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Arrancar as pelinhas das unhas pode ser sinal de um transtorno psicológico

Roer as unhas ou arrancar constantemente as pelinhas ao redor dos dedos é um hábito comum, especialmente em momentos de ansiedade, estresse ou nervosismo. No entanto, quando esse comportamento se torna frequente, provoca feridas e parece impossível de controlar, ele pode ser um sinal do transtorno de escoriação, também conhecido como dermatilomania.

A condição leva a pessoa a cutucar, coçar ou manipular repetidamente a própria pele, causando lesões que podem variar de pequenas feridas a danos mais graves.

O comportamento geralmente é precedido por uma sensação de tensão ou ansiedade. O ato de arrancar a pele gera um alívio momentâneo, criando um ciclo difícil de interromper. Em muitos casos, a pessoa realiza a ação de forma automática, sem perceber, enquanto outras reconhecem o problema, mas não conseguem parar mesmo após várias tentativas.


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Além dos ferimentos, o transtorno pode trazer impactos emocionais significativos. Muitas pessoas sentem vergonha das marcas deixadas nas mãos e nos dedos, evitam expor as áreas machucadas e enfrentam problemas de autoestima. A condição também costuma estar associada a outros transtornos, como ansiedade, depressão e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

O diagnóstico é feito por profissionais de saúde mental e o tratamento mais indicado é a terapia cognitivo-comportamental, especialmente técnicas de reversão de hábito. Em alguns casos, medicamentos podem ser utilizados para auxiliar no controle dos sintomas.

O importante alerta que o sinal de atenção surge quando o hábito passa a causar lesões frequentes, sofrimento emocional ou prejuízos à rotina, situações em que a busca por ajuda profissional se torna fundamental.

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Roer as unhas ou arrancar constantemente as pelinhas ao redor dos dedos é um hábito comum, especialmente em momentos de ansiedade, estresse ou nervosismo. No entanto, quando esse comportamento se torna frequente, provoca feridas e parece impossível de controlar, ele pode ser um sinal do transtorno de escoriação, também conhecido como dermatilomania.

A condição leva a pessoa a cutucar, coçar ou manipular repetidamente a própria pele, causando lesões que podem variar de pequenas feridas a danos mais graves.

O comportamento geralmente é precedido por uma sensação de tensão ou ansiedade. O ato de arrancar a pele gera um alívio momentâneo, criando um ciclo difícil de interromper. Em muitos casos, a pessoa realiza a ação de forma automática, sem perceber, enquanto outras reconhecem o problema, mas não conseguem parar mesmo após várias tentativas.


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