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Tarifaço de Trump é reestabelecido após Tribunal de Comércio suspender

A medida foi restabelecida por decisão da Corte de Apelações, que deu vitória ao governo norte-americano

As tarifas comerciais impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltaram a valer nesta quinta-feira (29/5), menos de 24 horas após terem sido suspensas pelo Tribunal de Comércio Internacional. A medida foi restabelecida por decisão da Corte de Apelações, que deu vitória ao governo norte-americano.

O chamado “tarifaço” foi anunciado por Trump em abril, com o argumento de proteger os interesses econômicos dos EUA. As tarifas recíprocas foram direcionadas a mais de 180 países, incluindo parceiros comerciais estratégicos como China, México e Canadá, incluindo até mesmo territórios remotos, como as Ilhas Heard e McDonald.


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Embora o presidente tenha recuado parcialmente no início de abril, reduzindo algumas taxas para 10% e suspendendo a cobrança para países que não retaliaram os EUA, essa trégua tinha validade de apenas 90 dias.

Na quarta-feira (28/5), o Tribunal de Comércio considerou que as tarifas aplicadas desde 2 de abril eram ilegais por excederem os limites de autoridade do Executivo. A suspensão, porém, durou pouco. A equipe jurídica da Casa Branca conseguiu reverter a decisão na instância superior, permitindo que o pacote tarifário fosse restabelecido quase integralmente.

Entre as medidas retomadas estão as tarifas impostas durante o chamado “Dia da Libertação”, uma ação simbólica promovida pelo governo Trump como parte de sua política comercial mais agressiva.

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As tarifas comerciais impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltaram a valer nesta quinta-feira (29/5), menos de 24 horas após terem sido suspensas pelo Tribunal de Comércio Internacional. A medida foi restabelecida por decisão da Corte de Apelações, que deu vitória ao governo norte-americano.

O chamado “tarifaço” foi anunciado por Trump em abril, com o argumento de proteger os interesses econômicos dos EUA. As tarifas recíprocas foram direcionadas a mais de 180 países, incluindo parceiros comerciais estratégicos como China, México e Canadá, incluindo até mesmo territórios remotos, como as Ilhas Heard e McDonald.


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