Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Neurocirurgião aponta as bebidas que mais aumentam o risco de AVC

O AVC (acidente vascular cerebral) já é uma das maiores causas de morte no Brasil. No ano passado, o número total de óbitos pela condição chegou a 85.427 casos, conforme dados da Sociedade Brasileira de AVC (SBAVC). Esse quantitativo ultrapassou o de infarto, que matou 77.886 pessoas no mesmo período.

O excesso de bebida alcóolica é um dos fatores de risco para um AVC. Em virtude disso, e também da época das festas, o médico Victor Hugo Espíndola elencou as bebidas são “as mais prejudicais para o risco da doença”.

De acordo com o neurocirurgião vascular, destilados como vodca, uísque, cachaça e tequila são as bebidas mais prejudiciais para o risco de AVC e devem ser evitadas totalmente por quem já teve o quadro. Ele afirma:

Mesmo em pequenas quantidades, o padrão de consumo episódico é particularmente nocivo”.

Ele também elencou porque essas bebidas contribuem para a condição:

  • Alta concentração alcoólica, ou seja, picos rápidos de etanol no sangue.
  • Aumentam agudamente a pressão arterial, um dos principais fatores de risco para AVC isquêmico e hemorrágico.
  • Associam-se a arritmias, especialmente fibrilação atrial, elevando o risco de AVC cardioembólico.
  • Potencializam a desidratação e o aumento da viscosidade sanguínea, favorecendo o quadro de trombose.
  • Maior relação com acidente vascular cerebral hemorrágico por elevação abrupta da pressão e fragilidade vascular.

Leia mais:

Como saber se é um AVC? Veja os principais sinais de alerta

AVC: Problema de saúde pública mata um brasileiro a cada 6 minutos, saiba como se prevenir


O médico também reforça:

“Do ponto de vista neurológico e vascular, não existe bebida alcoólica ‘segura’ para quem tem probabilidade de ter AVC. O risco é dose-dependente e padrão-dependente, e a prevenção passa, na prática clínica, por redução significativa ou abstinência, especialmente em pacientes com fatores de risco prévios (hipertensão, diabetes, fibrilação atrial, estenose carotídea e AVC prévio)”.

A tendência é que a doença se torne mais comum, com fatores da vida moderna contribuindo para a sua ocorrência: Em 2023, a Organização Mundial do AVC divulgou um estudo com a estimativa de que o número de mortes pela doença no mundo poderá aumentar 50% e atingir quase 10 milhões de pessoas até 2050.

*Com informações de Metrópoles

- Publicidade -[adrotate group="7"]

O AVC (acidente vascular cerebral) já é uma das maiores causas de morte no Brasil. No ano passado, o número total de óbitos pela condição chegou a 85.427 casos, conforme dados da Sociedade Brasileira de AVC (SBAVC). Esse quantitativo ultrapassou o de infarto, que matou 77.886 pessoas no mesmo período.

O excesso de bebida alcóolica é um dos fatores de risco para um AVC. Em virtude disso, e também da época das festas, o médico Victor Hugo Espíndola elencou as bebidas são “as mais prejudicais para o risco da doença”.

De acordo com o neurocirurgião vascular, destilados como vodca, uísque, cachaça e tequila são as bebidas mais prejudiciais para o risco de AVC e devem ser evitadas totalmente por quem já teve o quadro. Ele afirma:

Mesmo em pequenas quantidades, o padrão de consumo episódico é particularmente nocivo”.

Ele também elencou porque essas bebidas contribuem para a condição:

  • Alta concentração alcoólica, ou seja, picos rápidos de etanol no sangue.
  • Aumentam agudamente a pressão arterial, um dos principais fatores de risco para AVC isquêmico e hemorrágico.
  • Associam-se a arritmias, especialmente fibrilação atrial, elevando o risco de AVC cardioembólico.
  • Potencializam a desidratação e o aumento da viscosidade sanguínea, favorecendo o quadro de trombose.
  • Maior relação com acidente vascular cerebral hemorrágico por elevação abrupta da pressão e fragilidade vascular.

Leia mais:

Como saber se é um AVC? Veja os principais sinais de alerta

AVC: Problema de saúde pública mata um brasileiro a cada 6 minutos, saiba como se prevenir


O médico também reforça:

“Do ponto de vista neurológico e vascular, não existe bebida alcoólica ‘segura’ para quem tem probabilidade de ter AVC. O risco é dose-dependente e padrão-dependente, e a prevenção passa, na prática clínica, por redução significativa ou abstinência, especialmente em pacientes com fatores de risco prévios (hipertensão, diabetes, fibrilação atrial, estenose carotídea e AVC prévio)”.

A tendência é que a doença se torne mais comum, com fatores da vida moderna contribuindo para a sua ocorrência: Em 2023, a Organização Mundial do AVC divulgou um estudo com a estimativa de que o número de mortes pela doença no mundo poderá aumentar 50% e atingir quase 10 milhões de pessoas até 2050.

*Com informações de Metrópoles

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Diagnóstico precoce evita sequelas da doença de Chagas em bebês, alerta infectologista

O diagnóstico precoce da doença de Chagas em bebês é fundamental para evitar complicações graves que podem surgir ao longo da vida. À Rede...

Além das fraturas: médico alerta para consequências de quedas de idosos

As quedas são a principal causa externa de mortes entre idosos no Brasil e representam um dos maiores desafios para a saúde pública. Apesar...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Mês do Orgulho LGBT: Exposição em Manaus celebra a arte e a luta da comunidade por visibilidade

Exposição "Queerzônia" traz obras de artistas de todo o país e será itinerante; mostra serve para celebrar mês do Orgulho LGBT

Fisioterapia pode ajudar a reduzir crises de dor de cabeça, apontam especialistas

A dor de cabeça é um problema comum e pode ter diferentes causas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 40% da...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Menopausa pode aumentar risco de osteoporose e acelerar perda óssea

A menopausa pode provocar impactos significativos na saúde dos ossos e aumentar o risco de desenvolvimento da osteoporose, doença considerada a principal causa de...

Bartolinite: entenda a condição que fez Pocah passar por cirurgia de urgência

A cantora e influenciadora Pocah passou por uma cirurgia na última sexta-feira (19/6) após ser diagnosticada com bartolinite, uma inflamação que afeta as glândulas...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Diagnóstico precoce evita sequelas da doença de Chagas em bebês, alerta infectologista

O diagnóstico precoce da doença de Chagas em bebês é fundamental para evitar complicações graves que podem surgir ao longo da vida. À Rede...

Além das fraturas: médico alerta para consequências de quedas de idosos

As quedas são a principal causa externa de mortes entre idosos no Brasil e representam um dos maiores desafios para a saúde pública. Apesar...

Mês do Orgulho LGBT: Exposição em Manaus celebra a arte e a luta da comunidade por visibilidade

Exposição "Queerzônia" traz obras de artistas de todo o país e será itinerante; mostra serve para celebrar mês do Orgulho LGBT

Fisioterapia pode ajudar a reduzir crises de dor de cabeça, apontam especialistas

A dor de cabeça é um problema comum e pode ter diferentes causas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 40% da...

Menopausa pode aumentar risco de osteoporose e acelerar perda óssea

A menopausa pode provocar impactos significativos na saúde dos ossos e aumentar o risco de desenvolvimento da osteoporose, doença considerada a principal causa de...

Bartolinite: entenda a condição que fez Pocah passar por cirurgia de urgência

A cantora e influenciadora Pocah passou por uma cirurgia na última sexta-feira (19/6) após ser diagnosticada com bartolinite, uma inflamação que afeta as glândulas...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]