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PF bloqueia R$ 24 milhões e investiga deputado federal por desvio de recursos públicos

A nova fase da operação Overclean foi deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira (13/01) com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal. Conforme as investigações, o deputado federal Félix Mendonça Jr. (PDT) teria participação direta nas irregularidades apuradas, atuando de forma estruturada no direcionamento de emendas parlamentares.

De acordo com informações obtidas pela investigação, o parlamentar utilizava o então secretário parlamentar, Marcelo Chaves, como principal intermediário do esquema. Chaves, que já havia sido alvo da quarta fase da operação, seria responsável por negociar a destinação das emendas a municípios da Bahia, além de cobrar valores ilícitos de prefeitos beneficiados pelos repasses.

Ainda segundo os investigadores, os pagamentos ilegais eram operacionalizados por meio de repasses disfarçados, com o objetivo de ocultar a origem dos recursos. Em troca, ao menos três municípios baianos teriam sido contemplados com emendas parlamentares direcionadas de forma irregular. O deputado, conforme a apuração, teria recebido vantagens indevidas tanto de maneira direta quanto indireta.

A ação foi autorizada pelo ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão determinou o cumprimento de nove mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de aproximadamente R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas.

Segundo a Polícia Federal, o bloqueio tem como finalidade impedir a continuidade da movimentação de recursos de origem criminosa e garantir a preservação do patrimônio para eventual ressarcimento aos cofres públicos. As ordens judiciais estão sendo cumpridas em endereços localizados na Bahia e no Distrito Federal.


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A última fase da operação Overclean ocorreu em outubro do ano passado. Na ocasião, a PF cumpriu cinco mandados de busca e apreensão e determinou o sequestro de valores considerados ilícitos em quatro estados. Entre os alvos estavam o secretário nacional do Podemos, Luiz França, além de ex-secretários de Educação e Planejamento do Tocantins.

Procurados, o gabinete do deputado Félix Mendonça Jr. e o Partido Democrático Trabalhista (PDT) ainda não se manifestaram sobre a operação. O espaço segue aberto para posicionamento.

 

(*) Com informações da CNN

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A nova fase da operação Overclean foi deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira (13/01) com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal. Conforme as investigações, o deputado federal Félix Mendonça Jr. (PDT) teria participação direta nas irregularidades apuradas, atuando de forma estruturada no direcionamento de emendas parlamentares.

De acordo com informações obtidas pela investigação, o parlamentar utilizava o então secretário parlamentar, Marcelo Chaves, como principal intermediário do esquema. Chaves, que já havia sido alvo da quarta fase da operação, seria responsável por negociar a destinação das emendas a municípios da Bahia, além de cobrar valores ilícitos de prefeitos beneficiados pelos repasses.

Ainda segundo os investigadores, os pagamentos ilegais eram operacionalizados por meio de repasses disfarçados, com o objetivo de ocultar a origem dos recursos. Em troca, ao menos três municípios baianos teriam sido contemplados com emendas parlamentares direcionadas de forma irregular. O deputado, conforme a apuração, teria recebido vantagens indevidas tanto de maneira direta quanto indireta.

A ação foi autorizada pelo ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão determinou o cumprimento de nove mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de aproximadamente R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas.

Segundo a Polícia Federal, o bloqueio tem como finalidade impedir a continuidade da movimentação de recursos de origem criminosa e garantir a preservação do patrimônio para eventual ressarcimento aos cofres públicos. As ordens judiciais estão sendo cumpridas em endereços localizados na Bahia e no Distrito Federal.


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(*) Com informações da CNN

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