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Chuvas disparam preço do feijão e pressionam cesta básica em Manaus

O excesso de chuvas nas principais regiões produtoras do país já impacta diretamente o bolso dos consumidores. Em Manaus, o custo da cesta básica subiu 7,42%, uma das maiores altas entre as capitais brasileiras, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O aumento foi puxado principalmente por itens essenciais como feijão, batata, tomate, carne bovina e leite. No caso do feijão, a alta foi registrada em todas as capitais, reflexo direto da redução da oferta causada pelo período chuvoso, que dificulta a colheita, reduz áreas plantadas e afeta a produtividade.

De acordo com o estudo, o feijão carioca chegou a registrar aumentos de até 21,48% em algumas cidades. Já o feijão preto também subiu, embora com menor intensidade. A tendência, segundo especialistas, é de possível inversão de preços ao longo de 2026, com o feijão preto podendo ficar mais caro que o carioca.

Além das chuvas, fatores como atraso no plantio, menor área cultivada e perdas na produção em estados como Paraná e Bahia agravaram o cenário. “Muitos produtores colheram bem menos do que o esperado por causa do clima”, explica o Instituto Brasileiro do Feijão (Ibrafe).


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Custo de vida

Mesmo com a alta dos alimentos, o salário mínimo atual de R$ 1.621 ainda não acompanha o custo de vida. Em março de 2026, um trabalhador precisou comprometer, em média, 48,12% da renda líquida para comprar a cesta básica nas 27 capitais. O tempo médio de trabalho necessário chegou a quase 98 horas mensais.

Em Manaus, o impacto é ainda mais sentido devido à logística e dependência de abastecimento externo. Enquanto isso, o Dieese estima que o salário mínimo ideal para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.425,99, mais de quatro vezes o valor atual.

Apesar da pressão nos preços, a Conab projeta produção superior a 3 milhões de toneladas de feijão no país, com leve crescimento. Ainda assim, incertezas climáticas e custos de produção mantêm o cenário de alerta para os próximos meses.

Com informações da Agência Brasil.

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O excesso de chuvas nas principais regiões produtoras do país já impacta diretamente o bolso dos consumidores. Em Manaus, o custo da cesta básica subiu 7,42%, uma das maiores altas entre as capitais brasileiras, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O aumento foi puxado principalmente por itens essenciais como feijão, batata, tomate, carne bovina e leite. No caso do feijão, a alta foi registrada em todas as capitais, reflexo direto da redução da oferta causada pelo período chuvoso, que dificulta a colheita, reduz áreas plantadas e afeta a produtividade.

De acordo com o estudo, o feijão carioca chegou a registrar aumentos de até 21,48% em algumas cidades. Já o feijão preto também subiu, embora com menor intensidade. A tendência, segundo especialistas, é de possível inversão de preços ao longo de 2026, com o feijão preto podendo ficar mais caro que o carioca.

Além das chuvas, fatores como atraso no plantio, menor área cultivada e perdas na produção em estados como Paraná e Bahia agravaram o cenário. “Muitos produtores colheram bem menos do que o esperado por causa do clima”, explica o Instituto Brasileiro do Feijão (Ibrafe).


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Em Manaus, o impacto é ainda mais sentido devido à logística e dependência de abastecimento externo. Enquanto isso, o Dieese estima que o salário mínimo ideal para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.425,99, mais de quatro vezes o valor atual.

Apesar da pressão nos preços, a Conab projeta produção superior a 3 milhões de toneladas de feijão no país, com leve crescimento. Ainda assim, incertezas climáticas e custos de produção mantêm o cenário de alerta para os próximos meses.

Com informações da Agência Brasil.

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