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Dia do Baterista: conheça cinco nomes famosos do instrumento no Brasil

A percussão faz parte da história da música desde a Idade Pré-Histórica, quando o homem produzia sons por meio de tambores feitos de peles e ossos de animais. Com o passar do tempo, a música evoluiu, novos instrumentos foram criados e os tambores deram origem à bateria, que, na prática, dá ritmo à música e, na teoria musical, é responsável pela marcação do tempo.

Junto com o baixo (ou contrabaixo elétrico), a bateria sustenta toda a estrutura rítmica da música, formando o que, no jargão musical, chamamos de “cozinha”. No dia 20 de setembro, comemora-se o Dia do Baterista, instrumentista responsável por dar peso e swing às composições. Para homenagear esses grandes artistas, a Rede Onda Digital preparou uma lista com alguns dos nomes mais importantes do instrumento no Brasil.

Airto Moreira

(Foto: Divulgação)

O multi-instrumentista brasileiro aprendeu a tocar piano, violino e bandolim, mas foi na percussão e na bateria que encontrou sua identidade musical. Hoje, aos 85 anos, acumula uma carreira marcada pela inovação. Em 1962, integrou o Sambalanço Trio, com o qual gravou quatro álbuns.

No fim dos anos 1960, mudou-se para os Estados Unidos, onde se especializou no Jazz, mesclando ritmos brasileiros com o estilo norte-americano. Airto ganhou diversos prêmios e se consagrou internacionalmente como baterista.

João Barone

(Foto: Divulgação)

Integrante da banda de rock Os Paralamas do Sucesso desde 1981, Barone tem um estilo singular de tocar, misturando influências de jazz, bossa nova, reggae, ska e música latina ao rock. Essa fusão ajudou a moldar a identidade sonora do grupo, ao lado do guitarrista e vocalista Herbert Vianna e do baixista Bi Ribeiro.

Embora tenha se dedicado quase exclusivamente ao Paralamas nos últimos 40 anos, Barone também gravou com artistas como Ultraje a Rigor, Marina Lima, Ira! e Titãs. Até hoje é considerado um dos bateristas mais técnicos e admirados do rock nacional dos anos 1980.

Igor Cavalera

(Foto: Divulgação)

Ao lado do irmão Max Cavalera, Igor fundou, em 1984, a banda de metal Sepultura, em Belo Horizonte. Um dos pioneiros do gênero no Brasil, nunca foi um baterista técnico no sentido acadêmico, mas sua agressividade e criatividade ao tocar foram fundamentais para projetar o Sepultura ao cenário mundial.

Deixou a banda em 2006, dez anos após a saída do irmão, por desentendimentos pessoais. Atualmente, lidera com Max o projeto Cavalera Conspiracy, criado nos anos 2000.

Aquiles Priester

(Foto: divulgação)

Outro brasileiro que conquistou reconhecimento internacional, Aquiles começou tocando em bares por diversão, mas se profissionalizou em 2001, quando entrou para o Angra, substituindo Ricardo Confessori. Com a banda, gravou diversos discos, entre eles Rebirth (2001) e Temple of Shadows (2004), que projetaram tanto o seu nome quanto o do grupo no exterior.

Após deixar o Angra em 2008, participou de projetos como a banda Nocturnall e a carreira solo de Edu Falaschi. No exterior, integrou grupos como Primal Fear e DragonForce, além de ter ficado entre os sete finalistas da seleção para a banda de metal progressivo Dream Theater. Desde 2017, é baterista fixo da banda americana W.A.S.P.

Eloy Casagrande

(Foto: Reprodução)

A trajetória de Eloy começou ainda na infância, quando, aos 7 anos, apareceu no Domingão do Faustão tocando uma minibateria. Aos 12, voltou ao programa já em uma bateria de tamanho real, mostrando domínio de vários ritmos brasileiros, com destaque para o metal. Aos 15 anos, foi convidado para integrar a banda solo de André Matos.

(Foto – Eloy Casagrande no Slipknot: Divulgação)

Participou de diferentes projetos, entre eles as bandas Glória e IaWeh. Em 2011, entrou para o Sepultura, sendo apontado como um dos responsáveis pela renovação do grupo. Já consolidado internacionalmente, em 2024 foi convidado para se juntar à banda Slipknot, um marco para a música brasileira.

Encontro de Bateristas em Manaus

Há oito anos, o Encontro de Bateristas acontece em Manaus, data escolhida para celebrar os profissionais da música e incentivar jovens e crianças a praticarem o instrumento. Neste ano, o evento será realizado nos dias 27 e 28 de setembro, a partir das 17 horas, no Largo de São Sebastião (ao lado do Teatro Amazonas), com a participação de artistas locais, como Márcia Siqueira, Deevan Vital e Jorjão Pampolha.

Mais informações podem ser conferidas nas redes sociais, na página @encontrodebateristasdemanaus.

 

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A percussão faz parte da história da música desde a Idade Pré-Histórica, quando o homem produzia sons por meio de tambores feitos de peles e ossos de animais. Com o passar do tempo, a música evoluiu, novos instrumentos foram criados e os tambores deram origem à bateria, que, na prática, dá ritmo à música e, na teoria musical, é responsável pela marcação do tempo.

Junto com o baixo (ou contrabaixo elétrico), a bateria sustenta toda a estrutura rítmica da música, formando o que, no jargão musical, chamamos de “cozinha”. No dia 20 de setembro, comemora-se o Dia do Baterista, instrumentista responsável por dar peso e swing às composições. Para homenagear esses grandes artistas, a Rede Onda Digital preparou uma lista com alguns dos nomes mais importantes do instrumento no Brasil.

Airto Moreira

(Foto: Divulgação)

O multi-instrumentista brasileiro aprendeu a tocar piano, violino e bandolim, mas foi na percussão e na bateria que encontrou sua identidade musical. Hoje, aos 85 anos, acumula uma carreira marcada pela inovação. Em 1962, integrou o Sambalanço Trio, com o qual gravou quatro álbuns.

No fim dos anos 1960, mudou-se para os Estados Unidos, onde se especializou no Jazz, mesclando ritmos brasileiros com o estilo norte-americano. Airto ganhou diversos prêmios e se consagrou internacionalmente como baterista.

João Barone

(Foto: Divulgação)

Integrante da banda de rock Os Paralamas do Sucesso desde 1981, Barone tem um estilo singular de tocar, misturando influências de jazz, bossa nova, reggae, ska e música latina ao rock. Essa fusão ajudou a moldar a identidade sonora do grupo, ao lado do guitarrista e vocalista Herbert Vianna e do baixista Bi Ribeiro.

Embora tenha se dedicado quase exclusivamente ao Paralamas nos últimos 40 anos, Barone também gravou com artistas como Ultraje a Rigor, Marina Lima, Ira! e Titãs. Até hoje é considerado um dos bateristas mais técnicos e admirados do rock nacional dos anos 1980.

Igor Cavalera

(Foto: Divulgação)

Ao lado do irmão Max Cavalera, Igor fundou, em 1984, a banda de metal Sepultura, em Belo Horizonte. Um dos pioneiros do gênero no Brasil, nunca foi um baterista técnico no sentido acadêmico, mas sua agressividade e criatividade ao tocar foram fundamentais para projetar o Sepultura ao cenário mundial.

Deixou a banda em 2006, dez anos após a saída do irmão, por desentendimentos pessoais. Atualmente, lidera com Max o projeto Cavalera Conspiracy, criado nos anos 2000.

Aquiles Priester

(Foto: divulgação)

Outro brasileiro que conquistou reconhecimento internacional, Aquiles começou tocando em bares por diversão, mas se profissionalizou em 2001, quando entrou para o Angra, substituindo Ricardo Confessori. Com a banda, gravou diversos discos, entre eles Rebirth (2001) e Temple of Shadows (2004), que projetaram tanto o seu nome quanto o do grupo no exterior.

Após deixar o Angra em 2008, participou de projetos como a banda Nocturnall e a carreira solo de Edu Falaschi. No exterior, integrou grupos como Primal Fear e DragonForce, além de ter ficado entre os sete finalistas da seleção para a banda de metal progressivo Dream Theater. Desde 2017, é baterista fixo da banda americana W.A.S.P.

Eloy Casagrande

(Foto: Reprodução)

A trajetória de Eloy começou ainda na infância, quando, aos 7 anos, apareceu no Domingão do Faustão tocando uma minibateria. Aos 12, voltou ao programa já em uma bateria de tamanho real, mostrando domínio de vários ritmos brasileiros, com destaque para o metal. Aos 15 anos, foi convidado para integrar a banda solo de André Matos.

(Foto – Eloy Casagrande no Slipknot: Divulgação)

Participou de diferentes projetos, entre eles as bandas Glória e IaWeh. Em 2011, entrou para o Sepultura, sendo apontado como um dos responsáveis pela renovação do grupo. Já consolidado internacionalmente, em 2024 foi convidado para se juntar à banda Slipknot, um marco para a música brasileira.

Encontro de Bateristas em Manaus

Há oito anos, o Encontro de Bateristas acontece em Manaus, data escolhida para celebrar os profissionais da música e incentivar jovens e crianças a praticarem o instrumento. Neste ano, o evento será realizado nos dias 27 e 28 de setembro, a partir das 17 horas, no Largo de São Sebastião (ao lado do Teatro Amazonas), com a participação de artistas locais, como Márcia Siqueira, Deevan Vital e Jorjão Pampolha.

Mais informações podem ser conferidas nas redes sociais, na página @encontrodebateristasdemanaus.

 

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