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Casos de malária caem 50% na Terra Indígena Yanomami

A saúde na Terra Indígena Yanomami apresentou avanços nos últimos três anos, com aumento da vacinação, ampliação do atendimento médico e redução dos casos de malária, é o que aponta os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, nesta segunda-feira (24/08). Apesar da melhora, a doença ainda representa um desafio. No primeiro semestre de 2026, foram registrados 6,8 mil casos de malária no território.

Segundo o levantamento, o número representa uma queda de 50,6% em relação ao mesmo período de 2023. Ao mesmo tempo, a quantidade de exames realizados aumentou. Foram 145 mil testes nos seis primeiros meses deste ano, 85,4% a mais do que em 2023.

Mesmo com os casos registrados, não houve morte por malária no primeiro semestre de 2026. As equipes de saúde ampliaram ações de busca ativa, testagem, diagnóstico e tratamento nas comunidades.


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Outro avanço ocorreu na vacinação. No primeiro trimestre, foram aplicadas 20.267 doses, contra 11.273 no mesmo período de 2023, aumento de 79,8%. Entre crianças menores de um ano, a cobertura completa passou de 28% para 57,6%.

O acompanhamento nutricional também alcançou 84% das crianças. Segundo o Ministério da Saúde, as ações incluem ainda segurança alimentar, acesso à água e recuperação da produção tradicional das comunidades.

Estrutura de saúde foi ampliada

Ainda conforme os dados divulgados pela pasta, o número de profissionais que atuam no território também aumentou. Eram 690 em 2023 e mais de 2,1 mil em 2025.

Atualmente, os 37 polos-base e as 40 Unidades Básicas de Saúde estão em funcionamento. A estrutura conta ainda com o Centro de Referência de Surucucu, voltado para casos mais graves e estabilização de pacientes antes de possíveis transferências.

Entre as medidas de combate à malária está o uso da tafenoquina, em casos indicados de malária causada pelo Plasmodium vivax. Até agora, 1.515 pessoas receberam o medicamento no território.

 

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A saúde na Terra Indígena Yanomami apresentou avanços nos últimos três anos, com aumento da vacinação, ampliação do atendimento médico e redução dos casos de malária, é o que aponta os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, nesta segunda-feira (24/08). Apesar da melhora, a doença ainda representa um desafio. No primeiro semestre de 2026, foram registrados 6,8 mil casos de malária no território.

Segundo o levantamento, o número representa uma queda de 50,6% em relação ao mesmo período de 2023. Ao mesmo tempo, a quantidade de exames realizados aumentou. Foram 145 mil testes nos seis primeiros meses deste ano, 85,4% a mais do que em 2023.

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