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Uso consciente do celular: psicóloga aponta benefícios de se tirar “pausas digitais”

Excesso de informações, notificações constantes… Esses são alguns fatores que leva ao crescimento do número de pessoas que buscam reduzir o tempo diante do celular.

Trata-se da chamada pausa digital:  A influenciadora Virginia Fonseca, por exemplo, já relatou que evita o uso do aparelho aos domingos. O movimento reflete uma preocupação crescente com os efeitos da hiperconectividade na saúde mental.

A psicóloga Ticiana Paiva afirma que o uso do celular mantém o cérebro num estado de alerta constante. Ela explica:

“Cada notificação ativa sistemas de recompensa e vigilância, com liberação repetida de dopamina e cortisol. Com o tempo, isso gera fadiga mental, irritabilidade, ansiedade difusa e dificulta o descanso real, mesmo fora do horário de trabalho. O cérebro perde a chance de desacelerar”.

Segundo Ticiana, não é necessário se desconectar por longos períodos para sentir os benefícios. Pausas curtas, entre 10 e 20 minutos longe das telas, já ajudam a reduzir a sobrecarga cognitiva. Ela afirma:

“Esses intervalos permitem que o sistema nervoso saia do modo de ameaça e retorne ao equilíbrio. O humor melhora, a atenção se restaura e a pessoa recupera a sensação de controle interno”.


Leia mais:

Por que é tão difícil parar de rolar vídeos curtos no celular?

O tempo voou? Entenda a sensação de que o ano “passou voando” e como isso impacta na saúde mental


Porém, um dos maiores obstáculos à pausa digital é a culpa associada à desconexão. A psicóloga orienta que o caminho para a saúde mental passa por escolhas mais conscientes:

“Silenciar notificações desnecessárias, evitar o celular nos primeiros e últimos momentos do dia e diferenciar uso funcional de uso automático já fazem diferença.

Quando a desconexão é encarada como autocuidado, e não como falha moral, a culpa tende a desaparecer”.

Para a psicóloga, repensar a relação com o digital é um passo essencial para manter a saúde mental. Ela diz:

“Ambientes que não respeitam pausas e limites digitais tendem a adoecer pessoas, mesmo quando parecem produtivos no curto prazo”.

*Com informações de Metrópoles

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Excesso de informações, notificações constantes… Esses são alguns fatores que leva ao crescimento do número de pessoas que buscam reduzir o tempo diante do celular.

Trata-se da chamada pausa digital:  A influenciadora Virginia Fonseca, por exemplo, já relatou que evita o uso do aparelho aos domingos. O movimento reflete uma preocupação crescente com os efeitos da hiperconectividade na saúde mental.

A psicóloga Ticiana Paiva afirma que o uso do celular mantém o cérebro num estado de alerta constante. Ela explica:

“Cada notificação ativa sistemas de recompensa e vigilância, com liberação repetida de dopamina e cortisol. Com o tempo, isso gera fadiga mental, irritabilidade, ansiedade difusa e dificulta o descanso real, mesmo fora do horário de trabalho. O cérebro perde a chance de desacelerar”.

Segundo Ticiana, não é necessário se desconectar por longos períodos para sentir os benefícios. Pausas curtas, entre 10 e 20 minutos longe das telas, já ajudam a reduzir a sobrecarga cognitiva. Ela afirma:

“Esses intervalos permitem que o sistema nervoso saia do modo de ameaça e retorne ao equilíbrio. O humor melhora, a atenção se restaura e a pessoa recupera a sensação de controle interno”.


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Quando a desconexão é encarada como autocuidado, e não como falha moral, a culpa tende a desaparecer”.

Para a psicóloga, repensar a relação com o digital é um passo essencial para manter a saúde mental. Ela diz:

“Ambientes que não respeitam pausas e limites digitais tendem a adoecer pessoas, mesmo quando parecem produtivos no curto prazo”.

*Com informações de Metrópoles

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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