Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Trump assina ordem que reduz tarifas sobre carne bovina, café e bananas; saiba como isso afeta o Brasil

Uma ordem executiva assinada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump assinada nesta sexta-feira (14/11) vai reduzir tarifas cobradas sobre carne bovina, tomates, café, bananas e outros produtos agrícolas importados. Como a medida é retroativa, já possui validade desde quinta-feira (13/11).

No documento, o republicano afirma que a decisão foi tomada após analisar recomendações de autoridades, o andamento de negociações comerciais, a demanda interna e a capacidade de produção do país. Ele também informou que, quando necessário, tarifas já pagas poderão ser reembolsadas pela Alfândega dos EUA seguindo as regras vigentes.

Apesar do corte, Trump destacou que o Departamento de Comércio e o Representante Comercial dos EUA continuarão monitorando o que ele classifica como uma “emergência” relacionada ao déficit comercial do país.

A ordem não elimina todas as taxas. Ela retira alguns produtos das chamadas tarifas “recíprocas”, anunciadas em abril, que variam de 10% a 50%. Mesmo assim, vários itens seguem com cobranças. É o caso dos tomates importados do México, que continuam sujeitos a uma tarifa de 17%, implementada em julho após o fim de um acordo comercial que durou quase 30 anos. Desde então, os preços subiram rapidamente.


Leia mais

PIB do Amazonas cresce 2,05% em 2023 e alcança R$ 161,7 bilhões

Wagner Moura é o principal favorito ao Oscar de melhor ator em 2026, aponta imprensa internacional


Outros produtos isentos das tarifas “recíprocas” vinham registrando aumentos expressivos, impulsionados pelas próprias taxas impostas pelo governo e pela falta de oferta interna. O café brasileiro, por exemplo, o Brasil é o principal fornecedor aos EUA, e estava sujeito a uma tarifa de 50% desde agosto. Em setembro, consumidores americanos pagaram quase 20% a mais pelo produto em relação ao ano anterior.

A decisão ocorre após pesquisas de boca de urna mostrarem insatisfação dos eleitores com a economia, o que resultou na vitória de vários candidatos democratas em eleições estaduais no início do mês.

Ao apresentar a medida, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, explicou que o foco está em produtos que os EUA praticamente não produzem, como café e banana.

Também nesta sexta-feira, os governos dos EUA e da Suíça anunciaram um novo acordo comercial que reduz tarifas para produtos suíços de 39% para 15%, uma das maiores quedas entre todos os parceiros comerciais americanos.

*Com informações do G1.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Uma ordem executiva assinada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump assinada nesta sexta-feira (14/11) vai reduzir tarifas cobradas sobre carne bovina, tomates, café, bananas e outros produtos agrícolas importados. Como a medida é retroativa, já possui validade desde quinta-feira (13/11).

No documento, o republicano afirma que a decisão foi tomada após analisar recomendações de autoridades, o andamento de negociações comerciais, a demanda interna e a capacidade de produção do país. Ele também informou que, quando necessário, tarifas já pagas poderão ser reembolsadas pela Alfândega dos EUA seguindo as regras vigentes.

Apesar do corte, Trump destacou que o Departamento de Comércio e o Representante Comercial dos EUA continuarão monitorando o que ele classifica como uma “emergência” relacionada ao déficit comercial do país.

A ordem não elimina todas as taxas. Ela retira alguns produtos das chamadas tarifas “recíprocas”, anunciadas em abril, que variam de 10% a 50%. Mesmo assim, vários itens seguem com cobranças. É o caso dos tomates importados do México, que continuam sujeitos a uma tarifa de 17%, implementada em julho após o fim de um acordo comercial que durou quase 30 anos. Desde então, os preços subiram rapidamente.


Leia mais

PIB do Amazonas cresce 2,05% em 2023 e alcança R$ 161,7 bilhões

Wagner Moura é o principal favorito ao Oscar de melhor ator em 2026, aponta imprensa internacional


Outros produtos isentos das tarifas “recíprocas” vinham registrando aumentos expressivos, impulsionados pelas próprias taxas impostas pelo governo e pela falta de oferta interna. O café brasileiro, por exemplo, o Brasil é o principal fornecedor aos EUA, e estava sujeito a uma tarifa de 50% desde agosto. Em setembro, consumidores americanos pagaram quase 20% a mais pelo produto em relação ao ano anterior.

A decisão ocorre após pesquisas de boca de urna mostrarem insatisfação dos eleitores com a economia, o que resultou na vitória de vários candidatos democratas em eleições estaduais no início do mês.

Ao apresentar a medida, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, explicou que o foco está em produtos que os EUA praticamente não produzem, como café e banana.

Também nesta sexta-feira, os governos dos EUA e da Suíça anunciaram um novo acordo comercial que reduz tarifas para produtos suíços de 39% para 15%, uma das maiores quedas entre todos os parceiros comerciais americanos.

*Com informações do G1.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Trabalhador desembolsa em média R$ 638 com prato feito no Brasil, aponta índice

O preço médio do prato feito no Brasil chegou a R$ 31,90 em junho de 2026, acumulando alta de 7,2% no primeiro semestre do...

88% dos manauaras vão comprar presente para o Dia dos Pais, diz pesquisa

A maioria dos consumidores de Manaus pretende comprar presentes para o Dia dos Pais em 2026, de acordo com pesquisa divulgada pela Federação do...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Pesquisa do Procon Manaus mostra que apenas o Diesel S10 teve redução de preço em julho

O Serviço de Atendimento e Proteção ao Consumidor (Procon Manaus) apontou uma queda de 1,43% no menor preço do diesel S10 em julho na...

Arrecadação de impostos cresce 3,5% no Amazonas

A arrecadação de impostos no Amazonas alcançou R$ 10,1 bilhões no primeiro semestre de 2026, crescimento nominal de 3,49% em relação ao mesmo período...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Inflação de junho fica em 0,16%, a menor desde outubro de 2025, diz IBGE

Os preços dos alimentos tiveram a primeira queda desde novembro de 2025 e ajudaram a inflação oficial fechar o mês de junho em 0,16%....

Fiesp volta à carga na Justiça Federal para barrar incentivos ao Polo Industrial de Manaus

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) entrou na Justiça Federal com uma nova ação para impedir a concessão de créditos...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Trabalhador desembolsa em média R$ 638 com prato feito no Brasil, aponta índice

O preço médio do prato feito no Brasil chegou a R$ 31,90 em junho de 2026, acumulando alta de 7,2% no primeiro semestre do...

88% dos manauaras vão comprar presente para o Dia dos Pais, diz pesquisa

A maioria dos consumidores de Manaus pretende comprar presentes para o Dia dos Pais em 2026, de acordo com pesquisa divulgada pela Federação do...

Pesquisa do Procon Manaus mostra que apenas o Diesel S10 teve redução de preço em julho

O Serviço de Atendimento e Proteção ao Consumidor (Procon Manaus) apontou uma queda de 1,43% no menor preço do diesel S10 em julho na...

Arrecadação de impostos cresce 3,5% no Amazonas

A arrecadação de impostos no Amazonas alcançou R$ 10,1 bilhões no primeiro semestre de 2026, crescimento nominal de 3,49% em relação ao mesmo período...

Inflação de junho fica em 0,16%, a menor desde outubro de 2025, diz IBGE

Os preços dos alimentos tiveram a primeira queda desde novembro de 2025 e ajudaram a inflação oficial fechar o mês de junho em 0,16%....

Fiesp volta à carga na Justiça Federal para barrar incentivos ao Polo Industrial de Manaus

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) entrou na Justiça Federal com uma nova ação para impedir a concessão de créditos...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]