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Ondas de choque ganham força na medicina e aceleram recuperação de lesões sem cirurgia

O tratamento com ondas de choque tem ganhado cada vez mais espaço na medicina esportiva e na ortopedia, com respaldo científico para a recuperação de lesões musculoesqueléticas. A técnica utiliza ondas acústicas para estimular a regeneração de tecidos e acelerar a reabilitação de danos em músculos, ossos, ligamentos, tendões, cartilagens e nervos, lesões comuns associadas à prática esportiva.

De acordo com o ortopedista Paulo Roberto Santos, um dos precursores do uso das ondas de choque no Brasil, o método contribui para a recuperação sem a necessidade de procedimentos cirúrgicos.

“Isso promove a regeneração dos tecidos, melhora a circulação e alivia a dor sem cirurgia”, afirma.

Segundo o especialista, o tratamento é minimamente invasivo e aplicado de forma localizada, diretamente nos pontos da lesão, com o objetivo de acelerar o processo de cicatrização. A eficácia pode variar conforme a área tratada e a energia utilizada, sendo que aplicações em regiões maiores ou com maior intensidade tendem a apresentar melhores resultados em determinados casos.


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A escolha da técnica também leva em conta a tolerância do paciente às doses aplicadas. Há opções mais confortáveis, que cobrem áreas extensas da lesão, e outras mais focalizadas, capazes de alcançar camadas mais profundas dos tecidos.

O médico explica que existem diferentes modalidades de ondas de choque. As eletro-hidráulicas produzem maior energia e permitem tratamentos mais amplos e profundos. Em seguida estão as ondas eletromagnéticas e piezoelétricas. Já as ondas radiais apresentam menor energia, mas facilitam a aplicação em áreas maiores do corpo.

Segundo Paulo Roberto Santos, a combinação de diferentes modalidades tem se mostrado a abordagem mais eficaz, proporcionando melhores resultados clínicos e recuperação mais rápida para os pacientes.

*Com informações de SBT News.

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O tratamento com ondas de choque tem ganhado cada vez mais espaço na medicina esportiva e na ortopedia, com respaldo científico para a recuperação de lesões musculoesqueléticas. A técnica utiliza ondas acústicas para estimular a regeneração de tecidos e acelerar a reabilitação de danos em músculos, ossos, ligamentos, tendões, cartilagens e nervos, lesões comuns associadas à prática esportiva.

De acordo com o ortopedista Paulo Roberto Santos, um dos precursores do uso das ondas de choque no Brasil, o método contribui para a recuperação sem a necessidade de procedimentos cirúrgicos.

“Isso promove a regeneração dos tecidos, melhora a circulação e alivia a dor sem cirurgia”, afirma.

Segundo o especialista, o tratamento é minimamente invasivo e aplicado de forma localizada, diretamente nos pontos da lesão, com o objetivo de acelerar o processo de cicatrização. A eficácia pode variar conforme a área tratada e a energia utilizada, sendo que aplicações em regiões maiores ou com maior intensidade tendem a apresentar melhores resultados em determinados casos.


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