Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Trabalhador desembolsa em média R$ 638 com prato feito no Brasil, aponta índice

O preço médio do prato feito no Brasil chegou a R$ 31,90 em junho de 2026, acumulando alta de 7,2% no primeiro semestre do ano. Os dados são do Índice Prato Feito (IPF), elaborado pela Faculdade do Comércio de São Paulo (FAC-SP) com base em 887 coletas realizadas em diferentes regiões do país.

O levantamento acompanha a evolução dos preços de itens como arroz, feijão, proteína, salada e guarnição e mostra que a inflação continua pressionando o custo da alimentação fora do lar. Apenas no segundo trimestre, entre março e junho, a alta foi de 5,4%.

Na prática, o impacto é significativo para o orçamento. Considerando uma média de 20 refeições mensais, um trabalhador que almoça fora todos os dias úteis desembolsa cerca de R$ 638 por mês apenas com o prato feito. Em famílias em que dois adultos fazem as refeições fora de casa, esse gasto pode ultrapassar R$ 1.000 mensais.


Leia mais

88% dos manauaras vão comprar presente para o Dia dos Pais, diz pesquisa

Desemprego cai no primeiro trimestre e atinge menor patamar em 14 anos


Sul tem o prato feito mais caro do país

O estudo revela diferenças importantes entre as regiões brasileiras. O Sul lidera o ranking, com preço médio de R$ 34,90 por refeição, seguido pelo Centro-Oeste, onde o prato feito custa, em média, R$ 34,45. O Sudeste registra média de R$ 31,99, enquanto o Nordeste apresenta preço médio de R$ 30. Na outra ponta, a região Norte tem o menor valor do país, R$ 29,90. A diferença entre a região mais cara e a mais barata chega a 16,4%.

O relatório também aponta que bares e restaurantes vivem um cenário desafiador. Apesar dos reajustes nos cardápios, muitos estabelecimentos evitam repassar integralmente o aumento dos custos para não perder clientes. Entre os fatores que mais pressionam o setor estão a alta da logística de insumos, os juros para capital de giro, os custos trabalhistas e a necessidade de recompor margens de lucro.

O Índice Prato Feito do segundo trimestre de 2026 foi elaborado com a maior base de dados da série histórica do estudo. Segundo a FAC-SP, o objetivo do indicador não é substituir índices oficiais de inflação, como o IPCA, mas acompanhar um dos principais gastos do cotidiano dos brasileiros e medir como a inflação afeta, na prática, quem depende da alimentação fora de casa.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O preço médio do prato feito no Brasil chegou a R$ 31,90 em junho de 2026, acumulando alta de 7,2% no primeiro semestre do ano. Os dados são do Índice Prato Feito (IPF), elaborado pela Faculdade do Comércio de São Paulo (FAC-SP) com base em 887 coletas realizadas em diferentes regiões do país.

O levantamento acompanha a evolução dos preços de itens como arroz, feijão, proteína, salada e guarnição e mostra que a inflação continua pressionando o custo da alimentação fora do lar. Apenas no segundo trimestre, entre março e junho, a alta foi de 5,4%.

Na prática, o impacto é significativo para o orçamento. Considerando uma média de 20 refeições mensais, um trabalhador que almoça fora todos os dias úteis desembolsa cerca de R$ 638 por mês apenas com o prato feito. Em famílias em que dois adultos fazem as refeições fora de casa, esse gasto pode ultrapassar R$ 1.000 mensais.


Leia mais

88% dos manauaras vão comprar presente para o Dia dos Pais, diz pesquisa

Desemprego cai no primeiro trimestre e atinge menor patamar em 14 anos


Sul tem o prato feito mais caro do país

O estudo revela diferenças importantes entre as regiões brasileiras. O Sul lidera o ranking, com preço médio de R$ 34,90 por refeição, seguido pelo Centro-Oeste, onde o prato feito custa, em média, R$ 34,45. O Sudeste registra média de R$ 31,99, enquanto o Nordeste apresenta preço médio de R$ 30. Na outra ponta, a região Norte tem o menor valor do país, R$ 29,90. A diferença entre a região mais cara e a mais barata chega a 16,4%.

O relatório também aponta que bares e restaurantes vivem um cenário desafiador. Apesar dos reajustes nos cardápios, muitos estabelecimentos evitam repassar integralmente o aumento dos custos para não perder clientes. Entre os fatores que mais pressionam o setor estão a alta da logística de insumos, os juros para capital de giro, os custos trabalhistas e a necessidade de recompor margens de lucro.

O Índice Prato Feito do segundo trimestre de 2026 foi elaborado com a maior base de dados da série histórica do estudo. Segundo a FAC-SP, o objetivo do indicador não é substituir índices oficiais de inflação, como o IPCA, mas acompanhar um dos principais gastos do cotidiano dos brasileiros e medir como a inflação afeta, na prática, quem depende da alimentação fora de casa.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

PIB do AM cai 0,8% no segundo trimestre, aponta FGV IBRE

O Produto Interno Bruto (PIB) do Amazonas recuou 0,8% no segundo trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período de 2025, segundo estimativa...

Em Manaus, Flávio Bolsonaro visita indústria em alta no PIM

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) visitou, na manhã desta sexta-feira (11/9), a principal unidade da Moto Honda da...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Empresas têm prazo até 30 de setembro para aderir ao Simples Nacional 2027

O prazo de opção pelo Simples Nacional para o ano-calendário de 2027 está aberto desde 1º de setembro e vai até o dia 30....

Presidente do BNDES estará em Manaus na próxima semana

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, estará no Amazonas no dia 10 de setembro para apresentar as...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Governo prorroga imposto de 12% sobre exportação de petróleo por mais 60 dias

O governo federal prorrogou por mais 60 dias a cobrança do imposto de 12% sobre a exportação de petróleo bruto e minerais betuminosos. A...

Brasil é a 5ª economia que mais cresceu em ranking mundial; veja lista

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com os três primeiros meses do ano, segundo...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

PIB do AM cai 0,8% no segundo trimestre, aponta FGV IBRE

O Produto Interno Bruto (PIB) do Amazonas recuou 0,8% no segundo trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período de 2025, segundo estimativa...

Em Manaus, Flávio Bolsonaro visita indústria em alta no PIM

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) visitou, na manhã desta sexta-feira (11/9), a principal unidade da Moto Honda da...

Empresas têm prazo até 30 de setembro para aderir ao Simples Nacional 2027

O prazo de opção pelo Simples Nacional para o ano-calendário de 2027 está aberto desde 1º de setembro e vai até o dia 30....

Presidente do BNDES estará em Manaus na próxima semana

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, estará no Amazonas no dia 10 de setembro para apresentar as...

Governo prorroga imposto de 12% sobre exportação de petróleo por mais 60 dias

O governo federal prorrogou por mais 60 dias a cobrança do imposto de 12% sobre a exportação de petróleo bruto e minerais betuminosos. A...

Brasil é a 5ª economia que mais cresceu em ranking mundial; veja lista

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026, na comparação com os três primeiros meses do ano, segundo...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]