Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Enxaqueca refratária: entenda a condição que levou Michelle Bolsonaro à internação

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi internada na terça-feira (22/9), no Hospital DF Star, em Brasília, para tratar um quadro de enxaqueca refratária ao tratamento clínico ambulatorial iniciado há dois meses. Segundo o boletim médico, ela permanece sob cuidados especializados e ainda não há previsão de alta hospitalar.

O caso chama atenção para uma forma de enxaqueca que pode provocar dores persistentes e incapacitantes, dificultando o controle dos sintomas com os tratamentos habituais. Embora a condição possa exigir atendimento hospitalar, a gravidade e a resposta ao tratamento variam de acordo com cada paciente.

Enxaqueca refratária

A enxaqueca, também conhecida como migrânea, é uma doença neurológica que pode provocar dor de cabeça intensa, geralmente pulsátil, acompanhada de náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e aos sons. As crises podem comprometer atividades profissionais, sociais e pessoais.

O termo “refratária” é utilizado para descrever casos em que a doença não responde adequadamente aos tratamentos adotados. A definição pode variar entre estudos e especialistas, mas está associada à persistência dos sintomas e à dificuldade de obter controle satisfatório da dor mesmo após diferentes abordagens terapêuticas.

Isso não significa, necessariamente, que nenhum tratamento poderá funcionar. O acompanhamento médico pode envolver a revisão do diagnóstico, a investigação de fatores que agravam as crises e a combinação de diferentes estratégias de tratamento.

Sintomas

Entre os sintomas mais comuns da enxaqueca estão:

  • Dor de cabeça moderada ou intensa, frequentemente pulsátil;
  • Dor que pode piorar com atividades físicas;
  • Náuseas e vômitos;
  • Sensibilidade à luz, aos sons e, em alguns casos, a cheiros;
  • Cansaço e dificuldade de concentração.

Nem todas as pessoas apresentam os mesmos sintomas. A duração e a frequência das crises também variam.

Quando a crise de enxaqueca dura mais de 72 horas, pode ser classificada como estado migranoso, uma situação que exige avaliação médica para controlar a dor e descartar outras causas de cefaleia.

Internação

A internação pode ser necessária quando a dor é persistente, incapacitante ou não melhora com o tratamento realizado fora do hospital. Também pode ser indicada quando o paciente precisa de medicamentos administrados sob supervisão médica, hidratação, controle de vômitos ou investigação de outras causas.

No ambiente hospitalar, a equipe avalia o histórico do paciente, os medicamentos utilizados e a evolução dos sintomas. O objetivo é aliviar a crise, verificar a segurança do tratamento e identificar sinais que possam indicar outro problema de saúde.

No caso de Michelle, o hospital informou que ela está recebendo tratamento clínico especializado, mas não divulgou detalhes sobre os medicamentos utilizados ou a evolução do quadro.


Leia mais

Michelle Bolsonaro é internada com crise de enxaqueca

Michelle reage a veto de propaganda com Bolsonaro: “Perseguição absurda”


Tratamento

O tratamento da enxaqueca é definido conforme a frequência, a intensidade e o impacto das crises na vida do paciente. Além dos medicamentos utilizados durante os episódios de dor, médicos podem indicar tratamentos preventivos para reduzir a frequência e a intensidade das crises.

Entre as opções avaliadas na prática clínica estão:

  • Medicamentos preventivos de uso contínuo;
  • Toxina botulínica tipo A, em situações específicas, especialmente na migrânea crônica;
  • Anticorpos monoclonais que atuam na via do CGRP, conforme indicação médica e disponibilidade;
  • Medidas não medicamentosas, como regularidade do sono, identificação de fatores desencadeantes e acompanhamento especializado.

A Sociedade Brasileira de Cefaleia possui diretrizes para o diagnóstico e o tratamento das cefaleias, incluindo recomendações para migrânea episódica e crônica. A escolha do tratamento, porém, deve ser individualizada e feita por profissional habilitado.

Segunda internação

Michelle Bolsonaro já havia sido internada no início de agosto, após apresentar um quadro de dor de cabeça persistente que não respondia aos medicamentos orais. Na ocasião, ela passou por exames e por um procedimento de bloqueio anestésico de nervos cranianos, com resposta considerada satisfatória, segundo as informações divulgadas sobre o atendimento.

A nova internação ocorre durante o período eleitoral. Michelle é candidata ao Senado pelo Distrito Federal, mas o hospital não informou quando ela poderá receber alta ou retomar suas atividades.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi internada na terça-feira (22/9), no Hospital DF Star, em Brasília, para tratar um quadro de enxaqueca refratária ao tratamento clínico ambulatorial iniciado há dois meses. Segundo o boletim médico, ela permanece sob cuidados especializados e ainda não há previsão de alta hospitalar.

O caso chama atenção para uma forma de enxaqueca que pode provocar dores persistentes e incapacitantes, dificultando o controle dos sintomas com os tratamentos habituais. Embora a condição possa exigir atendimento hospitalar, a gravidade e a resposta ao tratamento variam de acordo com cada paciente.

Enxaqueca refratária

A enxaqueca, também conhecida como migrânea, é uma doença neurológica que pode provocar dor de cabeça intensa, geralmente pulsátil, acompanhada de náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e aos sons. As crises podem comprometer atividades profissionais, sociais e pessoais.

O termo “refratária” é utilizado para descrever casos em que a doença não responde adequadamente aos tratamentos adotados. A definição pode variar entre estudos e especialistas, mas está associada à persistência dos sintomas e à dificuldade de obter controle satisfatório da dor mesmo após diferentes abordagens terapêuticas.

Isso não significa, necessariamente, que nenhum tratamento poderá funcionar. O acompanhamento médico pode envolver a revisão do diagnóstico, a investigação de fatores que agravam as crises e a combinação de diferentes estratégias de tratamento.

Sintomas

Entre os sintomas mais comuns da enxaqueca estão:

  • Dor de cabeça moderada ou intensa, frequentemente pulsátil;
  • Dor que pode piorar com atividades físicas;
  • Náuseas e vômitos;
  • Sensibilidade à luz, aos sons e, em alguns casos, a cheiros;
  • Cansaço e dificuldade de concentração.

Nem todas as pessoas apresentam os mesmos sintomas. A duração e a frequência das crises também variam.

Quando a crise de enxaqueca dura mais de 72 horas, pode ser classificada como estado migranoso, uma situação que exige avaliação médica para controlar a dor e descartar outras causas de cefaleia.

Internação

A internação pode ser necessária quando a dor é persistente, incapacitante ou não melhora com o tratamento realizado fora do hospital. Também pode ser indicada quando o paciente precisa de medicamentos administrados sob supervisão médica, hidratação, controle de vômitos ou investigação de outras causas.

No ambiente hospitalar, a equipe avalia o histórico do paciente, os medicamentos utilizados e a evolução dos sintomas. O objetivo é aliviar a crise, verificar a segurança do tratamento e identificar sinais que possam indicar outro problema de saúde.

No caso de Michelle, o hospital informou que ela está recebendo tratamento clínico especializado, mas não divulgou detalhes sobre os medicamentos utilizados ou a evolução do quadro.


Leia mais

Michelle Bolsonaro é internada com crise de enxaqueca

Michelle reage a veto de propaganda com Bolsonaro: “Perseguição absurda”


Tratamento

O tratamento da enxaqueca é definido conforme a frequência, a intensidade e o impacto das crises na vida do paciente. Além dos medicamentos utilizados durante os episódios de dor, médicos podem indicar tratamentos preventivos para reduzir a frequência e a intensidade das crises.

Entre as opções avaliadas na prática clínica estão:

  • Medicamentos preventivos de uso contínuo;
  • Toxina botulínica tipo A, em situações específicas, especialmente na migrânea crônica;
  • Anticorpos monoclonais que atuam na via do CGRP, conforme indicação médica e disponibilidade;
  • Medidas não medicamentosas, como regularidade do sono, identificação de fatores desencadeantes e acompanhamento especializado.

A Sociedade Brasileira de Cefaleia possui diretrizes para o diagnóstico e o tratamento das cefaleias, incluindo recomendações para migrânea episódica e crônica. A escolha do tratamento, porém, deve ser individualizada e feita por profissional habilitado.

Segunda internação

Michelle Bolsonaro já havia sido internada no início de agosto, após apresentar um quadro de dor de cabeça persistente que não respondia aos medicamentos orais. Na ocasião, ela passou por exames e por um procedimento de bloqueio anestésico de nervos cranianos, com resposta considerada satisfatória, segundo as informações divulgadas sobre o atendimento.

A nova internação ocorre durante o período eleitoral. Michelle é candidata ao Senado pelo Distrito Federal, mas o hospital não informou quando ela poderá receber alta ou retomar suas atividades.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Defesa Civil explica orientação para kit de emergência de 72 horas

A Defesa Civil Nacional recomenda que as famílias mantenham um kit de emergência com suprimentos suficientes para até 72 horas. A medida, divulgada neste...

Gilmar Mendes homenageia Cristiano Ronaldo: “Obrigado, CR7”

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes publicou, neste sábado (7/11), uma homenagem ao jogador Cristiano Ronaldo, que anunciou, na última quinta-feira...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Do Som Brasil ao Mais Você: Nilton Travesso, ícone da TV brasileira, morre aos 92 anos

Morreu nesta sexta-feira (6), aos 92 anos, Nilton Travesso, um dos grandes nomes da história da televisão brasileira. Com mais de 70 anos de...

Governo aprova plano de transição energética

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, nesta sexta-feira (6), o Plano de Transição Energética (Plante), que reúne e organiza as ações do...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Justiça volta atrás e proíbe três bets de funcionar no Brasil

A Justiça voltou atrás e proibiu novamente o funcionamento de três casas de apostas no Brasil. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (6) pelo...

Governo vai recorrer de decisão que liberou três bets no Brasil

O governo federal informou nesta sexta-feira (6) que vai recorrer da decisão da Justiça que autorizou três bets a voltarem a funcionar no Brasil....
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Defesa Civil explica orientação para kit de emergência de 72 horas

A Defesa Civil Nacional recomenda que as famílias mantenham um kit de emergência com suprimentos suficientes para até 72 horas. A medida, divulgada neste...

Gilmar Mendes homenageia Cristiano Ronaldo: “Obrigado, CR7”

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes publicou, neste sábado (7/11), uma homenagem ao jogador Cristiano Ronaldo, que anunciou, na última quinta-feira...

Do Som Brasil ao Mais Você: Nilton Travesso, ícone da TV brasileira, morre aos 92 anos

Morreu nesta sexta-feira (6), aos 92 anos, Nilton Travesso, um dos grandes nomes da história da televisão brasileira. Com mais de 70 anos de...

Governo aprova plano de transição energética

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou, nesta sexta-feira (6), o Plano de Transição Energética (Plante), que reúne e organiza as ações do...

Justiça volta atrás e proíbe três bets de funcionar no Brasil

A Justiça voltou atrás e proibiu novamente o funcionamento de três casas de apostas no Brasil. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (6) pelo...

Governo vai recorrer de decisão que liberou três bets no Brasil

O governo federal informou nesta sexta-feira (6) que vai recorrer da decisão da Justiça que autorizou três bets a voltarem a funcionar no Brasil....
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]