Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

É só meme ou é tradição? Entenda o Dia Nacional da Ressaca

Não há uma lei, um decreto ou portaria reconhecendo, mas todo ‘bebum” que fica chato, valente e tem toda razão sabe que hoje (28/2) no informal calendário etílico brasileiro, é o “Dia Nacional da Ressaca“, uma efeméride popular que lembra os efeitos danosos do abuso de álcool no dia anterior.

Dia da Ressaca em imagem criada por IA
(Arte: IA)

 

A data pode não ser oficial e nem constar do calendário cívico, mas ganhou popularidade por cair geralmente logo após o período de Carnaval, quando muita gente exagera no consumo de bebidas alcoólicas. Com isso, virou uma espécie de “data simbólica”, usada principalmente em tom bem-humorado pela imprensa, por marcas e nas redes sociais.

A ressaca é o conjunto de sintomas que aparece horas após o consumo excessivo de álcool, geralmente quando a concentração da substância no sangue começa a cair. O etanol provoca desidratação, irrita o estômago, interfere no sono e leva à formação de acetaldeído, composto tóxico produzido no fígado durante a metabolização da bebida.


Saiba mais:

Jambo pede espaço: por que a fruta ainda é pouco aproveitada na culinária local?

Gin com alma amazônica: a bebida do agente 007 ganha novos sabores da floresta


Recuperação é demorada

Os sinais mais comuns da ressaca incluem dor de cabeça, boca seca, náusea, tontura, cansaço, sensibilidade à luz e dificuldade de concentração. O organismo pode levar até 24 horas para se recuperar, dependendo da quantidade ingerida e das características de cada pessoa.

Não existe cura imediata. Hidratação, alimentação leve, repouso e analgésicos utilizados com orientação são as medidas mais adotadas. A estratégia mais usada pelos “bebuns” de todo o mundo é conhecida pela expressão “um gole para melhorar ou rebater”, apenas adia o problema.

Para evitar a ressaca, especialistas recomendam não exagerar na quantidade, beber devagar, intercalar com água e não consumir álcool de estômago vazio.

A diferença entre quem sofre mais e quem aparenta resistência envolve fatores como genética, sexo biológico, peso corporal, velocidade de ingestão e frequência de consumo. Algumas pessoas metabolizam o álcool de forma mais eficiente, enquanto outras acumulam mais rapidamente as substâncias responsáveis pelo mal-estar.

Em todos os casos, o fígado trabalha no mesmo ritmo e há uma certeza: a conta chega para todos, ainda que em horários diferentes.

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Não há uma lei, um decreto ou portaria reconhecendo, mas todo ‘bebum” que fica chato, valente e tem toda razão sabe que hoje (28/2) no informal calendário etílico brasileiro, é o “Dia Nacional da Ressaca“, uma efeméride popular que lembra os efeitos danosos do abuso de álcool no dia anterior.

Dia da Ressaca em imagem criada por IA
(Arte: IA)

 

A data pode não ser oficial e nem constar do calendário cívico, mas ganhou popularidade por cair geralmente logo após o período de Carnaval, quando muita gente exagera no consumo de bebidas alcoólicas. Com isso, virou uma espécie de “data simbólica”, usada principalmente em tom bem-humorado pela imprensa, por marcas e nas redes sociais.

A ressaca é o conjunto de sintomas que aparece horas após o consumo excessivo de álcool, geralmente quando a concentração da substância no sangue começa a cair. O etanol provoca desidratação, irrita o estômago, interfere no sono e leva à formação de acetaldeído, composto tóxico produzido no fígado durante a metabolização da bebida.


Saiba mais:

Jambo pede espaço: por que a fruta ainda é pouco aproveitada na culinária local?

Gin com alma amazônica: a bebida do agente 007 ganha novos sabores da floresta


Recuperação é demorada

Os sinais mais comuns da ressaca incluem dor de cabeça, boca seca, náusea, tontura, cansaço, sensibilidade à luz e dificuldade de concentração. O organismo pode levar até 24 horas para se recuperar, dependendo da quantidade ingerida e das características de cada pessoa.

Não existe cura imediata. Hidratação, alimentação leve, repouso e analgésicos utilizados com orientação são as medidas mais adotadas. A estratégia mais usada pelos “bebuns” de todo o mundo é conhecida pela expressão “um gole para melhorar ou rebater”, apenas adia o problema.

Para evitar a ressaca, especialistas recomendam não exagerar na quantidade, beber devagar, intercalar com água e não consumir álcool de estômago vazio.

A diferença entre quem sofre mais e quem aparenta resistência envolve fatores como genética, sexo biológico, peso corporal, velocidade de ingestão e frequência de consumo. Algumas pessoas metabolizam o álcool de forma mais eficiente, enquanto outras acumulam mais rapidamente as substâncias responsáveis pelo mal-estar.

Em todos os casos, o fígado trabalha no mesmo ritmo e há uma certeza: a conta chega para todos, ainda que em horários diferentes.

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Cobrança para dar conta de tudo leva mulheres à exaustão, alerta psicóloga

A psicóloga Liege Menezes alertou para os sinais de esgotamento emocional em mulheres durante entrevista ao programa Conexão Onda, da Rede Onda Digital, nesta...

Anvisa aprova novo medicamento para tratar lúpus

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova indicação terapêutica para o obinutuzumabe, medicamento comercializado como Gazyva. A autorização contempla adultos com...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Meningite: vacina e atendimento rápido previnem casos graves

O Brasil registrou redução de 18,2% nos casos confirmados de meningite entre 2023 e 2025. Ainda assim, foram contabilizados 8.623 casos em 2026, segundo...

Sintomas emocionais podem esconder doenças da tireoide; veja quando investigar

Sintomas como ansiedade, tristeza, irritabilidade e falta de disposição nem sempre estão relacionados exclusivamente à saúde mental. Em alguns casos, essas manifestações podem estar...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Como o uso diário de sapatos pode afetar seus ossos?

Uma pesquisa publicada em setembro de 2026 na revista científica Journal of Anatomy identificou diferenças na estrutura interna dos ossos do tornozelo entre pessoas...

Estresse pode afetar o intestino e agravar sintomas como diarreia e prisão de ventre

Dor na barriga antes de uma situação difícil, vontade repentina de ir ao banheiro em momentos de ansiedade ou prisão de ventre durante períodos...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Cobrança para dar conta de tudo leva mulheres à exaustão, alerta psicóloga

A psicóloga Liege Menezes alertou para os sinais de esgotamento emocional em mulheres durante entrevista ao programa Conexão Onda, da Rede Onda Digital, nesta...

Anvisa aprova novo medicamento para tratar lúpus

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma nova indicação terapêutica para o obinutuzumabe, medicamento comercializado como Gazyva. A autorização contempla adultos com...

Meningite: vacina e atendimento rápido previnem casos graves

O Brasil registrou redução de 18,2% nos casos confirmados de meningite entre 2023 e 2025. Ainda assim, foram contabilizados 8.623 casos em 2026, segundo...

Sintomas emocionais podem esconder doenças da tireoide; veja quando investigar

Sintomas como ansiedade, tristeza, irritabilidade e falta de disposição nem sempre estão relacionados exclusivamente à saúde mental. Em alguns casos, essas manifestações podem estar...

Como o uso diário de sapatos pode afetar seus ossos?

Uma pesquisa publicada em setembro de 2026 na revista científica Journal of Anatomy identificou diferenças na estrutura interna dos ossos do tornozelo entre pessoas...

Estresse pode afetar o intestino e agravar sintomas como diarreia e prisão de ventre

Dor na barriga antes de uma situação difícil, vontade repentina de ir ao banheiro em momentos de ansiedade ou prisão de ventre durante períodos...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]