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Novas regras do Pix: MEI’s devem ficar atentos às mudanças; entenda

Receita e Governo Federal têm desmentido fake news sobre novas regras do Pix; com orientações básicas, MEIs não devem ter problemas.

Desde 1º de janeiro, a Receita Federal instituiu novas regras para as transações do tipo Pix, e começou a monitorar transferências acima de R$ 5 mil por mês para pessoas físicas. Para pessoas jurídicas, incluindo microempreendedores individuais (MEIs), o limite é de R$ 15 mil mensais.

Além disso, instituições como fintechs e carteiras digitais passaram a ser obrigadas a informar essas transações. Antes, apenas bancos tradicionais tinham essa responsabilidade.

O objetivo dessas novas regras é combater a sonegação fiscal e promover o cumprimento das obrigações tributárias.

Nos últimos dias, boatos e desinformação têm circulado sobre as novas regras, incluindo sobre taxações que já foram desmentidas pela Receita Federal e pelo Governo Federal. Mas como essas regras poderão afetar os MEIs?


Leia mais:

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Orientações para microempreendedores individuais

MEIs devem ficar alertas quanto às novas regras para evitar problemas fiscais e garantir a saúde financeira do negócio.

Para isso, separar as contas pessoais das contas da empresa é fundamental, garantindo que as movimentações financeiras via Pix estejam claramente relacionadas à devida atividade.

É preciso que o MEI também mantenha os registros financeiros organizados e atualizados, com toda as anotações dos ganhos e despesas, tanto do Pix quanto de outras formas de pagamento.

Além disso, mantenha a emissão regular de notas fiscais, garantindo a conformidade fiscal e facilitando a gestão financeira.

A importância do cruzamento de informações

O gerente de Políticas Públicas do Sebrae Nacional, Carlito Merss, diz que a nova regra da Receita Federal que passa a acompanhar as movimentações do Pix é uma tendência global. Ele disse:

“O cruzamento de dados e fiscalização por parte do Estado vai viver uma revolução nos próximos anos em todo mundo. Não há outro caminho: ter uma conta específica para a sua empresa, por exemplo, cada vez mais deixa de ser uma boa prática e se torna uma exigência de transparência das operações do negócio.

É fundamental que as empresas busquem cada vez mais digitalizar todas suas operações e mantenham seus registros atualizados. O Sebrae está à disposição para ajudar no que for preciso”.

*Com informações da Agência Sebrae

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Desde 1º de janeiro, a Receita Federal instituiu novas regras para as transações do tipo Pix, e começou a monitorar transferências acima de R$ 5 mil por mês para pessoas físicas. Para pessoas jurídicas, incluindo microempreendedores individuais (MEIs), o limite é de R$ 15 mil mensais.

Além disso, instituições como fintechs e carteiras digitais passaram a ser obrigadas a informar essas transações. Antes, apenas bancos tradicionais tinham essa responsabilidade.

O objetivo dessas novas regras é combater a sonegação fiscal e promover o cumprimento das obrigações tributárias.

Nos últimos dias, boatos e desinformação têm circulado sobre as novas regras, incluindo sobre taxações que já foram desmentidas pela Receita Federal e pelo Governo Federal. Mas como essas regras poderão afetar os MEIs?


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É preciso que o MEI também mantenha os registros financeiros organizados e atualizados, com toda as anotações dos ganhos e despesas, tanto do Pix quanto de outras formas de pagamento.

Além disso, mantenha a emissão regular de notas fiscais, garantindo a conformidade fiscal e facilitando a gestão financeira.

A importância do cruzamento de informações

O gerente de Políticas Públicas do Sebrae Nacional, Carlito Merss, diz que a nova regra da Receita Federal que passa a acompanhar as movimentações do Pix é uma tendência global. Ele disse:

“O cruzamento de dados e fiscalização por parte do Estado vai viver uma revolução nos próximos anos em todo mundo. Não há outro caminho: ter uma conta específica para a sua empresa, por exemplo, cada vez mais deixa de ser uma boa prática e se torna uma exigência de transparência das operações do negócio.

É fundamental que as empresas busquem cada vez mais digitalizar todas suas operações e mantenham seus registros atualizados. O Sebrae está à disposição para ajudar no que for preciso”.

*Com informações da Agência Sebrae

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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