Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Você sabia? Esquizofrenia pode se manifestar de sete formas diferentes

A esquizofrenia é um transtorno mental grave que interfere na forma como a pessoa pensa, sente e interpreta a realidade. Entre os sintomas mais comuns estão ouvir vozes, acreditar em situações que não existem, dificuldade de organizar pensamentos e mudanças no comportamento. Apesar de muita gente conhecer o nome da doença, poucas sabem que ela pode se manifestar de maneiras diferentes.

Especialistas explicam que não existe uma causa única para a esquizofrenia. O problema costuma surgir pela combinação de fatores genéticos, alterações no cérebro e experiências do ambiente, como traumas, estresse intenso ou uso de drogas.

A esquizofrenia se divide em sete tipos diferentes, e cada um deles traz graus de intensidades e tratamentos diferentes. Veja agora quais são.

Esquizofrenia paranoide

É o tipo mais comum e costuma provocar pensamentos de perseguição. A pessoa pode acreditar que está sendo observada, enganada ou ameaçada, mesmo sem provas.

Também é frequente ouvir vozes que outras pessoas não escutam. Essas alucinações podem causar medo e mudar a rotina do paciente.

(Foto: Getty Images)

O tratamento geralmente combina medicamentos e terapia psicológica para ajudar no controle dos delírios e na melhora da qualidade de vida.

Esquizofrenia desorganizada

Também chamada de hebefrênica, costuma surgir em pessoas jovens e afeta principalmente os pensamentos e o comportamento.

Quem apresenta esse tipo pode ter fala confusa, dificuldade de manter uma conversa lógica e atitudes inadequadas para algumas situações.

Além dos remédios, o acompanhamento psicológico e o apoio familiar ajudam no desenvolvimento de habilidades para o dia a dia.

Esquizofrenia catatônica

Nesse tipo, os sintomas afetam diretamente os movimentos do corpo. A pessoa pode permanecer imóvel por longos períodos ou apresentar rigidez muscular.

Em alguns casos, também podem ocorrer movimentos repetitivos ou episódios de agitação intensa.

O tratamento envolve medicamentos e acompanhamento médico, podendo incluir fisioterapia e terapia ocupacional.

Depressão pós-esquizofrênica

Ocorre quando a pessoa, após episódios da doença, passa a apresentar sintomas de depressão, como tristeza profunda e falta de interesse pelas atividades.

Mesmo após melhora dos surtos psicóticos, podem permanecer dificuldades emocionais e isolamento social.

O acompanhamento psicológico e o uso de medicamentos ajudam a reduzir o sofrimento emocional e prevenir agravamentos.

(A doença foi tema na novela “Caminho das Índias”/2008 Bruno Gagliasso viveu o personagem Tarso, que sofria de esquizofrenia paranoide: Foto – Reprodução)

Esquizofrenia residual

É caracterizada pela redução dos sintomas mais intensos, embora sinais da doença ainda permaneçam.

A pessoa pode apresentar desânimo, dificuldade emocional e menor interesse pelas atividades diárias.

O foco do tratamento é melhorar a autonomia e a convivência social com acompanhamento contínuo.


Leia mais

Anvisa aprova uso de medicamento para crianças com doença de Crohn

Sabe o que é Barriga d’água: conheça os sinais da doença ligada à falta de saneamento


Esquizofrenia simples

Esse tipo costuma evoluir lentamente e, geralmente, não apresenta delírios ou alucinações intensas.

Os sinais mais comuns são isolamento social, falta de motivação e perda de interesse pelas atividades.

Por ter sintomas discretos, pode ser confundida com depressão, tornando o diagnóstico mais difícil.

(A esquizofrenia foi abordada também no jogo de videogame Hellblade, de 2017. O game recria a sensação de vozes na cabeça que a protagonista Senua, escuta ao longo do jogo. O uso de fones de ouvido reproduz a perturbação das vozes de forma impressionante: Foto – divulgação/Ninja Theory)

Esquizofrenia indiferenciada

Acontece quando a pessoa apresenta sintomas da doença, mas não se encaixa claramente em um único tipo.

Pode haver mistura de delírios, alterações no comportamento e dificuldades emocionais sem um padrão definido.

Nesses casos, o tratamento é adaptado conforme os sintomas predominantes.

A esquizofrenia tem tratamento?

Embora não tenha cura, a esquizofrenia pode ser controlada. O tratamento costuma incluir medicamentos, terapia psicológica e apoio familiar.

Especialistas alertam que buscar ajuda nos primeiros sinais faz diferença. Quanto mais cedo o acompanhamento começa, maiores podem ser as chances de estabilidade e qualidade de vida.

(*)Com informações do MSD Manuals e Medprev

- Publicidade -[adrotate group="7"]

A esquizofrenia é um transtorno mental grave que interfere na forma como a pessoa pensa, sente e interpreta a realidade. Entre os sintomas mais comuns estão ouvir vozes, acreditar em situações que não existem, dificuldade de organizar pensamentos e mudanças no comportamento. Apesar de muita gente conhecer o nome da doença, poucas sabem que ela pode se manifestar de maneiras diferentes.

Especialistas explicam que não existe uma causa única para a esquizofrenia. O problema costuma surgir pela combinação de fatores genéticos, alterações no cérebro e experiências do ambiente, como traumas, estresse intenso ou uso de drogas.

A esquizofrenia se divide em sete tipos diferentes, e cada um deles traz graus de intensidades e tratamentos diferentes. Veja agora quais são.

Esquizofrenia paranoide

É o tipo mais comum e costuma provocar pensamentos de perseguição. A pessoa pode acreditar que está sendo observada, enganada ou ameaçada, mesmo sem provas.

Também é frequente ouvir vozes que outras pessoas não escutam. Essas alucinações podem causar medo e mudar a rotina do paciente.

(Foto: Getty Images)

O tratamento geralmente combina medicamentos e terapia psicológica para ajudar no controle dos delírios e na melhora da qualidade de vida.

Esquizofrenia desorganizada

Também chamada de hebefrênica, costuma surgir em pessoas jovens e afeta principalmente os pensamentos e o comportamento.

Quem apresenta esse tipo pode ter fala confusa, dificuldade de manter uma conversa lógica e atitudes inadequadas para algumas situações.

Além dos remédios, o acompanhamento psicológico e o apoio familiar ajudam no desenvolvimento de habilidades para o dia a dia.

Esquizofrenia catatônica

Nesse tipo, os sintomas afetam diretamente os movimentos do corpo. A pessoa pode permanecer imóvel por longos períodos ou apresentar rigidez muscular.

Em alguns casos, também podem ocorrer movimentos repetitivos ou episódios de agitação intensa.

O tratamento envolve medicamentos e acompanhamento médico, podendo incluir fisioterapia e terapia ocupacional.

Depressão pós-esquizofrênica

Ocorre quando a pessoa, após episódios da doença, passa a apresentar sintomas de depressão, como tristeza profunda e falta de interesse pelas atividades.

Mesmo após melhora dos surtos psicóticos, podem permanecer dificuldades emocionais e isolamento social.

O acompanhamento psicológico e o uso de medicamentos ajudam a reduzir o sofrimento emocional e prevenir agravamentos.

(A doença foi tema na novela “Caminho das Índias”/2008 Bruno Gagliasso viveu o personagem Tarso, que sofria de esquizofrenia paranoide: Foto – Reprodução)

Esquizofrenia residual

É caracterizada pela redução dos sintomas mais intensos, embora sinais da doença ainda permaneçam.

A pessoa pode apresentar desânimo, dificuldade emocional e menor interesse pelas atividades diárias.

O foco do tratamento é melhorar a autonomia e a convivência social com acompanhamento contínuo.


Leia mais

Anvisa aprova uso de medicamento para crianças com doença de Crohn

Sabe o que é Barriga d’água: conheça os sinais da doença ligada à falta de saneamento


Esquizofrenia simples

Esse tipo costuma evoluir lentamente e, geralmente, não apresenta delírios ou alucinações intensas.

Os sinais mais comuns são isolamento social, falta de motivação e perda de interesse pelas atividades.

Por ter sintomas discretos, pode ser confundida com depressão, tornando o diagnóstico mais difícil.

(A esquizofrenia foi abordada também no jogo de videogame Hellblade, de 2017. O game recria a sensação de vozes na cabeça que a protagonista Senua, escuta ao longo do jogo. O uso de fones de ouvido reproduz a perturbação das vozes de forma impressionante: Foto – divulgação/Ninja Theory)

Esquizofrenia indiferenciada

Acontece quando a pessoa apresenta sintomas da doença, mas não se encaixa claramente em um único tipo.

Pode haver mistura de delírios, alterações no comportamento e dificuldades emocionais sem um padrão definido.

Nesses casos, o tratamento é adaptado conforme os sintomas predominantes.

A esquizofrenia tem tratamento?

Embora não tenha cura, a esquizofrenia pode ser controlada. O tratamento costuma incluir medicamentos, terapia psicológica e apoio familiar.

Especialistas alertam que buscar ajuda nos primeiros sinais faz diferença. Quanto mais cedo o acompanhamento começa, maiores podem ser as chances de estabilidade e qualidade de vida.

(*)Com informações do MSD Manuals e Medprev

- Publicidade -[adrotate group="9"]

Mais lidas

Estalos no joelho nem sempre indicam lesão; saiba quando procurar ajuda

O joelho pode estalar ao subir escadas, agachar ou levantar de uma cadeira. Para muitas pessoas, o barulho desperta o receio de que a...

Estudo define qual o melhor horário para tomar café, sem prejudicar o coração e o sono

Um estudo observacional com mais de 40 mil adultos americanos, publicado no European Heart Journal, indica qual o melhor horário para consumir café sem...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Pílula, injeção ou DIU: como escolher o anticoncepcional certo?

Escolher um método contraceptivo exige mais do que considerar a praticidade ou seguir a indicação de amigos e familiares. Pílula, injeção, adesivo, anel vaginal,...

Câncer de mama em cadelas e gatas: saiba como identificar sintomas

As campanhas de identificação precoce do câncer de mama também chama a atenção para a saúde dos animais de estimação. Cães e gatos podem...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Cientistas americanos criam pílula anticoncepcional masculina

Pesquisadores da Weill Cornell Medicine, nos Estados Unidos, desenvolveram uma pílula anticoncepcional masculina para ser tomada antes das relações sexuais. O método ainda não foi...

Sono e atividade física: Hélida Tavares destaca hábitos para melhorar produtividade

A rotina de empresários e profissionais que ocupam cargos de liderança exige concentração, tomada de decisões e disposição para lidar com diferentes demandas. Para...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Estalos no joelho nem sempre indicam lesão; saiba quando procurar ajuda

O joelho pode estalar ao subir escadas, agachar ou levantar de uma cadeira. Para muitas pessoas, o barulho desperta o receio de que a...

Estudo define qual o melhor horário para tomar café, sem prejudicar o coração e o sono

Um estudo observacional com mais de 40 mil adultos americanos, publicado no European Heart Journal, indica qual o melhor horário para consumir café sem...

Pílula, injeção ou DIU: como escolher o anticoncepcional certo?

Escolher um método contraceptivo exige mais do que considerar a praticidade ou seguir a indicação de amigos e familiares. Pílula, injeção, adesivo, anel vaginal,...

Câncer de mama em cadelas e gatas: saiba como identificar sintomas

As campanhas de identificação precoce do câncer de mama também chama a atenção para a saúde dos animais de estimação. Cães e gatos podem...

Cientistas americanos criam pílula anticoncepcional masculina

Pesquisadores da Weill Cornell Medicine, nos Estados Unidos, desenvolveram uma pílula anticoncepcional masculina para ser tomada antes das relações sexuais. O método ainda não foi...

Sono e atividade física: Hélida Tavares destaca hábitos para melhorar produtividade

A rotina de empresários e profissionais que ocupam cargos de liderança exige concentração, tomada de decisões e disposição para lidar com diferentes demandas. Para...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]