Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Alimentação com arroz e feijão reduz riscos de doenças, diz estudo

Uma alimentação baseada em comidas tradicionais brasileiras, como arroz e feijão, continua sendo uma das estratégias mais eficazes para manter a saúde e o peso equilibrado. É o que diz um estudo da Fiocruz, da Universidade de São Paulo (USP) e de universidades federais de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Rio Grande do Sul.

Os resultados do estudo constam de boletim especial com os resultados mais recentes do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa-Brasil). O levantamento reuniu dados de mais de 15 mil participantes e analisou como os hábitos alimentares se refletem na prevenção de doenças crônicas.

O estudo concluiu que arroz e feijão são aliados da saúde, enquanto excesso de sal, bebidas alcoólicas e alimentos ultraprocessados causam prejuízos.

Arroz e feijão: os benefícios

Segundo o boletim, seguir um padrão alimentar típico do Brasil — com arroz, feijão e alimentos frescos, como frutas, verduras, castanhas e peixes — está relacionado à redução de peso e da gordura corporal ao longo do tempo.

Café e laticínios também se mostraram benéficos, segundo o estudo. Beber de duas a três xícaras pequenas de café por dia esteve associado a menor risco de diabetes e hipertensão, além de melhor desempenho cognitivo em pessoas com mais de 65 anos.

Os laticínios, principalmente os desnatados, estiveram ligados a menor pressão arterial e melhor saúde cardiovascular. Quem consumia mais desses produtos teve até 64% menos risco de morrer por doenças do coração.


Leia mais:

Descubra os poderosos alimentos da Amazônia que podem aumentar sua longevidade

Cuidados na gravidez: Saiba quais os alimentos que as gestantes não deveriam comer


Excesso de sal, álcool e produtos processados

O estudo aponta que o consumo de sal segue muito acima do ideal. A média encontrada foi de 11 gramas por dia, mais que o dobro do limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Homens consomem cerca de 38% mais sal do que mulheres, o que mostra diferenças importantes entre os grupos.

Os pesquisadores também alertam que a dieta moderna, marcada pela presença de produtos ultraprocessados, está diretamente ligada ao aumento de doenças. Os efeitos negativos dos ultraprocessados, como refrigerantes, sucos industrializados, biscoitos, embutidos e salgadinhos, foram consistentes em todas as análises.

Pessoas que aumentaram em 10% o consumo diário desses produtos tiveram risco 10% maior de morrer por qualquer causa e 11% maior de morrer por doenças crônicas.

Além disso, o estudo encontrou relação entre o consumo elevado desses alimentos e o aumento de casos de depressão.

Entre os participantes, quem consumia diariamente um copo médio de refrigerante tinha até 23% mais risco de desenvolver hipertensão, diabetes e síndrome metabólica.

Metade dos participantes relatou consumir bebidas alcoólicas regularmente. A cerveja foi a mais comum, seguida de destilados entre os homens e vinho entre as mulheres. O consumo excessivo de álcool elevou o risco de hipertensão, obesidade abdominal e triglicerídeos altos, efeitos que se mostraram mais fortes nos homens.

As descobertas também trazem orientações diretas para o dia a dia: dar preferência a alimentos frescos, valorizar o café e os laticínios com moderação e manter o tradicional prato de arroz e feijão no centro da alimentação.

*Com informações de Metrópoles

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Uma alimentação baseada em comidas tradicionais brasileiras, como arroz e feijão, continua sendo uma das estratégias mais eficazes para manter a saúde e o peso equilibrado. É o que diz um estudo da Fiocruz, da Universidade de São Paulo (USP) e de universidades federais de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Rio Grande do Sul.

Os resultados do estudo constam de boletim especial com os resultados mais recentes do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa-Brasil). O levantamento reuniu dados de mais de 15 mil participantes e analisou como os hábitos alimentares se refletem na prevenção de doenças crônicas.

O estudo concluiu que arroz e feijão são aliados da saúde, enquanto excesso de sal, bebidas alcoólicas e alimentos ultraprocessados causam prejuízos.

Arroz e feijão: os benefícios

Segundo o boletim, seguir um padrão alimentar típico do Brasil — com arroz, feijão e alimentos frescos, como frutas, verduras, castanhas e peixes — está relacionado à redução de peso e da gordura corporal ao longo do tempo.

Café e laticínios também se mostraram benéficos, segundo o estudo. Beber de duas a três xícaras pequenas de café por dia esteve associado a menor risco de diabetes e hipertensão, além de melhor desempenho cognitivo em pessoas com mais de 65 anos.

Os laticínios, principalmente os desnatados, estiveram ligados a menor pressão arterial e melhor saúde cardiovascular. Quem consumia mais desses produtos teve até 64% menos risco de morrer por doenças do coração.


Leia mais:

Descubra os poderosos alimentos da Amazônia que podem aumentar sua longevidade

Cuidados na gravidez: Saiba quais os alimentos que as gestantes não deveriam comer


Excesso de sal, álcool e produtos processados

O estudo aponta que o consumo de sal segue muito acima do ideal. A média encontrada foi de 11 gramas por dia, mais que o dobro do limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Homens consomem cerca de 38% mais sal do que mulheres, o que mostra diferenças importantes entre os grupos.

Os pesquisadores também alertam que a dieta moderna, marcada pela presença de produtos ultraprocessados, está diretamente ligada ao aumento de doenças. Os efeitos negativos dos ultraprocessados, como refrigerantes, sucos industrializados, biscoitos, embutidos e salgadinhos, foram consistentes em todas as análises.

Pessoas que aumentaram em 10% o consumo diário desses produtos tiveram risco 10% maior de morrer por qualquer causa e 11% maior de morrer por doenças crônicas.

Além disso, o estudo encontrou relação entre o consumo elevado desses alimentos e o aumento de casos de depressão.

Entre os participantes, quem consumia diariamente um copo médio de refrigerante tinha até 23% mais risco de desenvolver hipertensão, diabetes e síndrome metabólica.

Metade dos participantes relatou consumir bebidas alcoólicas regularmente. A cerveja foi a mais comum, seguida de destilados entre os homens e vinho entre as mulheres. O consumo excessivo de álcool elevou o risco de hipertensão, obesidade abdominal e triglicerídeos altos, efeitos que se mostraram mais fortes nos homens.

As descobertas também trazem orientações diretas para o dia a dia: dar preferência a alimentos frescos, valorizar o café e os laticínios com moderação e manter o tradicional prato de arroz e feijão no centro da alimentação.

*Com informações de Metrópoles

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Corrida pode soltar o intestino? Entenda por que isso acontece

Episódios de urgência para evacuar durante provas de corrida são mais comuns do que parecem. O assunto voltou a chamar atenção após a australiana...

Conservantes de alimentos industrializados são associados a maior risco de hipertensão

Estudo francês publicado no European Heart Journal aponta que o consumo elevado de determinados conservantes presentes em alimentos industrializados está associado a maior risco...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Oncologista alerta para sinais que podem indicar câncer ginecológico

O câncer do colo do útero está entre os principais tumores ginecológicos que atingem mulheres e tem maior incidência na região Norte, segundo o...

Caroço que não some pode ser um alerta do corpo, diz Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde divulgou um alerta à população sobre a importância de investigar caroços que não desaparecem do corpo. Segundo a pasta, um...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Sujeira acumulada no sofá pode agravar quadros de rinite e sinusite

Sofás e estofados sem higienização periódica podem acumular ácaros, fungos e bactérias capazes de agravar quadros de rinite e sinusite, alerta o técnico em...

David Assayag será homenageado por escola de samba de São Paulo

A voz que ajudou a transformar as toadas de Parintins em símbolo da cultura amazonense vai ganhar a avenida do samba em São Paulo....
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Corrida pode soltar o intestino? Entenda por que isso acontece

Episódios de urgência para evacuar durante provas de corrida são mais comuns do que parecem. O assunto voltou a chamar atenção após a australiana...

Conservantes de alimentos industrializados são associados a maior risco de hipertensão

Estudo francês publicado no European Heart Journal aponta que o consumo elevado de determinados conservantes presentes em alimentos industrializados está associado a maior risco...

Oncologista alerta para sinais que podem indicar câncer ginecológico

O câncer do colo do útero está entre os principais tumores ginecológicos que atingem mulheres e tem maior incidência na região Norte, segundo o...

Caroço que não some pode ser um alerta do corpo, diz Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde divulgou um alerta à população sobre a importância de investigar caroços que não desaparecem do corpo. Segundo a pasta, um...

Sujeira acumulada no sofá pode agravar quadros de rinite e sinusite

Sofás e estofados sem higienização periódica podem acumular ácaros, fungos e bactérias capazes de agravar quadros de rinite e sinusite, alerta o técnico em...

David Assayag será homenageado por escola de samba de São Paulo

A voz que ajudou a transformar as toadas de Parintins em símbolo da cultura amazonense vai ganhar a avenida do samba em São Paulo....
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]