Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Fumo passivo: Exposição à fumaça prejudica o corpo e pode ter consequências graves

Você não fuma, mas convive com alguém que sim? Mesmo quem nunca acendeu um cigarro está suscetível a sofrer as consequências do tabagismo. Chama-se de fumo passivo a inalação involuntária da fumaça, e é uma das principais causas evitáveis de doenças respiratórias e cardiovasculares no mundo.

Basta alguns minutos em contato com a fumaça para que o pulmão reaja, principalmente em pessoas com doenças pré-existentes, como asma e bronquite crônica. Crianças, gestantes e idosos fazem parte do grupo mais vulnerável, já que apresentam sistemas respiratórios mais frágeis ou ainda em desenvolvimento.

Doenças associadas ao fumo passivo

Entre os danos mais conhecidos do fumo passivo estão o aumento do risco de câncer de pulmão e a piora de condições respiratórias como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Exposição contínua também ode favorecer o surgimento de inflamações nas vias aéreas, reduzir a capacidade pulmonar e comprometer o sistema imunológico, deixando a pessoa mais vulnerável a infecções respiratórias.

Em ambientes fechados, como em casa ou no carro, os efeitos do fumo passivo podem ser ainda mais prejudiciais.

O pneumologista Alfredo Santana, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, explica:

“O tabagismo passivo pode ser equivalente a fumar até 14 cigarros por dia, dependendo da intensidade da exposição. A fumaça contém os mesmos carcinógenos e oxidantes do cigarro ativo, capazes de provocar inflamação crônica, alterações no DNA e disfunções pulmonares”.


Leia mais:

Homem acende cigarro e causa princípio de incêndio em posto no Maranhão

No Dia de Combate ao Fumo, entidades alertam contra riscos do cigarro eletrônico


Estudos de meta-análises internacionais indicam que quem passou 30 anos ou mais respirando fumaça doméstica tem risco 1,6 vez maior de câncer de pulmão em comparação a pessoas sem exposição.

Crianças e idosos são os grupos mais afetados. Nos bebês e crianças, o sistema respiratório ainda está em formação. Por isso, qualquer contato com substâncias tóxicas pode comprometer o crescimento saudável dos pulmões e resultar em problemas como asma, alergias e maior risco de bronquite e pneumonia.

E nos idosos, o pulmão já apresenta redução natural da capacidade de funcionar. A resposta imunológica também é mais lenta, o que dificulta a recuperação e favorece complicações em casos de doenças respiratórias ou cardiovasculares.

Casas, carros e escritórios são os espaços mais críticos. Nesses locais, a concentração de gases e compostos químicos da fumaça é mais alta, o que aumenta a irritação das vias respiratórias. Sintomas como tosse, falta de ar e chiado no peito pode ser indicativos de problemas mais graves.

E não adianta trocar por cigarros eletrônicos: O vapor desses produtos também contém nicotina, metais pesados e compostos com capacidade de causar inflamação e lesões celulares.

*Com informações de Metrópoles

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Você não fuma, mas convive com alguém que sim? Mesmo quem nunca acendeu um cigarro está suscetível a sofrer as consequências do tabagismo. Chama-se de fumo passivo a inalação involuntária da fumaça, e é uma das principais causas evitáveis de doenças respiratórias e cardiovasculares no mundo.

Basta alguns minutos em contato com a fumaça para que o pulmão reaja, principalmente em pessoas com doenças pré-existentes, como asma e bronquite crônica. Crianças, gestantes e idosos fazem parte do grupo mais vulnerável, já que apresentam sistemas respiratórios mais frágeis ou ainda em desenvolvimento.

Doenças associadas ao fumo passivo

Entre os danos mais conhecidos do fumo passivo estão o aumento do risco de câncer de pulmão e a piora de condições respiratórias como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

Exposição contínua também ode favorecer o surgimento de inflamações nas vias aéreas, reduzir a capacidade pulmonar e comprometer o sistema imunológico, deixando a pessoa mais vulnerável a infecções respiratórias.

Em ambientes fechados, como em casa ou no carro, os efeitos do fumo passivo podem ser ainda mais prejudiciais.

O pneumologista Alfredo Santana, do Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, explica:

“O tabagismo passivo pode ser equivalente a fumar até 14 cigarros por dia, dependendo da intensidade da exposição. A fumaça contém os mesmos carcinógenos e oxidantes do cigarro ativo, capazes de provocar inflamação crônica, alterações no DNA e disfunções pulmonares”.


Leia mais:

Homem acende cigarro e causa princípio de incêndio em posto no Maranhão

No Dia de Combate ao Fumo, entidades alertam contra riscos do cigarro eletrônico


Estudos de meta-análises internacionais indicam que quem passou 30 anos ou mais respirando fumaça doméstica tem risco 1,6 vez maior de câncer de pulmão em comparação a pessoas sem exposição.

Crianças e idosos são os grupos mais afetados. Nos bebês e crianças, o sistema respiratório ainda está em formação. Por isso, qualquer contato com substâncias tóxicas pode comprometer o crescimento saudável dos pulmões e resultar em problemas como asma, alergias e maior risco de bronquite e pneumonia.

E nos idosos, o pulmão já apresenta redução natural da capacidade de funcionar. A resposta imunológica também é mais lenta, o que dificulta a recuperação e favorece complicações em casos de doenças respiratórias ou cardiovasculares.

Casas, carros e escritórios são os espaços mais críticos. Nesses locais, a concentração de gases e compostos químicos da fumaça é mais alta, o que aumenta a irritação das vias respiratórias. Sintomas como tosse, falta de ar e chiado no peito pode ser indicativos de problemas mais graves.

E não adianta trocar por cigarros eletrônicos: O vapor desses produtos também contém nicotina, metais pesados e compostos com capacidade de causar inflamação e lesões celulares.

*Com informações de Metrópoles

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Nova espécie de molusco é batizada em homenagem a goleiro Vozinha

Uma nova espécie de molusco marinho descoberta durante uma expedição científica no Caribe recebeu um nome inusitado: Aldisa vozinha. A homenagem foi feita pelo...

Dormir com a luz acesa pode aumentar risco de infarto, aponta estudo

Dormir em um ambiente iluminado pode fazer mais do que atrapalhar uma boa noite de sono. Um estudo publicado no JAMA Network Open revelou...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Estudo liga contraceptivos a risco de tumor cerebral

Um estudo publicado na revista científica JAMA Network Open identificou uma associação entre o uso de alguns contraceptivos hormonais à base de progestagênios e...

Calor intenso aumenta risco de crises de enxaqueca, diz especialista

Com a elevação das temperaturas e os períodos de calor intenso registrados em diversas regiões do país, pessoas que sofrem com enxaqueca devem redobrar...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Oito sinais podem indicar risco de ataque cardíaco até um mês antes; saiba quais são

O ataque cardíaco está entre as principais emergências cardiovasculares e, em alguns casos, pode ser precedido por sinais que surgem dias ou até um...

Além dos likes: como a fé conquista espaço nas redes sociais

Muito além dos likes e do engajamento, as redes sociais têm se consolidado como um espaço de evangelização e fortalecimento da fé. Em Manaus,...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Nova espécie de molusco é batizada em homenagem a goleiro Vozinha

Uma nova espécie de molusco marinho descoberta durante uma expedição científica no Caribe recebeu um nome inusitado: Aldisa vozinha. A homenagem foi feita pelo...

Dormir com a luz acesa pode aumentar risco de infarto, aponta estudo

Dormir em um ambiente iluminado pode fazer mais do que atrapalhar uma boa noite de sono. Um estudo publicado no JAMA Network Open revelou...

Estudo liga contraceptivos a risco de tumor cerebral

Um estudo publicado na revista científica JAMA Network Open identificou uma associação entre o uso de alguns contraceptivos hormonais à base de progestagênios e...

Calor intenso aumenta risco de crises de enxaqueca, diz especialista

Com a elevação das temperaturas e os períodos de calor intenso registrados em diversas regiões do país, pessoas que sofrem com enxaqueca devem redobrar...

Oito sinais podem indicar risco de ataque cardíaco até um mês antes; saiba quais são

O ataque cardíaco está entre as principais emergências cardiovasculares e, em alguns casos, pode ser precedido por sinais que surgem dias ou até um...

Além dos likes: como a fé conquista espaço nas redes sociais

Muito além dos likes e do engajamento, as redes sociais têm se consolidado como um espaço de evangelização e fortalecimento da fé. Em Manaus,...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]