São Paulo um pedido de recuperação judicial, alegando dificuldades para reorganizar suas operações e honrar compromissos financeiros estimados em cerca de R$ 4 bilhões.

A apuração ocorre em meio à repercussão do envolvimento do grupo em negociações para a compra do Banco Master, anunciadas em novembro do ano passado. À época, Daniel Vorcaro, proprietário da instituição, afirmou que a venda estaria sendo articulada com a Fictor e investidores estrangeiros. Dias depois, o Banco Master foi liquidado pelo Banco Central, que apontou suspeitas de fraude e ausência de garantias suficientes nos produtos oferecidos ao mercado.


Leia mais

Caso Banco Master: Ex-presidente da Rioprevidência é preso em operação da PF

Banco Master tinha apenas R$ 4 milhões em caixa antes de liquidação, diz Banco Central


O Banco Central classificou o anúncio da negociação como uma tentativa de desviar a atenção da crise enfrentada pelo banco. Entre os argumentos apresentados pelo órgão regulador estão a suposta incapacidade financeira da Fictor para concretizar a compra, a falta de transparência sobre os investidores citados e a avaliação de que a proposta teria sido apresentada de forma improvisada, às vésperas de ações do BC e da Polícia Federal.

Em comunicado, o grupo Fictor afirmou que a liquidação do Banco Master impactou negativamente sua reputação e contribuiu para a crise de liquidez enfrentada pela empresa. Segundo a companhia, a sucessão de notícias desfavoráveis após o episódio afetou diretamente a confiança do mercado e a capacidade de captação do grupo.

As investigações seguem em andamento e devem apurar a extensão das responsabilidades e eventuais irregularidades praticadas pela Fictor no mercado financeiro.

*Com informações do G1

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Microsoft lidera ranking das melhores empresas no Brasil

A revista Time divulgou a lista das 100 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. O levantamento considera avaliações de profissionais de diferentes setores,...

Após autorizar, Lula anuncia proibição das bets no Brasil

Depois de autorizar e regulamentar o funcionamento das apostas de quota fixa no país, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Governo endurece regras para bets após alerta sobre impactos na saúde e economia

O governo federal defende o endurecimento das regras aplicadas às chamadas bets, sustentando que o setor de apostas on-line traz impactos negativos à saúde...

Desenrola 3.0 mira R$ 150 bi em dívidas de brasileiros

O governo federal anunciou nesta sexta-feira (25) uma nova rodada do Desenrola, programa criado para facilitar a renegociação de dívidas de pessoas físicas. Batizada...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Fachin pede parecer da PGR sobre prisões e sigilo nos casos Master e INSS

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou nesta sexta-feira (25) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) analise pedidos relacionados às...

Ordem dos Advogados do Brasil aciona STF por taxa de cartório

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra uma regra do Tocantins que pode aumentar as taxas cobradas...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Microsoft lidera ranking das melhores empresas no Brasil

A revista Time divulgou a lista das 100 melhores empresas para se trabalhar no Brasil. O levantamento considera avaliações de profissionais de diferentes setores,...

Após autorizar, Lula anuncia proibição das bets no Brasil

Depois de autorizar e regulamentar o funcionamento das apostas de quota fixa no país, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)...

Governo endurece regras para bets após alerta sobre impactos na saúde e economia

O governo federal defende o endurecimento das regras aplicadas às chamadas bets, sustentando que o setor de apostas on-line traz impactos negativos à saúde...

Desenrola 3.0 mira R$ 150 bi em dívidas de brasileiros

O governo federal anunciou nesta sexta-feira (25) uma nova rodada do Desenrola, programa criado para facilitar a renegociação de dívidas de pessoas físicas. Batizada...

Fachin pede parecer da PGR sobre prisões e sigilo nos casos Master e INSS

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou nesta sexta-feira (25) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) analise pedidos relacionados às...

Ordem dos Advogados do Brasil aciona STF por taxa de cartório

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra uma regra do Tocantins que pode aumentar as taxas cobradas...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]