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Ceia de Natal requer cuidados especiais para quem faz tratamento oncológico

Com a proximidade das festas de fim de ano, especialistas alertam para os cuidados necessários na alimentação, especialmente entre pacientes em tratamento contra o câncer. Embora o período seja marcado por refeições fartas e encontros familiares, escolhas inadequadas podem causar desconforto e riscos à saúde. A recomendação é da nutricionista oncológica Suriel Melo, da Oncológica do Brasil.

Segundo a especialista, o final do ano costuma ser desafiador para quem enfrenta tratamentos como quimioterapia e radioterapia, que frequentemente provocam alterações no paladar, náuseas, perda de apetite e maior vulnerabilidade a infecções.

“A ceia pode ser prazerosa, mas é fundamental adaptar o cardápio às necessidades do organismo. Pequenos ajustes evitam mal-estar e garantem segurança alimentar”, afirma.

O que deve compor a ceia de pacientes oncológicos

A nutricionista destaca que o ideal é priorizar pratos leves e bem cozidos. Entre as opções recomendadas estão:

  • Carnes magras assadas ou cozidas, como peru, frango e peixe;
  • Frutas ricas em água, como melão, pera e uva;
  • Arroz, purês, legumes cozidos e saladas devidamente higienizadas;
  • Castanhas e nozes em pequenas porções;
  • Hidratação frequente, com água, água de coco e sucos naturais.

“Preparações de fácil digestão ajudam a reduzir enjoos e desconfortos gastrointestinais comuns durante o tratamento”, reforça Melo.


Leia mais

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Alimentos que devem ser evitados

Alguns itens típicos das ceias podem oferecer risco, sobretudo para pacientes com baixa imunidade. Entre os alimentos que devem ser evitados estão:

  • Carnes cruas ou mal-passadas e preparações com ovos crus;
  • Frituras, pratos gordurosos e temperos fortes;
  • Bebidas alcoólicas, que podem interagir com medicamentos;
  • Sobremesas muito açucaradas;
  • Saladas cruas sem higienização adequada.

De acordo com a nutricionista, a prioridade deve ser a segurança dos alimentos. “O paciente em tratamento está mais exposto a infecções e intoxicações. Por isso, é essencial evitar comidas que ficaram muito tempo fora da refrigeração ou de origem duvidosa”, destaca.

Recomendações para quem quer manter o equilíbrio

As orientações também valem para quem deseja atravessar o período festivo sem exageros. A especialista sugere:

  • Começar o prato pelas saladas e legumes;
  • Evitar repetir a refeição automaticamente;
  • Consumir doces com moderação;
  • Reduzir o álcool e alternar com água;
  • Priorizar preparações assadas ou cozidas;
  • Não ficar longos períodos sem comer para evitar excessos à noite.

“O fim de ano é uma celebração. O importante é fazer escolhas conscientes e moderadas, garantindo bem-estar e evitando a sensação de peso no dia seguinte”, conclui Suriel Melo.

 

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Com a proximidade das festas de fim de ano, especialistas alertam para os cuidados necessários na alimentação, especialmente entre pacientes em tratamento contra o câncer. Embora o período seja marcado por refeições fartas e encontros familiares, escolhas inadequadas podem causar desconforto e riscos à saúde. A recomendação é da nutricionista oncológica Suriel Melo, da Oncológica do Brasil.

Segundo a especialista, o final do ano costuma ser desafiador para quem enfrenta tratamentos como quimioterapia e radioterapia, que frequentemente provocam alterações no paladar, náuseas, perda de apetite e maior vulnerabilidade a infecções.

“A ceia pode ser prazerosa, mas é fundamental adaptar o cardápio às necessidades do organismo. Pequenos ajustes evitam mal-estar e garantem segurança alimentar”, afirma.

O que deve compor a ceia de pacientes oncológicos

A nutricionista destaca que o ideal é priorizar pratos leves e bem cozidos. Entre as opções recomendadas estão:

  • Carnes magras assadas ou cozidas, como peru, frango e peixe;
  • Frutas ricas em água, como melão, pera e uva;
  • Arroz, purês, legumes cozidos e saladas devidamente higienizadas;
  • Castanhas e nozes em pequenas porções;
  • Hidratação frequente, com água, água de coco e sucos naturais.

“Preparações de fácil digestão ajudam a reduzir enjoos e desconfortos gastrointestinais comuns durante o tratamento”, reforça Melo.


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  • Carnes cruas ou mal-passadas e preparações com ovos crus;
  • Frituras, pratos gordurosos e temperos fortes;
  • Bebidas alcoólicas, que podem interagir com medicamentos;
  • Sobremesas muito açucaradas;
  • Saladas cruas sem higienização adequada.

De acordo com a nutricionista, a prioridade deve ser a segurança dos alimentos. “O paciente em tratamento está mais exposto a infecções e intoxicações. Por isso, é essencial evitar comidas que ficaram muito tempo fora da refrigeração ou de origem duvidosa”, destaca.

Recomendações para quem quer manter o equilíbrio

As orientações também valem para quem deseja atravessar o período festivo sem exageros. A especialista sugere:

  • Começar o prato pelas saladas e legumes;
  • Evitar repetir a refeição automaticamente;
  • Consumir doces com moderação;
  • Reduzir o álcool e alternar com água;
  • Priorizar preparações assadas ou cozidas;
  • Não ficar longos períodos sem comer para evitar excessos à noite.

“O fim de ano é uma celebração. O importante é fazer escolhas conscientes e moderadas, garantindo bem-estar e evitando a sensação de peso no dia seguinte”, conclui Suriel Melo.

 

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