Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Uber demite mais de 3 mil funcionários em maior corte desde a pandemia

A Uber anunciou nesta quarta-feira (2) a demissão de cerca de 3,3 mil funcionários, o equivalente a aproximadamente 10% de seu quadro de pessoal. É o maior corte promovido pela empresa desde o início da pandemia de Covid-19, e ocorre em meio aos desafios impostos pelo avanço dos robotáxis e pela crescente concorrência no setor de transporte por aplicativo.

Segundo o presidente-executivo da Uber, Dara Khosrowshahi, a reestruturação tem como objetivo reduzir os níveis hierárquicos da companhia e tornar a organização mais ágil. A empresa pretende diminuir a complexidade criada durante um período de forte expansão, que, segundo o executivo, passou a dificultar a tomada de decisões.

“Uma organização mais enxuta significará responsabilidades mais claras, decisões mais rápidas e mais tempo dedicado à construção em vez da coordenação”, afirmou Khosrowshahi em comunicado aos funcionários.

O executivo também disse que a mudança deverá gerar economias a serem reinvestidas em crescimento, inovação e nas competências consideradas estratégicas para os próximos anos.

Pressão dos carros autônomos

A expansão dos robotáxis é um dos principais desafios para a Uber, que enfrenta o avanço de companhias como Waymo e Tesla, ambas ampliando os investimentos em veículos autônomos.


Leia mais

Uber Mulher passa a funcionar em todo o Brasil; veja como usar

MPF arquiva denúncia contra Bolsonaro por supostos crimes na pandemia


A Waymo, considerada a maior operadora de robotáxis dos Estados Unidos, utiliza o aplicativo da Uber para operar veículos em Austin e Atlanta, mas também vem expandindo suas operações para outros mercados sem depender da plataforma. Esse crescimento dos carros sem motorista gera preocupação porque pode reduzir a importância da Uber como intermediária entre passageiros e motoristas.

Para tentar manter espaço nesse mercado, a Uber planeja investir mais de US$ 10 bilhões em robotáxis nos próximos anos. A estratégia inclui apoiar empresas que desenvolvem sistemas de direção autônoma e posicionar a Uber como plataforma de referência para viagens realizadas por veículos sem motorista.

Mudanças na estrutura da empresa

Como parte da reestruturação, a Uber pretende reduzir em 20% o número de funcionários que estão sete ou mais níveis hierárquicos abaixo do CEO, além de cortar pela metade o número de equipes com apenas um ou dois subordinados diretos.

Algumas equipes serão integradas, enquanto uma parcela maior dos funcionários deverá ser concentrada em centros estratégicos. A empresa também pretende limitar o trabalho totalmente remoto a cerca de 1% dos funcionários, mantendo a política atual de três dias presenciais por semana nos escritórios.

Maior corte desde 2020

As demissões anunciadas nesta quarta-feira são as maiores realizadas pela Uber desde maio de 2020, quando, durante a pandemia, a queda na demanda por viagens levou a empresa a eliminar 6,7 mil postos de trabalho, cerca de um quarto de sua força de trabalho na época.

A Uber encerrou o ano passado com cerca de 34 mil funcionários em todo o mundo, segundo seu relatório anual.

As ações da Uber acumulam queda de quase 8% neste ano e tiveram desempenho inferior ao índice S&P 500 e à concorrente Lyft, em um cenário de preocupação dos investidores com o aumento da competição.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A Uber anunciou nesta quarta-feira (2) a demissão de cerca de 3,3 mil funcionários, o equivalente a aproximadamente 10% de seu quadro de pessoal. É o maior corte promovido pela empresa desde o início da pandemia de Covid-19, e ocorre em meio aos desafios impostos pelo avanço dos robotáxis e pela crescente concorrência no setor de transporte por aplicativo.

Segundo o presidente-executivo da Uber, Dara Khosrowshahi, a reestruturação tem como objetivo reduzir os níveis hierárquicos da companhia e tornar a organização mais ágil. A empresa pretende diminuir a complexidade criada durante um período de forte expansão, que, segundo o executivo, passou a dificultar a tomada de decisões.

“Uma organização mais enxuta significará responsabilidades mais claras, decisões mais rápidas e mais tempo dedicado à construção em vez da coordenação”, afirmou Khosrowshahi em comunicado aos funcionários.

O executivo também disse que a mudança deverá gerar economias a serem reinvestidas em crescimento, inovação e nas competências consideradas estratégicas para os próximos anos.

Pressão dos carros autônomos

A expansão dos robotáxis é um dos principais desafios para a Uber, que enfrenta o avanço de companhias como Waymo e Tesla, ambas ampliando os investimentos em veículos autônomos.


Leia mais

Uber Mulher passa a funcionar em todo o Brasil; veja como usar

MPF arquiva denúncia contra Bolsonaro por supostos crimes na pandemia


A Waymo, considerada a maior operadora de robotáxis dos Estados Unidos, utiliza o aplicativo da Uber para operar veículos em Austin e Atlanta, mas também vem expandindo suas operações para outros mercados sem depender da plataforma. Esse crescimento dos carros sem motorista gera preocupação porque pode reduzir a importância da Uber como intermediária entre passageiros e motoristas.

Para tentar manter espaço nesse mercado, a Uber planeja investir mais de US$ 10 bilhões em robotáxis nos próximos anos. A estratégia inclui apoiar empresas que desenvolvem sistemas de direção autônoma e posicionar a Uber como plataforma de referência para viagens realizadas por veículos sem motorista.

Mudanças na estrutura da empresa

Como parte da reestruturação, a Uber pretende reduzir em 20% o número de funcionários que estão sete ou mais níveis hierárquicos abaixo do CEO, além de cortar pela metade o número de equipes com apenas um ou dois subordinados diretos.

Algumas equipes serão integradas, enquanto uma parcela maior dos funcionários deverá ser concentrada em centros estratégicos. A empresa também pretende limitar o trabalho totalmente remoto a cerca de 1% dos funcionários, mantendo a política atual de três dias presenciais por semana nos escritórios.

Maior corte desde 2020

As demissões anunciadas nesta quarta-feira são as maiores realizadas pela Uber desde maio de 2020, quando, durante a pandemia, a queda na demanda por viagens levou a empresa a eliminar 6,7 mil postos de trabalho, cerca de um quarto de sua força de trabalho na época.

A Uber encerrou o ano passado com cerca de 34 mil funcionários em todo o mundo, segundo seu relatório anual.

As ações da Uber acumulam queda de quase 8% neste ano e tiveram desempenho inferior ao índice S&P 500 e à concorrente Lyft, em um cenário de preocupação dos investidores com o aumento da competição.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Estudantes afetados por questões climáticas terão nova chance no Enem em dezembro

Estudantes que não conseguiram comparecer às provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste domingo (8/11) devido a questões climáticas terão uma nova...

Redação do Enem 2026 aborda valorização do SUS como direito universal

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 foi “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal”....
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Super El Niño pode influenciar avanço da dengue no Brasil em 2027, apontam pesquisadores

A possibilidade de um super El Niño no verão de 2027 acende um alerta para a próxima temporada de dengue no Brasil, é que...

Enem 2026: veja o que pode e o que é proibido levar para as provas

Com a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, os candidatos devem ficar atentos às regras para evitar imprevistos e até mesmo...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Defesa Civil explica orientação para kit de emergência de 72 horas

A Defesa Civil Nacional recomenda que as famílias mantenham um kit de emergência com suprimentos suficientes para até 72 horas. A medida, divulgada neste...

Gilmar Mendes homenageia Cristiano Ronaldo: “Obrigado, CR7”

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes publicou, neste sábado (7/11), uma homenagem ao jogador Cristiano Ronaldo, que anunciou, na última quinta-feira...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Estudantes afetados por questões climáticas terão nova chance no Enem em dezembro

Estudantes que não conseguiram comparecer às provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste domingo (8/11) devido a questões climáticas terão uma nova...

Redação do Enem 2026 aborda valorização do SUS como direito universal

O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 foi “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal”....

Super El Niño pode influenciar avanço da dengue no Brasil em 2027, apontam pesquisadores

A possibilidade de um super El Niño no verão de 2027 acende um alerta para a próxima temporada de dengue no Brasil, é que...

Enem 2026: veja o que pode e o que é proibido levar para as provas

Com a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, os candidatos devem ficar atentos às regras para evitar imprevistos e até mesmo...

Defesa Civil explica orientação para kit de emergência de 72 horas

A Defesa Civil Nacional recomenda que as famílias mantenham um kit de emergência com suprimentos suficientes para até 72 horas. A medida, divulgada neste...

Gilmar Mendes homenageia Cristiano Ronaldo: “Obrigado, CR7”

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes publicou, neste sábado (7/11), uma homenagem ao jogador Cristiano Ronaldo, que anunciou, na última quinta-feira...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]