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Pão francês engorda? Especialista relaciona verdades sobre o alimento e como ele pode ser usado na dieta

Um dos alimentos mais queridos dos brasileiros, o pão francês é visto muitas vezes como inimigo da dieta, principalmente entre os que querem emagrecer. Mas afinal,  qual é a verdade sobre o pão francês?

Eleonora Galvão, nutricionista do Instituto Nutrindo Ideais, diz que por si só, o pão francês não faz uma pessoa ganhar peso ou gordura corporal. Ela afirma:

“Dentro de uma estratégia alimentar com déficit calórico (ingerir menos calorias e gastar mais), ele pode ser inserido pontualmente e ainda assim gerar o emagrecimento desejado”.

Mas é fato que se trata de um alimento com baixa densidade nutricional: É feito de farinha refinada, possui pouco teor de fibra e alta concentração de carboidratos. A nutricionista diz que ele deve ser associado a fontes de proteína e fibras, como ovos, sementes de chia ou linhaça, o que melhora a saciedade, a resposta glicêmica e o controle do apetite.

Como o pão francês pode fazer parte da dieta?

No caso do emagrecimento, em dietas com restrição de carboidrato, o pão tende a ser utilizado de forma pontual. Galvão explica:

“Já em estratégias que priorizam desempenho no treino, ele pode ser incluído em quantidade estratégica, suficiente para fornecer energia sem comprometer o déficit calórico”.

Mas se a ideia é ganhar massa muscular, o pão francês pode entrar na alimentação como forma de melhorar o desempenho no treino e, quando associado a uma ingestão adequada de proteínas, auxiliar na recuperação muscular. A especialista afirma:

“Consumir carboidrato no pré-treino gerará maior rendimento e permitirá treinos mais intensos, criando um ambiente favorável à hipertrofia”.


Leia mais:

Crepioca ou pão francês? Qual é a melhor opção para um café da manhã saudável

Jacquin gera polêmica ao criticar pão francês brasileiro: “Uma merda”


Sugestão: prefira o integral

A nutricionista aponta que é interessante optar por versões de pão francês integrais e com grãos, ao invés do tradicional:

“O pão francês tradicional é feito com farinha refinada, praticamente sem fibras. Já as versões integrais ou com grãos utilizam farinha integral e sementes, o que aumenta o conteúdo de fibras. Isso promove maior saciedade, melhor controle glicêmico ao longo do dia e ajuda no controle do apetite, fatores importantes para quem busca emagrecer”.

E o pão de forma?

Muitas pessoas trocam o pão francês pelo pão de forma, pensando ser uma alternativa mais saudável. Segundo Galvão, em termos calóricos, os dois se equivalem.

Porém, quanto à qualidade e na quantidade de nutrientes, há diferenças. Ela aponta:

“O pão de forma permite escolhas melhores, como versões de grãos integrais, centeio e fermentação natural, que oferecem mais fibras, melhor digestibilidade e menor impacto na saúde intestinal. Pães de fermentação natural tendem a ser mais bem tolerados pelo intestino, com menor impacto glicêmico e digestão mais eficiente”.

Por outro lado, pães de forma industrializados, ricos em aditivos, açúcares e gorduras, podem afetar negativamente a saúde intestinal e o controle do apetite. Por isso, nem todas as escolhas são boas.

É importante sempre consultar a tabela nutricional dos produtos antes da compra.

*Com informações de CNN Brasil

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Um dos alimentos mais queridos dos brasileiros, o pão francês é visto muitas vezes como inimigo da dieta, principalmente entre os que querem emagrecer. Mas afinal,  qual é a verdade sobre o pão francês?

Eleonora Galvão, nutricionista do Instituto Nutrindo Ideais, diz que por si só, o pão francês não faz uma pessoa ganhar peso ou gordura corporal. Ela afirma:

“Dentro de uma estratégia alimentar com déficit calórico (ingerir menos calorias e gastar mais), ele pode ser inserido pontualmente e ainda assim gerar o emagrecimento desejado”.

Mas é fato que se trata de um alimento com baixa densidade nutricional: É feito de farinha refinada, possui pouco teor de fibra e alta concentração de carboidratos. A nutricionista diz que ele deve ser associado a fontes de proteína e fibras, como ovos, sementes de chia ou linhaça, o que melhora a saciedade, a resposta glicêmica e o controle do apetite.

Como o pão francês pode fazer parte da dieta?

No caso do emagrecimento, em dietas com restrição de carboidrato, o pão tende a ser utilizado de forma pontual. Galvão explica:

“Já em estratégias que priorizam desempenho no treino, ele pode ser incluído em quantidade estratégica, suficiente para fornecer energia sem comprometer o déficit calórico”.

Mas se a ideia é ganhar massa muscular, o pão francês pode entrar na alimentação como forma de melhorar o desempenho no treino e, quando associado a uma ingestão adequada de proteínas, auxiliar na recuperação muscular. A especialista afirma:

“Consumir carboidrato no pré-treino gerará maior rendimento e permitirá treinos mais intensos, criando um ambiente favorável à hipertrofia”.


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“O pão francês tradicional é feito com farinha refinada, praticamente sem fibras. Já as versões integrais ou com grãos utilizam farinha integral e sementes, o que aumenta o conteúdo de fibras. Isso promove maior saciedade, melhor controle glicêmico ao longo do dia e ajuda no controle do apetite, fatores importantes para quem busca emagrecer”.

E o pão de forma?

Muitas pessoas trocam o pão francês pelo pão de forma, pensando ser uma alternativa mais saudável. Segundo Galvão, em termos calóricos, os dois se equivalem.

Porém, quanto à qualidade e na quantidade de nutrientes, há diferenças. Ela aponta:

“O pão de forma permite escolhas melhores, como versões de grãos integrais, centeio e fermentação natural, que oferecem mais fibras, melhor digestibilidade e menor impacto na saúde intestinal. Pães de fermentação natural tendem a ser mais bem tolerados pelo intestino, com menor impacto glicêmico e digestão mais eficiente”.

Por outro lado, pães de forma industrializados, ricos em aditivos, açúcares e gorduras, podem afetar negativamente a saúde intestinal e o controle do apetite. Por isso, nem todas as escolhas são boas.

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*Com informações de CNN Brasil

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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