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Banco da Amazônia lança duas unidades para concessão de microcrédito em Manaus

O presidente do Banco da Amazônia (Basa), Luiz Lessa, inaugura, na manhã dessa segunda-feira (27), duas novas unidades de microfinanças em Manaus, elevando para três na capital amazonense e para seis em todo o  Amazonas o número destes estabelecimentos especializados na concessão de crédito para microempreendedores.

A iniciativa faz parte do programa Basa Acredita, que é voltado à oferta de microcrédito produtivo orientado na região da Amazônia Legal. O objetivo é fortalecer pequenos negócios, formais e informais, com linhas de financiamento que estimulem a geração de renda e o desenvolvimento local, especialmente entre empreendedores de baixa renda.

O programa é destinado a microempreendedores urbanos e rurais, incluindo agricultores familiares, artesãos, prestadores de serviços e comerciantes informais. Também há uma linha específica para mulheres, o Basa Acredita Pra Elas, que busca incentivar o protagonismo feminino no empreendedorismo regional. Parte das operações prioriza pessoas inscritas no CadÚnico, integrando o esforço federal de inclusão produtiva e social.

As novas unidades de Manaus estão localizadas na avenida Boulevard Álvaro Maia, no bairro Praça 14, Zona Sul, e outra na avenida Brasil, bairro da Compensa, Zona Oeste. Elas se juntarão a unidade existente na rua Dalmir Câmara, Cidade Nova. No interior, existem unidades em Itacoatiara, Manacapuru, ambas na Região Metropolitana de Manaus, e outra em Humaitá, na Região do Rio Madeira


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Financiamento de R$ 300 a R$ 6 mil

Os valores de crédito disponíveis para microempreendedores variam conforme o perfil e o histórico do tomador. Na primeira operação, é possível obter financiamentos entre R$ 300 e R$ 6 mil; em operações subsequentes, o limite pode chegar a R$ 21 mil. Os recursos podem ser usados para capital de giro, compra de equipamentos, insumos, reformas ou ampliação do negócio.

As condições de pagamento incluem prazos de até 12 meses para capital de giro e 24 meses para investimento, com carência de dois meses em algumas modalidades. As taxas de juros giram em torno de 2,7% ao mês, com taxa de abertura de crédito de cerca de 3% sobre o valor contratado.

De acordo com Luiz Lessa, o Basa Acredita já movimentou mais de R$ 1,8 bilhão desde sua criação, beneficiando mais de 600 mil empreendedores na região. Além das agências físicas, parte das solicitações pode ser feita por meio digital, com apoio de parceiros como cooperativas de microfinanças e instituições comunitárias.

 

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O presidente do Banco da Amazônia (Basa), Luiz Lessa, inaugura, na manhã dessa segunda-feira (27), duas novas unidades de microfinanças em Manaus, elevando para três na capital amazonense e para seis em todo o  Amazonas o número destes estabelecimentos especializados na concessão de crédito para microempreendedores.

A iniciativa faz parte do programa Basa Acredita, que é voltado à oferta de microcrédito produtivo orientado na região da Amazônia Legal. O objetivo é fortalecer pequenos negócios, formais e informais, com linhas de financiamento que estimulem a geração de renda e o desenvolvimento local, especialmente entre empreendedores de baixa renda.

O programa é destinado a microempreendedores urbanos e rurais, incluindo agricultores familiares, artesãos, prestadores de serviços e comerciantes informais. Também há uma linha específica para mulheres, o Basa Acredita Pra Elas, que busca incentivar o protagonismo feminino no empreendedorismo regional. Parte das operações prioriza pessoas inscritas no CadÚnico, integrando o esforço federal de inclusão produtiva e social.

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As condições de pagamento incluem prazos de até 12 meses para capital de giro e 24 meses para investimento, com carência de dois meses em algumas modalidades. As taxas de juros giram em torno de 2,7% ao mês, com taxa de abertura de crédito de cerca de 3% sobre o valor contratado.

De acordo com Luiz Lessa, o Basa Acredita já movimentou mais de R$ 1,8 bilhão desde sua criação, beneficiando mais de 600 mil empreendedores na região. Além das agências físicas, parte das solicitações pode ser feita por meio digital, com apoio de parceiros como cooperativas de microfinanças e instituições comunitárias.

 

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