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Fazer prancha todo dia turbina a postura e o abdômen

Um dos exercícios mais recomendados hoje em academias é a prancha. Em poucos segundos, ele transforma o corpo inteiro em uma torre de tensão, ativando um conjunto de músculos que vai do abdômen ao quadril. Esse time, chamado de core, atua como cinturão interno de estabilidade e equilíbrio.

A prancha é um exercício isométrico, em que o corpo não se move. Essa estabilidade melhora a consciência corporal e dá suporte para movimentos mais complexos, como agachamentos, saltos e até corridas. Mas dominar o exercício é um desafio, tanto para iniciantes quanto para atletas.

A prancha não serve só para “trincar a barriga”. Veja outros benefícios do exercício:

  • Fortalecimento profundo do abdômen, lombar e região pélvica;
  • Prevenção e melhora de dores lombares;
  • Postura mais firme;
  • Equilíbrio melhorado;
  • Estabilidade para exercícios de força;
  • Redução do risco de lesões em atividades como corrida.

Com 3 a 4 séries de 1 minuto, ou até intervalos menores, já é possível fortalecer o core e melhorar a performance em outras modalidades. O efeito é cumulativo: um pouco por dia funciona melhor do que sessões gigantes ocasionais.


Leia mais:

Veja 3 exercícios que combatem a insônia, segundo pesquisa

Conheça 3 exercícios que auxiliam na perda da barriga após os 50 anos


Como aguentar mais tempo sem tremer?

Comece no modo flexão

Em vez de apoiar os antebraços no chão, estenda os braços. A alavanca maior facilita o exercício e dá tempo para o corpo se adaptar. Após algumas semanas, tente a “posição original”.

Afaste os pés

Isso mantém o corpo mais estável, reduz a exigência sobre o core e prolonga sua permanência na posição. Com o passar das semanas, conforme o condicionamento evolui, vá aproximando os pés até a largura dos quadris.

Aumente o tempo gradativamente

Se 1 minuto parece impossível, comece com 5 séries de 30 segundos. Depois avance para 4 séries de 40 segundos, até chegar ao minuto. O truque é progredir sem pressa. Um profissional de educação física pode ajudar a definir o melhor plano para sua evolução.

Invista em outros exercícios

Abdominais tradicionais, como o reto, ajudam a preparar o core para sustentar tempos maiores na prancha.

Erros que sabotam o exercício

Quadril muito alto ou baixo: alto demais, o abdômen trabalha menos. Baixo demais, quem sofre é a lombar, podendo causar sobrecarga e aumentando o risco de lesões.

Cabeça desalinhada: a cabeça deve ficar alinhada ao restante do corpo. Olhar para frente ou para os lados sobrecarrega a coluna cervical.

Cotovelo desalinhado: cotovelo e ombro precisam formar uma linha reta para evitar sobrecarga.

Para evoluir sem ficar entediado com o exercício, especialistas recomendam a instabilidade. Troque o chão por uma bola de pilates, uma meia esfera ou fitas de suspensão. Ou retire um apoio: levantar um pé ou uma mão altera completamente o esforço, ativando o core de forma mais profunda.

*Com informações de UOL

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Um dos exercícios mais recomendados hoje em academias é a prancha. Em poucos segundos, ele transforma o corpo inteiro em uma torre de tensão, ativando um conjunto de músculos que vai do abdômen ao quadril. Esse time, chamado de core, atua como cinturão interno de estabilidade e equilíbrio.

A prancha é um exercício isométrico, em que o corpo não se move. Essa estabilidade melhora a consciência corporal e dá suporte para movimentos mais complexos, como agachamentos, saltos e até corridas. Mas dominar o exercício é um desafio, tanto para iniciantes quanto para atletas.

A prancha não serve só para “trincar a barriga”. Veja outros benefícios do exercício:

  • Fortalecimento profundo do abdômen, lombar e região pélvica;
  • Prevenção e melhora de dores lombares;
  • Postura mais firme;
  • Equilíbrio melhorado;
  • Estabilidade para exercícios de força;
  • Redução do risco de lesões em atividades como corrida.

Com 3 a 4 séries de 1 minuto, ou até intervalos menores, já é possível fortalecer o core e melhorar a performance em outras modalidades. O efeito é cumulativo: um pouco por dia funciona melhor do que sessões gigantes ocasionais.


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Afaste os pés

Isso mantém o corpo mais estável, reduz a exigência sobre o core e prolonga sua permanência na posição. Com o passar das semanas, conforme o condicionamento evolui, vá aproximando os pés até a largura dos quadris.

Aumente o tempo gradativamente

Se 1 minuto parece impossível, comece com 5 séries de 30 segundos. Depois avance para 4 séries de 40 segundos, até chegar ao minuto. O truque é progredir sem pressa. Um profissional de educação física pode ajudar a definir o melhor plano para sua evolução.

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Quadril muito alto ou baixo: alto demais, o abdômen trabalha menos. Baixo demais, quem sofre é a lombar, podendo causar sobrecarga e aumentando o risco de lesões.

Cabeça desalinhada: a cabeça deve ficar alinhada ao restante do corpo. Olhar para frente ou para os lados sobrecarrega a coluna cervical.

Cotovelo desalinhado: cotovelo e ombro precisam formar uma linha reta para evitar sobrecarga.

Para evoluir sem ficar entediado com o exercício, especialistas recomendam a instabilidade. Troque o chão por uma bola de pilates, uma meia esfera ou fitas de suspensão. Ou retire um apoio: levantar um pé ou uma mão altera completamente o esforço, ativando o core de forma mais profunda.

*Com informações de UOL

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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