O Telegram removeu 18 grupos e canais que comercializavam comprovantes e passaportes de vacinação falsificados após ser notificado pela Advocacia-Geral da União (AGU). Os espaços foram identificados pelo Ministério da Saúde, que reuniu as informações em um relatório encaminhado ao órgão.
Segundo o governo, os responsáveis também anunciavam a possibilidade de inserir registros adulterados nos sistemas oficiais de informação do Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com o Ministério da Saúde, a circulação de pessoas não vacinadas com documentos falsos prejudica o controle de doenças e pode gerar uma percepção equivocada sobre a cobertura vacinal, dificultando a identificação de populações mais vulneráveis.
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Informações encaminhadas à Polícia Federal
A AGU também enviou as evidências reunidas pelo Ministério da Saúde à Polícia Federal (PF), para apuração de possíveis crimes. Além dos grupos e canais, o Telegram excluiu a conta de um usuário identificado na apuração.
Segundo a AGU, a comercialização e a divulgação dos documentos falsificados violavam os próprios termos de uso do aplicativo, que proíbem conteúdos ilegais e preveem a remoção de publicações e o bloqueio de contas.
A ação integra as medidas do Ministério da Saúde para combater a desinformação e proteger a integridade das informações sobre vacinação no país.
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O Telegram removeu 18 grupos e canais que comercializavam comprovantes e passaportes de vacinação falsificados após ser notificado pela Advocacia-Geral da União (AGU). Os espaços foram identificados pelo Ministério da Saúde, que reuniu as informações em um relatório encaminhado ao órgão.
Segundo o governo, os responsáveis também anunciavam a possibilidade de inserir registros adulterados nos sistemas oficiais de informação do Sistema Único de Saúde (SUS).
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