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Polícia Civil abre investigação sobre morte de veterinária atacada por cão do Senado

A Polícia Civil do Distrito Federal abriu um inquérito para investigar as circunstâncias da morte da veterinária Vitória Valle de Oliveira Pinha, de 36 anos, atacada por um cão do Senado Federal durante o trabalho, em Brasília. Nesta segunda-feira (24), a Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado pela 5ª Delegacia de Polícia como acidente de trabalho.

O ataque aconteceu em 18 de julho, quando Vitória foi alimentar o animal, um pastor-belga que fazia parte das atividades operacionais do Senado. A veterinária sofreu ferimentos graves, incluindo uma lesão na artéria do pescoço, fratura exposta e uma parada cardiorrespiratória.

Após o ataque, ela foi encontrada por um policial legislativo, que prestou os primeiros socorros e acionou o atendimento médico. Vitória foi encaminhada ao Hospital de Base de Brasília, passou por cirurgia e permaneceu internada em estado grave. A morte foi confirmada no sábado (22).

O velório ocorreu no domingo (23), no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, com a presença de familiares e amigos.

Investigação busca esclarecer circunstâncias do ataque

A investigação deverá apurar como ocorreu o ataque e as circunstâncias relacionadas ao trabalho realizado pela veterinária no momento do incidente. O caso será encaminhado ao Ministério Público após a conclusão do inquérito, conforme informou o Senado Federal.

A corporação ainda deverá reunir informações sobre o atendimento prestado à vítima, as condições em que o animal era mantido e os procedimentos adotados para a alimentação e manejo do cão.

Vitória fazia parte de uma família de veterinários. Antes de ser contratada por uma empresa terceirizada que prestava serviços ao Senado, ela havia estagiado na instituição entre 2022 e 2024.


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O que vai acontecer com o cão?

O destino do pastor-belga ainda não foi definido. Após o ataque, o animal foi retirado das atividades operacionais do Senado e permanece sob acompanhamento. Segundo a instituição, ele passou por exames clínicos e avaliações específicas, cujos resultados ainda são aguardados.

A depender das conclusões das avaliações e da investigação, novas decisões poderão ser tomadas sobre a permanência ou não do animal nas atividades da instituição.

Em nota, o Senado afirmou que, neste momento, não há definição sobre o destino do cão. A instituição também informou que acompanha o caso desde o início e que adotou providências para esclarecer o ocorrido.

Família e amigos lamentam morte

Durante o velório, familiares e amigos destacaram a relação que Vitória tinha com os animais e lembraram que ela era próxima do cão envolvido no ataque.

“Ela tirava foto com o cachorro, era amiga do cachorro”, afirmou a amiga Cleide Faria.

A morte da veterinária encerra uma trajetória profissional iniciada ainda durante a formação em biologia e posteriormente em medicina veterinária. O caso agora segue sob investigação policial, enquanto o cão permanece afastado das atividades operacionais e aguarda a conclusão das avaliações que poderão ajudar a definir seu destino.

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A Polícia Civil do Distrito Federal abriu um inquérito para investigar as circunstâncias da morte da veterinária Vitória Valle de Oliveira Pinha, de 36 anos, atacada por um cão do Senado Federal durante o trabalho, em Brasília. Nesta segunda-feira (24), a Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado pela 5ª Delegacia de Polícia como acidente de trabalho.

O ataque aconteceu em 18 de julho, quando Vitória foi alimentar o animal, um pastor-belga que fazia parte das atividades operacionais do Senado. A veterinária sofreu ferimentos graves, incluindo uma lesão na artéria do pescoço, fratura exposta e uma parada cardiorrespiratória.

Após o ataque, ela foi encontrada por um policial legislativo, que prestou os primeiros socorros e acionou o atendimento médico. Vitória foi encaminhada ao Hospital de Base de Brasília, passou por cirurgia e permaneceu internada em estado grave. A morte foi confirmada no sábado (22).

O velório ocorreu no domingo (23), no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, com a presença de familiares e amigos.

Investigação busca esclarecer circunstâncias do ataque

A investigação deverá apurar como ocorreu o ataque e as circunstâncias relacionadas ao trabalho realizado pela veterinária no momento do incidente. O caso será encaminhado ao Ministério Público após a conclusão do inquérito, conforme informou o Senado Federal.

A corporação ainda deverá reunir informações sobre o atendimento prestado à vítima, as condições em que o animal era mantido e os procedimentos adotados para a alimentação e manejo do cão.

Vitória fazia parte de uma família de veterinários. Antes de ser contratada por uma empresa terceirizada que prestava serviços ao Senado, ela havia estagiado na instituição entre 2022 e 2024.


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A depender das conclusões das avaliações e da investigação, novas decisões poderão ser tomadas sobre a permanência ou não do animal nas atividades da instituição.

Em nota, o Senado afirmou que, neste momento, não há definição sobre o destino do cão. A instituição também informou que acompanha o caso desde o início e que adotou providências para esclarecer o ocorrido.

Família e amigos lamentam morte

Durante o velório, familiares e amigos destacaram a relação que Vitória tinha com os animais e lembraram que ela era próxima do cão envolvido no ataque.

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