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Casos de mpox aumentam em Manaus e autoridades reforçam alerta sobre prevenção e cuidados

A mpox pode afetar qualquer pessoa, independentemente de gênero, orientação sexual ou idade. Informação e prevenção são ferramentas fundamentais para interromper a cadeia de transmissão

Entre janeiro e abril deste ano, Manaus registrou 27 casos confirmados de mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos. Todos os infectados são homens, segundo dados da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), divulgados na quarta-feira (16/4).

Ao todo, o estado notificou 52 casos suspeitos da doença entre 1º de janeiro e 16 de abril. Destes, 27 foram confirmados, 23 descartados após investigação, e dois ainda estão sob análise. Até o momento, não há registro de mortes pela doença no Amazonas.

A faixa etária mais atingida compreende homens entre 30 e 39 anos, que representam 59,3% dos casos. Em seguida, estão os grupos de 20 a 29 anos (25,9%) e de 40 a 49 anos (14,8%). Os sintomas mais relatados pelos pacientes incluem febre e lesões na pele (63%), cansaço intenso (59%) e feridas nas mucosas (56%).

O que é a mpox?

A mpox é uma infecção viral causada pelo vírus Monkeypox, pertencente à mesma família da varíola humana, porém menos letal. A transmissão ocorre principalmente por contato direto e prolongado com lesões de pele, secreções corporais, fluidos respiratórios ou objetos contaminados.

O contato íntimo — incluindo relações sexuais — tem sido um dos principais fatores de transmissão nos surtos recentes. Apesar do nome antigo, a infecção não tem relação exclusiva com macacos.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da mpox é clínico e laboratorial. Os profissionais de saúde avaliam os sintomas, especialmente as lesões características na pele, além de possíveis exposições ao vírus.

Para confirmar o caso, é necessário realizar exame laboratorial (RT-PCR) com coleta de material das lesões. Em Manaus, o exame pode ser solicitado em unidades básicas de saúde (UBS) e centros de referência para infecções virais.


Leia mais:

São Paulo registra primeiro caso de nova cepa de mpox no Brasil

Amazonas registra 13 mortes por Covid-19 em 2025, aponta FVS


Existe tratamento?

Não há tratamento específico para a mpox, mas os sintomas costumam ser leves na maioria dos casos e desaparecem entre duas a quatro semanas. O manejo clínico inclui cuidados com as lesões, controle da febre e hidratação. Em quadros graves ou em pacientes imunossuprimidos, pode haver necessidade de internação e uso de antivirais, como o tecovirimat — ainda em fase de disponibilidade restrita no Brasil.

O isolamento do paciente é essencial até que todas as lesões tenham cicatrizado, para evitar novas transmissões.

Prevenção ainda é o melhor remédio

Diante da alta de casos, as autoridades reforçam orientações para conter a propagação da doença. As principais medidas de prevenção incluem:

  • Evitar contato direto com lesões ou fluidos de pessoas infectadas;

  • Lavar as mãos com frequência ou usar álcool em gel;

  • Usar preservativo em todas as relações sexuais;

  • Cobrir o rosto ao tossir ou espirrar;

  • Utilizar máscara em locais fechados e pouco ventilados;

  • Manter a higiene de objetos de uso pessoal.

Em caso de suspeita, o que fazer?

Pessoas com sintomas suspeitos devem procurar atendimento médico imediato. Em Manaus, a rede municipal de saúde conta com UBSs que podem encaminhar o caso para testagem e acompanhamento. A FVS-RCP também mantém uma vigilância ativa sobre os novos registros.

A mpox pode afetar qualquer pessoa, independentemente de gênero, orientação sexual ou idade. Informação e prevenção são ferramentas fundamentais para interromper a cadeia de transmissão.

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Entre janeiro e abril deste ano, Manaus registrou 27 casos confirmados de mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos. Todos os infectados são homens, segundo dados da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), divulgados na quarta-feira (16/4).

Ao todo, o estado notificou 52 casos suspeitos da doença entre 1º de janeiro e 16 de abril. Destes, 27 foram confirmados, 23 descartados após investigação, e dois ainda estão sob análise. Até o momento, não há registro de mortes pela doença no Amazonas.

A faixa etária mais atingida compreende homens entre 30 e 39 anos, que representam 59,3% dos casos. Em seguida, estão os grupos de 20 a 29 anos (25,9%) e de 40 a 49 anos (14,8%). Os sintomas mais relatados pelos pacientes incluem febre e lesões na pele (63%), cansaço intenso (59%) e feridas nas mucosas (56%).

O que é a mpox?

A mpox é uma infecção viral causada pelo vírus Monkeypox, pertencente à mesma família da varíola humana, porém menos letal. A transmissão ocorre principalmente por contato direto e prolongado com lesões de pele, secreções corporais, fluidos respiratórios ou objetos contaminados.

O contato íntimo — incluindo relações sexuais — tem sido um dos principais fatores de transmissão nos surtos recentes. Apesar do nome antigo, a infecção não tem relação exclusiva com macacos.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico da mpox é clínico e laboratorial. Os profissionais de saúde avaliam os sintomas, especialmente as lesões características na pele, além de possíveis exposições ao vírus.

Para confirmar o caso, é necessário realizar exame laboratorial (RT-PCR) com coleta de material das lesões. Em Manaus, o exame pode ser solicitado em unidades básicas de saúde (UBS) e centros de referência para infecções virais.


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Existe tratamento?

Não há tratamento específico para a mpox, mas os sintomas costumam ser leves na maioria dos casos e desaparecem entre duas a quatro semanas. O manejo clínico inclui cuidados com as lesões, controle da febre e hidratação. Em quadros graves ou em pacientes imunossuprimidos, pode haver necessidade de internação e uso de antivirais, como o tecovirimat — ainda em fase de disponibilidade restrita no Brasil.

O isolamento do paciente é essencial até que todas as lesões tenham cicatrizado, para evitar novas transmissões.

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  • Evitar contato direto com lesões ou fluidos de pessoas infectadas;

  • Lavar as mãos com frequência ou usar álcool em gel;

  • Usar preservativo em todas as relações sexuais;

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