Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Cantinho do Mingau, exemplo de empreendedorismo no segmento de ‘food service’ em Manaus

Um dos segmentos da economia que mais cresceram no Brasil nos últimos anos e mantém perspectivas positivas para 2026, devendo movimentar R$ 287 bilhões, é o chamado “food service”, do qual fazem parte serviços de alimentação atendidos por estabelecimentos que preparam e vendem refeições para consumo fora de casa ou para delivery. No Amazonas, onde o setor também desponta, um dos desafios é manter a qualidade do produto sempre a mesma, inovar e seguir conquistando novos clientes.

Um exemplo da força deste segmento está em franco crescimento num dos bairros mais tradicionais de Manaus, a Chapada, na Zona Centro-Sul de Manaus. Na rua principal do bairro funciona o Cantinho do Mingau, um pequeno empreendimento iniciado há 14 anos numa banca móvel na avenida Djalma Batista e que quase foi à falência durante a pandemia da Covid-19 (2020 e 2021).

Das quase cinzas, o empresário José Francisco transferiu o negócio para um imóvel na Chapada, manteve a clientela da Djalma Batista e ganhou novos fãs de um cardápio cujo carro-chefe são três tipos de mingaus, salada de fruta, açaí com diferentes misturas e agora, a inovação também é necessária, milho recheado no pote.

“Trabalhamos com três tipos de mingau: munguzá e munguzá com coco, banana com tapioca, arroz-doce com castanha. Esses são os nossos carros-chefes, mas temos no cardápio salada de frutas, açaí e o lançamento do milho recheado no pote”, enumera Francisco.

José Francisco e um exemplar de milho verde recheado no pote
José Francisco e um exemplar de milho verde recheado no pote

Saiba mais:

Café da manhã amazonense: uma luta entre a herança regional e a pressa da vida moderna

Mandioca e macaxeira: a maior contribuição dos povos originários à gastronomia amazonense


Volume de produção e geração de emprego

O sucesso do empreendimento pode hoje ser medido em números expressivos de produção e também geração de empregos. Conforme Francisco, para colocar o cantinho em movimento são necessários onze pessoas, dez delas funcionários contratados para diferentes momentos da operação. “Tem gente que começa pela manhã e outras que chegam à tarde, quando começa o movimento dos clientes“, explicou.

A produção também impressiona. Diariamente são, conforme a contabilidade de Francisco, 80 litros de munguzá, 70 litros de banana e 30 litros de arroz-doce com castanha e 50 litros de salada de frutas, além de volumes menores de açaí e o milho recheado.

Como todo o empreendedor, Francisco lembra dos ‘perrengues” da atividade, que começou com um carrinho no qual ela fazia uma rota pelas ruas da Chapada e no meio da tarde se fixava na passarela do Amazonas Shopping, aproveitando o fluxo de pessoas que saíam do centro comercial e os alunos da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), que têm duas unidades funcionando próximas, a Escola Normal Superior (ENS) e a Escola Superior de Tecnologia (EST). Caminhando para a noite, o carrinho era reabastecido e se fixava próximo a uma universidade particular também na avenida Djalma Batista.

Com a pandemia, a rota foi interrompida e ele se fixou numa calçada até que em dezembro de 2024 conseguiu um imóvel na rua principal do bairro para montar a loja, hoje bastante frequentada a partir das 15h quando os primeiros clientes começam a chegar, num movimento que vai até as primeiras horas da noite.

Confira a reportagem na íntegra:

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Um dos segmentos da economia que mais cresceram no Brasil nos últimos anos e mantém perspectivas positivas para 2026, devendo movimentar R$ 287 bilhões, é o chamado “food service”, do qual fazem parte serviços de alimentação atendidos por estabelecimentos que preparam e vendem refeições para consumo fora de casa ou para delivery. No Amazonas, onde o setor também desponta, um dos desafios é manter a qualidade do produto sempre a mesma, inovar e seguir conquistando novos clientes.

Um exemplo da força deste segmento está em franco crescimento num dos bairros mais tradicionais de Manaus, a Chapada, na Zona Centro-Sul de Manaus. Na rua principal do bairro funciona o Cantinho do Mingau, um pequeno empreendimento iniciado há 14 anos numa banca móvel na avenida Djalma Batista e que quase foi à falência durante a pandemia da Covid-19 (2020 e 2021).

Das quase cinzas, o empresário José Francisco transferiu o negócio para um imóvel na Chapada, manteve a clientela da Djalma Batista e ganhou novos fãs de um cardápio cujo carro-chefe são três tipos de mingaus, salada de fruta, açaí com diferentes misturas e agora, a inovação também é necessária, milho recheado no pote.

“Trabalhamos com três tipos de mingau: munguzá e munguzá com coco, banana com tapioca, arroz-doce com castanha. Esses são os nossos carros-chefes, mas temos no cardápio salada de frutas, açaí e o lançamento do milho recheado no pote”, enumera Francisco.

José Francisco e um exemplar de milho verde recheado no pote
José Francisco e um exemplar de milho verde recheado no pote

Saiba mais:

Café da manhã amazonense: uma luta entre a herança regional e a pressa da vida moderna

Mandioca e macaxeira: a maior contribuição dos povos originários à gastronomia amazonense


Volume de produção e geração de emprego

O sucesso do empreendimento pode hoje ser medido em números expressivos de produção e também geração de empregos. Conforme Francisco, para colocar o cantinho em movimento são necessários onze pessoas, dez delas funcionários contratados para diferentes momentos da operação. “Tem gente que começa pela manhã e outras que chegam à tarde, quando começa o movimento dos clientes“, explicou.

A produção também impressiona. Diariamente são, conforme a contabilidade de Francisco, 80 litros de munguzá, 70 litros de banana e 30 litros de arroz-doce com castanha e 50 litros de salada de frutas, além de volumes menores de açaí e o milho recheado.

Como todo o empreendedor, Francisco lembra dos ‘perrengues” da atividade, que começou com um carrinho no qual ela fazia uma rota pelas ruas da Chapada e no meio da tarde se fixava na passarela do Amazonas Shopping, aproveitando o fluxo de pessoas que saíam do centro comercial e os alunos da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), que têm duas unidades funcionando próximas, a Escola Normal Superior (ENS) e a Escola Superior de Tecnologia (EST). Caminhando para a noite, o carrinho era reabastecido e se fixava próximo a uma universidade particular também na avenida Djalma Batista.

Com a pandemia, a rota foi interrompida e ele se fixou numa calçada até que em dezembro de 2024 conseguiu um imóvel na rua principal do bairro para montar a loja, hoje bastante frequentada a partir das 15h quando os primeiros clientes começam a chegar, num movimento que vai até as primeiras horas da noite.

Confira a reportagem na íntegra:

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Corrida pode soltar o intestino? Entenda por que isso acontece

Episódios de urgência para evacuar durante provas de corrida são mais comuns do que parecem. O assunto voltou a chamar atenção após a australiana...

Conservantes de alimentos industrializados são associados a maior risco de hipertensão

Estudo francês publicado no European Heart Journal aponta que o consumo elevado de determinados conservantes presentes em alimentos industrializados está associado a maior risco...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Oncologista alerta para sinais que podem indicar câncer ginecológico

O câncer do colo do útero está entre os principais tumores ginecológicos que atingem mulheres e tem maior incidência na região Norte, segundo o...

Caroço que não some pode ser um alerta do corpo, diz Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde divulgou um alerta à população sobre a importância de investigar caroços que não desaparecem do corpo. Segundo a pasta, um...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Sujeira acumulada no sofá pode agravar quadros de rinite e sinusite

Sofás e estofados sem higienização periódica podem acumular ácaros, fungos e bactérias capazes de agravar quadros de rinite e sinusite, alerta o técnico em...

David Assayag será homenageado por escola de samba de São Paulo

A voz que ajudou a transformar as toadas de Parintins em símbolo da cultura amazonense vai ganhar a avenida do samba em São Paulo....
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Corrida pode soltar o intestino? Entenda por que isso acontece

Episódios de urgência para evacuar durante provas de corrida são mais comuns do que parecem. O assunto voltou a chamar atenção após a australiana...

Conservantes de alimentos industrializados são associados a maior risco de hipertensão

Estudo francês publicado no European Heart Journal aponta que o consumo elevado de determinados conservantes presentes em alimentos industrializados está associado a maior risco...

Oncologista alerta para sinais que podem indicar câncer ginecológico

O câncer do colo do útero está entre os principais tumores ginecológicos que atingem mulheres e tem maior incidência na região Norte, segundo o...

Caroço que não some pode ser um alerta do corpo, diz Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde divulgou um alerta à população sobre a importância de investigar caroços que não desaparecem do corpo. Segundo a pasta, um...

Sujeira acumulada no sofá pode agravar quadros de rinite e sinusite

Sofás e estofados sem higienização periódica podem acumular ácaros, fungos e bactérias capazes de agravar quadros de rinite e sinusite, alerta o técnico em...

David Assayag será homenageado por escola de samba de São Paulo

A voz que ajudou a transformar as toadas de Parintins em símbolo da cultura amazonense vai ganhar a avenida do samba em São Paulo....
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]