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Madeira em tora, lenha e açaí impulsionaram extrativismo recorde no Amazonas em 2024

Madeira em tora, lenha, açaí e castanha do Brasil foram os principais produtos da extração vegetal no Amazonas em 2024, ano em que o Estado bateu recorde de faturamento e alcançou o quinto lugar entre os Estados do País com essa atividade. No total, a renda gerada pelo extrativismo alcançou R$ 376,1 milhões, um aumento de R$ 24,3 milhões em relação a 2023.

Os números constam da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura de 2024, divulgada nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e que traz informações sobre a renda gerada por 37 itens, com destaque para os produtos madeireiros, alimentícios, ceras e oleaginosos. Na silvicultura, são investigados sete produtos, incluindo carvão vegetal, lenha, madeira em tora e resina.

Os três produtos de extração vegetal mais valorizados foram no Estado foram o açaí, que faturou R$ 141,6 milhões; madeira em tora (R$ 129,3 milhões) e castanha-do-Brasil(R$ 45,4 milhões)


Saiba mais:

Concessão da hidrovia do rio Madeira, prevista para este ano, tem oposição da bancada de senadores do AM

Senadores querem fim das operções no Sul do Amazonas e legalizar extrativismo de ouro


Extrativismo em alta nos principais municípios

Quanto a produção, a extração da madeira em tora somou 817,2 mil m³, ano passado, e acontece em 34 dos 62 municípios do Amazonas. Aqueles com maiores quantidades de produção foram Itapiranga (160.000 m³), Lábrea (120.000 m³) e Manicoré (109.276 m³).

Entre as culturas produzidas, no estado, o açaí se destaca tanto na produção agrícola (cultivo) quanto na extração vegetal (extrativo). Considerando os dois tipos de produção, em 2024, a produção foi de 143.892 toneladas, sendo que a produção cultivada (91.345 toneladas) superou mais uma vez a produção extrativa (52.547 toneladas). No entanto, na comparação com o ano de 2023, a pesquisa mostra que houve redução de 13.866 toneladas no açaí cultivado, enquanto na produção extrativa, houve aumento de 8.670 toneladas.

Sessenta e um, dos 62 municípios do Amazonas, fizeram a extração vegetal do açaí, ano passado, somando 52.547 toneladas. Os maiores quantitativos extraídos foram de Codajás (13.000 t), Humaitá (6.500 t) e Manicoré (4.165 t). Já as menores extrações do açaí foram de Nhamundá (2 t), Rio Preto da Eva (10t) e Boa Vista do Ramos (12 t). Não houve extração vegetal do açaí no Careiro da Várzea.

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Madeira em tora, lenha, açaí e castanha do Brasil foram os principais produtos da extração vegetal no Amazonas em 2024, ano em que o Estado bateu recorde de faturamento e alcançou o quinto lugar entre os Estados do País com essa atividade. No total, a renda gerada pelo extrativismo alcançou R$ 376,1 milhões, um aumento de R$ 24,3 milhões em relação a 2023.

Os números constam da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura de 2024, divulgada nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e que traz informações sobre a renda gerada por 37 itens, com destaque para os produtos madeireiros, alimentícios, ceras e oleaginosos. Na silvicultura, são investigados sete produtos, incluindo carvão vegetal, lenha, madeira em tora e resina.

Os três produtos de extração vegetal mais valorizados foram no Estado foram o açaí, que faturou R$ 141,6 milhões; madeira em tora (R$ 129,3 milhões) e castanha-do-Brasil(R$ 45,4 milhões)


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Entre as culturas produzidas, no estado, o açaí se destaca tanto na produção agrícola (cultivo) quanto na extração vegetal (extrativo). Considerando os dois tipos de produção, em 2024, a produção foi de 143.892 toneladas, sendo que a produção cultivada (91.345 toneladas) superou mais uma vez a produção extrativa (52.547 toneladas). No entanto, na comparação com o ano de 2023, a pesquisa mostra que houve redução de 13.866 toneladas no açaí cultivado, enquanto na produção extrativa, houve aumento de 8.670 toneladas.

Sessenta e um, dos 62 municípios do Amazonas, fizeram a extração vegetal do açaí, ano passado, somando 52.547 toneladas. Os maiores quantitativos extraídos foram de Codajás (13.000 t), Humaitá (6.500 t) e Manicoré (4.165 t). Já as menores extrações do açaí foram de Nhamundá (2 t), Rio Preto da Eva (10t) e Boa Vista do Ramos (12 t). Não houve extração vegetal do açaí no Careiro da Várzea.

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