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Remédio de dose única para tratar malária está disponível no SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a disponibilizar o succinato de tafenoquina para o tratamento da malária na rede pública. O medicamento se diferencia dos esquemas tradicionais, que exigem administração diária de remédios por 7 a 14 dias, por ser aplicado em dose única.

A malária é uma doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito do gênero Anopheles. No Brasil, a espécie mais comum do parasita é o Plasmodium vivax, que pode permanecer em forma latente no fígado do paciente, conhecida como hipnozoíto. Após semanas ou meses, esse parasita pode voltar a se multiplicar no sangue, causando recaídas da doença.

Administrada em conjunto com a cloroquina, a tafenoquina atua sobre essa forma latente do parasita no fígado, o que reduz as chances de recaída. Por ser administrada em dose única, sob prescrição e supervisão médica, o tratamento também elimina o risco de interrupção precoce, comum nos esquemas de múltiplos dias quando o paciente sente melhora dos sintomas antes do fim do tratamento.

Quem pode utilizar o medicamento?

O uso é indicado para adultos e adolescentes a partir de 16 anos, respeitado o peso adequado. Conforme diretrizes e critérios clínicos do Ministério da Saúde, o uso vem sendo expandido para faixas etárias pediátricas específicas.

A indicação do medicamento exige a realização prévia de um teste rápido de sangue, o teste de G6PD (Glicose-6-Fosfato Desidrogenase), que verifica se o organismo do paciente possui a enzima necessária para metabolizar o remédio com segurança.


Leia mais

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Distribuição pelo SUS

A tafenoquina é distribuída de forma gratuita na rede pública, incluindo municípios da Região Amazônica, área historicamente mais afetada pela doença no país. A incorporação do medicamento se insere no esforço de tornar o tratamento da malária mais curto e acessível, com vistas à eliminação da transmissão da doença.

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O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a disponibilizar o succinato de tafenoquina para o tratamento da malária na rede pública. O medicamento se diferencia dos esquemas tradicionais, que exigem administração diária de remédios por 7 a 14 dias, por ser aplicado em dose única.

A malária é uma doença infecciosa transmitida pela picada do mosquito do gênero Anopheles. No Brasil, a espécie mais comum do parasita é o Plasmodium vivax, que pode permanecer em forma latente no fígado do paciente, conhecida como hipnozoíto. Após semanas ou meses, esse parasita pode voltar a se multiplicar no sangue, causando recaídas da doença.

Administrada em conjunto com a cloroquina, a tafenoquina atua sobre essa forma latente do parasita no fígado, o que reduz as chances de recaída. Por ser administrada em dose única, sob prescrição e supervisão médica, o tratamento também elimina o risco de interrupção precoce, comum nos esquemas de múltiplos dias quando o paciente sente melhora dos sintomas antes do fim do tratamento.

Quem pode utilizar o medicamento?

O uso é indicado para adultos e adolescentes a partir de 16 anos, respeitado o peso adequado. Conforme diretrizes e critérios clínicos do Ministério da Saúde, o uso vem sendo expandido para faixas etárias pediátricas específicas.

A indicação do medicamento exige a realização prévia de um teste rápido de sangue, o teste de G6PD (Glicose-6-Fosfato Desidrogenase), que verifica se o organismo do paciente possui a enzima necessária para metabolizar o remédio com segurança.


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