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Construção civil: metro quadrado chega a R$ 1.838,12 no Amazonas

O custo da construção civil no Amazonas subiu 0,16% em junho, com o custo do metro quadrado construído alcançando R$ R$ 1.838,12. Os números constam do Sistema Nacional de Preços e Índices da Construção Civil (Sinapi) divulgados, nesta sexta-feira (11/7), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A variação do custo acumulado no Amazonas nos primeiros seis meses de 2025 é de 0,77%, chegando a 1,86% nos doze meses anteriores (jul/2024 – jun/2025). Em termos de comparação, a variação do custo da construção civil no Brasil foi de 0,88% em junho, enquanto no ano ficou em 2,89% e em 5,34% nos 12 meses anteriores.

Com variação de 0,16% em junho, o a indústria da construção civil amazonense ficou entre as 10 Unidades da Federação (UF) com as menores variações no custo médio do metro quadrado (m²), ficando na 19ª posição no ranking nacional das UFs.

“A variação em junho se manteve praticamente estável em relação ao mês de maio, enquanto a variação nacional foi cinco vezes maior que a do Estado”,  analisou chefe do setor de Disseminação do IBGE no Amazonas, Luan Rezende.


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Construção civil tem m² impactado pela mão de obra

Em moeda corrente, o custo médio da construção no estado saiu de R$ 1.825,66 em janeiro para R$ 1.838,12 em junho, um aumento de R$ 12,46 em 6 meses, sendo o componente mão-de-obra o responsável pela maior parte do aumento (R$ 8,33).

Em 12 meses, o aumento do custo médio em moeda corrente no estado chegou a R$ 33,87. Enquanto em junho o custo médio chegava a R$ 1.838,12, em junho de 2024 o custo médio da construção no estado era de R$ 1.804,25. Durante o período de 12 meses, houve redução no compone0nte material, porém, o componente mão-de-obra viu um aumento de R$ 44,46.

Conforme Luan Rezende, a variação acumulada medida de janeiro até junho foi a menor do país. Ou seja, o custo médio da construção civil em 2025 subiu menos no Amazonas que em outros estados.

“A variação acumulada em 12 meses também esteve entre as menores do país, e correspondeu a quase metade da variação nacional. O aumento que o custo médio sofreu em 12 meses em moeda corrente foi o segundo menor do país em junho”, completou Rezende.

Estes números reforçam a tendência de fortalecimento da indústria da construção civil no  Amazonas, cuja evolução foi demonstrada pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi), que registrou no ano passado a venda de  11.935 unidades, um crescimento de 62,3% em relação a 2023, quando foram vendidas 7.354 unidades.

O Volume Geral de Vendas (VGV) no estado, neste ano, também apresentou avanço expressivo, segundo a Ademi, atingindo R$ 2,55 bilhões.

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O custo da construção civil no Amazonas subiu 0,16% em junho, com o custo do metro quadrado construído alcançando R$ R$ 1.838,12. Os números constam do Sistema Nacional de Preços e Índices da Construção Civil (Sinapi) divulgados, nesta sexta-feira (11/7), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A variação do custo acumulado no Amazonas nos primeiros seis meses de 2025 é de 0,77%, chegando a 1,86% nos doze meses anteriores (jul/2024 – jun/2025). Em termos de comparação, a variação do custo da construção civil no Brasil foi de 0,88% em junho, enquanto no ano ficou em 2,89% e em 5,34% nos 12 meses anteriores.

Com variação de 0,16% em junho, o a indústria da construção civil amazonense ficou entre as 10 Unidades da Federação (UF) com as menores variações no custo médio do metro quadrado (m²), ficando na 19ª posição no ranking nacional das UFs.

“A variação em junho se manteve praticamente estável em relação ao mês de maio, enquanto a variação nacional foi cinco vezes maior que a do Estado”,  analisou chefe do setor de Disseminação do IBGE no Amazonas, Luan Rezende.


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Em 12 meses, o aumento do custo médio em moeda corrente no estado chegou a R$ 33,87. Enquanto em junho o custo médio chegava a R$ 1.838,12, em junho de 2024 o custo médio da construção no estado era de R$ 1.804,25. Durante o período de 12 meses, houve redução no compone0nte material, porém, o componente mão-de-obra viu um aumento de R$ 44,46.

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