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Amazonas: Fundações e ONGs empregam 8,2 mil pessoas, diz IBGE

A pesquisa Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos (FASFIL), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que no Amazonas existiam 8.235 mil pessoas jurídicas deste tipo em 2023, que empregavam 24.085 mil pessoas assalariadas, sendo quase a metade – 11.477 – profissionais de nível superior de ensino.

Os salários médios mensais pagos em Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos no Amazonas eram de R$ 3.624,46 e somaram, em 2023, R$ 2,8 milhões. Do total de unidades locais, 6.321 unidades estavam em Manaus, outras 498 em Manacapuru e 472 em Itacoatiara. Os municípios com menor número eram Itamarati (27 unidades), Ipixuna e Juruá (35 unidades cada um) e Tapauá (37 unidades).

Com as 8.235 unidades registradas em 2023, o Amazonas ficou na décima nona posição entre as 27 Unidades da Federação (UFs). A maior quantidade de unidades locais de entidades sem fins lucrativos foi identificada em São Paulo (128.161 unidades), em Minas Gerais (66.491 unidades) e no Rio de Janeiro (49.163 unidades). As UFs com os menores quantitativos, no mesmo ano, eram Roraima (1.297 unidades), Amapá (1.924 unidades) e Acre (2.331 unidades).


Saiba mais:

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Geração de empregos nas FASFIL

Conforme o estudo do IBGE, o Amazonas tinha 22.654 mil pessoas ocupadas assalariadas nas FASFIL, o que representava 0,9% do total do pessoal ocupado assalariado em todo o País (2,7 milhões de pessoas).

Os municípios amazonenses com maior quantidade de pessoas assalariadas ocupadas em entidades sem fins lucrativos eram Manaus (22.654 pessoas), Parintins (334 pessoas) e Tefé (221 pessoas). Já os com menor quantidade de pessoas ocupadas, nas fundações e associações sem fins lucrativos, eram Eirunepé (1 pessoa), Itapiranga (1 pessoa), Juruá (1 pessoa), Santa Isabel do Rio Negro (1 pessoa), Tapauá (1 pessoa).

Entre as 8.235 FASFIL do Amazonas, as mais numerosas, no estado, eram religiosas (3.002); seguidas daquelas que atuavam no desenvolvimento e defesa dos direitos (1.274) e das associações patronais, profissionais e de produtores rurais (1.184). As FASFIL em menor quantidade eram hospitais (08); fundações e associações de educação profissional; e fundações e associações sem fins lucrativos que trabalhavam com educação infantil.

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A pesquisa Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos (FASFIL), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que no Amazonas existiam 8.235 mil pessoas jurídicas deste tipo em 2023, que empregavam 24.085 mil pessoas assalariadas, sendo quase a metade – 11.477 – profissionais de nível superior de ensino.

Os salários médios mensais pagos em Fundações Privadas e Associações sem Fins Lucrativos no Amazonas eram de R$ 3.624,46 e somaram, em 2023, R$ 2,8 milhões. Do total de unidades locais, 6.321 unidades estavam em Manaus, outras 498 em Manacapuru e 472 em Itacoatiara. Os municípios com menor número eram Itamarati (27 unidades), Ipixuna e Juruá (35 unidades cada um) e Tapauá (37 unidades).

Com as 8.235 unidades registradas em 2023, o Amazonas ficou na décima nona posição entre as 27 Unidades da Federação (UFs). A maior quantidade de unidades locais de entidades sem fins lucrativos foi identificada em São Paulo (128.161 unidades), em Minas Gerais (66.491 unidades) e no Rio de Janeiro (49.163 unidades). As UFs com os menores quantitativos, no mesmo ano, eram Roraima (1.297 unidades), Amapá (1.924 unidades) e Acre (2.331 unidades).


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Entre as 8.235 FASFIL do Amazonas, as mais numerosas, no estado, eram religiosas (3.002); seguidas daquelas que atuavam no desenvolvimento e defesa dos direitos (1.274) e das associações patronais, profissionais e de produtores rurais (1.184). As FASFIL em menor quantidade eram hospitais (08); fundações e associações de educação profissional; e fundações e associações sem fins lucrativos que trabalhavam com educação infantil.

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