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Atacante da seleção brasileira feminina denuncia Barcelona por assédio moral

A atacante Giovana Queiroz, da seleção brasileira feminina de futebol, publicou na terça-feira (29), em suas redes sociais uma carta aberta na qual afirma ter sofrido assédio moral e psicológico no Barcelona.


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A jogadora contou que os abusos tiveram início logo após a atacante não abrir mão de atual pelo Brasil em sua primeira convocação, que ocorreu em outubro de 2020.

Na carta, endereçada a diretoria do Barcelona, a jogadora deu detalhes que recebeu persistentes indicações de que atuar pela seleção brasileira feminina não seria bom para o seu futuro no time espanhol. Mas Giovana não mudou de ideia e permaneceu firme aos seus princípios, a atleta alegou que passou a ser alvo e métodos arbitrários para ser prejudicada no time.

“Em fevereiro de 2021, fui submetida a um confinamento ilegal por parte da chefe de serviços médicos do clube. Ela afirmou que (o motivo) era o contato direto com um caso positivo de covid-19 Desde o princípio, acreditei que os verdadeiros motivos eram outros”.

Gio afirmou que procurou o Departamento de Saúde da Catalunha, que concluiu que o seu caso não precisava de isolamento. Foi então que ao questionar a média do time espanhol, ela teria afirmado que o caso da jogadora era especial, com isso, a brasileira ficou fora da final da Copa da Rainha, sem poder treinar e nem mesmo poderia sair de casa.

Quando Gio se apresentou à seleção brasileira nos Estados Unidos com uma autorização da Fifa, logo depois foi acusada pela direção do Barcelona de cometer grave indisciplina por furar o isolamento imposto pelo clube e que sofreria graves consequências. Além disso, a jogadora alega que apresentou vários exames negativos de PCR.

“Minha vida pessoal e profissional foram profundamente afetadas por essas experiências negativas”.

Desde 2021, Gio Queiroz atua emprestada ao Levante (Espanha), tem feito boas atuações e até fez parte do elenco da seleção feminina na Olímpiada de Tóquio, ano passado. O Barcelona ainda não se manifestou sobre o caso.

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A atacante Giovana Queiroz, da seleção brasileira feminina de futebol, publicou na terça-feira (29), em suas redes sociais uma carta aberta na qual afirma ter sofrido assédio moral e psicológico no Barcelona.


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“Em fevereiro de 2021, fui submetida a um confinamento ilegal por parte da chefe de serviços médicos do clube. Ela afirmou que (o motivo) era o contato direto com um caso positivo de covid-19 Desde o princípio, acreditei que os verdadeiros motivos eram outros”.

Gio afirmou que procurou o Departamento de Saúde da Catalunha, que concluiu que o seu caso não precisava de isolamento. Foi então que ao questionar a média do time espanhol, ela teria afirmado que o caso da jogadora era especial, com isso, a brasileira ficou fora da final da Copa da Rainha, sem poder treinar e nem mesmo poderia sair de casa.

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Jornalismo
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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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