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Copom mantém inalterada taxa Selic a 15%; Brasil é vice-líder mundial no ranking dos juros

Como esperado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve inalterada a taxa básica de juros da economia (Selic) em 15% ao ano. Assim, o Brasil continua na segunda colocação no ranking das mais elevadas taxas reais de juros do planeta.

No comunicado que acompanhou a decisão sobre a taxa de juros, o Copom adotou um tom mais duro do que muitos analistas esperavam, afirmando que “o cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária”.

“O comitê avalia que a estratégia de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”.


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A lista mundial dos juros mais altos

A lista foi divulgada pela consultoria MoneYou, que monitora os 40 países considerados relevantes no mercado global de renda fixa nos últimos 25 anos.

No topo do ranking está a Turquia, que tem o maior juro real do mundo. A Rússia completa o pódio dos juros em terceiro lugar, depois do Brasil.

A taxa real de juros é resultante da taxa nominal de juros (no caso do Brasil, 15% ao ano) descontada a inflação no período. De acordo com os dados da MoneYou, os juros reais da economia brasileira estão atualmente em 9,74% ao ano, ante 17,8% da Turquia e 9,1% da Rússia.

Veja o ranking mundial dos juros reais abaixo:

  1. Turquia – 17,8%
  2. Brasil – 9,74%
  3. Rússia – 9,1%
  4. Argentina – 5,16%
  5. Índia – 4,21%
  6. Colômbia – 3,66%
  7. México – 3,54%
  8. África do Sul – 3,31%
  9. Tailândia – 2,77%
  10. Indonésia – 2,41%
  11. Filipinas – 2,09%
  12. Hungria – 1,97%
  13. Israel – 1,87%
  14. China – 1,76%
  15. Malásia – 1,67%
  16. Hong Kong – 1,52%
  17. Suécia – 1,4%
  18. Chile – 1,16%
  19. República Tcheca – 1,06%
  20. França – 1,03%
  21. Polônia – 0,9%
  22. Itália – 0,71%
  23. Cingapura – 0,66%
  24. Nova Zelândia – 0,58%
  25. Grécia – 0,36%
  26. Coreia do Sul – 0,31%
  27. Estados Unidos – 0,26%
  28. Austrália – 0,23%
  29. Suíça 0,07%
  30. Reino Unido – 0,03%
  31. Taiwan – 0,01%
  32. Bélgica – 0,01%
  33. Portugal — -0,17%
  34. Alemanha — -0,40%
  35. Dinamarca —  -0,52%
  36. Espanha — -1,08%
  37. Japão —  -1,35%
  38. Canadá — -1,62%
  39. Áustria — -1,99%
  40. Holanda — -3,05%

*Com informações de Metrópoles

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Como esperado, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) manteve inalterada a taxa básica de juros da economia (Selic) em 15% ao ano. Assim, o Brasil continua na segunda colocação no ranking das mais elevadas taxas reais de juros do planeta.

No comunicado que acompanhou a decisão sobre a taxa de juros, o Copom adotou um tom mais duro do que muitos analistas esperavam, afirmando que “o cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária”.

“O comitê avalia que a estratégia de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. O Comitê enfatiza que seguirá vigilante, que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”.


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No topo do ranking está a Turquia, que tem o maior juro real do mundo. A Rússia completa o pódio dos juros em terceiro lugar, depois do Brasil.

A taxa real de juros é resultante da taxa nominal de juros (no caso do Brasil, 15% ao ano) descontada a inflação no período. De acordo com os dados da MoneYou, os juros reais da economia brasileira estão atualmente em 9,74% ao ano, ante 17,8% da Turquia e 9,1% da Rússia.

Veja o ranking mundial dos juros reais abaixo:

  1. Turquia – 17,8%
  2. Brasil – 9,74%
  3. Rússia – 9,1%
  4. Argentina – 5,16%
  5. Índia – 4,21%
  6. Colômbia – 3,66%
  7. México – 3,54%
  8. África do Sul – 3,31%
  9. Tailândia – 2,77%
  10. Indonésia – 2,41%
  11. Filipinas – 2,09%
  12. Hungria – 1,97%
  13. Israel – 1,87%
  14. China – 1,76%
  15. Malásia – 1,67%
  16. Hong Kong – 1,52%
  17. Suécia – 1,4%
  18. Chile – 1,16%
  19. República Tcheca – 1,06%
  20. França – 1,03%
  21. Polônia – 0,9%
  22. Itália – 0,71%
  23. Cingapura – 0,66%
  24. Nova Zelândia – 0,58%
  25. Grécia – 0,36%
  26. Coreia do Sul – 0,31%
  27. Estados Unidos – 0,26%
  28. Austrália – 0,23%
  29. Suíça 0,07%
  30. Reino Unido – 0,03%
  31. Taiwan – 0,01%
  32. Bélgica – 0,01%
  33. Portugal — -0,17%
  34. Alemanha — -0,40%
  35. Dinamarca —  -0,52%
  36. Espanha — -1,08%
  37. Japão —  -1,35%
  38. Canadá — -1,62%
  39. Áustria — -1,99%
  40. Holanda — -3,05%

*Com informações de Metrópoles

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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