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Juliana Frota defende controle público de empresas de água e energia no Amazonas

A candidata a vice-governadora do Amazonas pelo PSTU, Juliana Frota, defende que empresas consideradas estratégicas para o Estado voltem ao controle do poder público. A proposta inclui setores como água e energia e, segundo ela, teria como objetivo reduzir os preços cobrados da população e melhorar a qualidade dos serviços.

Durante entrevista à Rede Onda Digital, nesta segunda-feira (24/8), Juliana afirmou que essa seria uma das primeiras medidas de uma eventual gestão da chapa formada com Gilberto Vasconcelos. Para ela, os serviços essenciais não deveriam estar submetidos apenas à lógica de lucro das empresas.

“A primeira medida? Nossa, porque são tantas medidas que são necessárias fazer, mas assim, eu acho que seria a tomada pelo controle do poder público das empresas estratégicas, como a Reman [Refinaria Isaac Sabbá], a empresa de energia, de água, para a gente garantir o serviço mais barato para a população que está pagando caríssimo, gás, gasolina, energia, está pagando caro a água, sabe?”, disse.

Juliana também criticou o processo de transferência de empresas e serviços públicos para a iniciativa privada. Segundo ela, estruturas de água e energia foram construídas com recursos públicos antes de serem repassadas de diferentes formas.

“E esses serviços eles eram para ser, eles eram gente, quem construiu toda essa estrutura de água e energia foi o poder público, foi o próprio Estado do Amazonas que depois foi vendido de diversas formas, entregue de diversas formas a preço de banana”, disse ela.


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Contrapartida das empresas

A candidata também citou mudanças na relação entre o governo e as empresas instaladas no Polo Industrial de Manaus. Segundo ela, os benefícios concedidos às companhias deveriam estar acompanhados de contrapartidas para o desenvolvimento do Estado.

“E também o distrito, também seria uma outra mudança, exigir que essas isenções que são concedidas, esses benefícios dessas empresas multinacionais bilionárias, a gente ia fazer isso exigindo que eles dessem a contrapartida que está prevista na lei, que é garantir salário, garantir transferência tecnológica e fazer isso junto com o desenvolvimento do Estado do Amazonas”, afirmou.

Para Juliana, a proposta de governo do PSTU faz parte de um projeto político que, segundo ela, pretende colocar os interesses da população acima dos interesses empresariais.

“O que não sabem é que essa candidatura não é um projeto político individual. Essa minha candidatura como vice, em parceria com Gilberto Vasconcelos, é um projeto coletivo de uma organização política que propõe mobilizar e organizar a classe trabalhadora, juventude, setores mais oprimidos, explorados aqui do nosso povo, do Amazonas, para fazer as transformações estruturais que são necessárias.”

Outras propostas

Na área ambiental e indígena, Juliana afirmou ser favorável à demarcação de terras indígenas e à proteção de territórios quilombolas. Ao mesmo tempo, disse defender investimentos em infraestrutura e desenvolvimento tecnológico, desde que as comunidades afetadas sejam consultadas.

“A gente defende outro modelo de economia e a gente é a favor sim do desenvolvimento tecnológico, do desenvolvimento da infraestrutura, mas isso construído pensando os interesses do povo amazonense e não pensando os interesses das empresas que só querem lucrar”, explicou.

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A candidata a vice-governadora do Amazonas pelo PSTU, Juliana Frota, defende que empresas consideradas estratégicas para o Estado voltem ao controle do poder público. A proposta inclui setores como água e energia e, segundo ela, teria como objetivo reduzir os preços cobrados da população e melhorar a qualidade dos serviços.

Durante entrevista à Rede Onda Digital, nesta segunda-feira (24/8), Juliana afirmou que essa seria uma das primeiras medidas de uma eventual gestão da chapa formada com Gilberto Vasconcelos. Para ela, os serviços essenciais não deveriam estar submetidos apenas à lógica de lucro das empresas.

“A primeira medida? Nossa, porque são tantas medidas que são necessárias fazer, mas assim, eu acho que seria a tomada pelo controle do poder público das empresas estratégicas, como a Reman [Refinaria Isaac Sabbá], a empresa de energia, de água, para a gente garantir o serviço mais barato para a população que está pagando caríssimo, gás, gasolina, energia, está pagando caro a água, sabe?”, disse.

Juliana também criticou o processo de transferência de empresas e serviços públicos para a iniciativa privada. Segundo ela, estruturas de água e energia foram construídas com recursos públicos antes de serem repassadas de diferentes formas.

“E esses serviços eles eram para ser, eles eram gente, quem construiu toda essa estrutura de água e energia foi o poder público, foi o próprio Estado do Amazonas que depois foi vendido de diversas formas, entregue de diversas formas a preço de banana”, disse ela.


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“E também o distrito, também seria uma outra mudança, exigir que essas isenções que são concedidas, esses benefícios dessas empresas multinacionais bilionárias, a gente ia fazer isso exigindo que eles dessem a contrapartida que está prevista na lei, que é garantir salário, garantir transferência tecnológica e fazer isso junto com o desenvolvimento do Estado do Amazonas”, afirmou.

Para Juliana, a proposta de governo do PSTU faz parte de um projeto político que, segundo ela, pretende colocar os interesses da população acima dos interesses empresariais.

“O que não sabem é que essa candidatura não é um projeto político individual. Essa minha candidatura como vice, em parceria com Gilberto Vasconcelos, é um projeto coletivo de uma organização política que propõe mobilizar e organizar a classe trabalhadora, juventude, setores mais oprimidos, explorados aqui do nosso povo, do Amazonas, para fazer as transformações estruturais que são necessárias.”

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