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“Abominação nojenta”, dispara Elon Musk sobre lei de impostos de Donald Trump

As críticas de Musk geraram reações imediatas

O bilionário Elon Musk fez duras críticas ao projeto de lei de impostos e gastos defendido por Donald Trump, nesta terça-feira (3/6). Em publicações na rede social X, Musk classificou a proposta como uma “abominação nojenta” e afirmou que o Congresso está “levando a América à falência”.

“Desculpe, mas eu simplesmente não suporto mais. Esse enorme e escandaloso projeto do Congresso, cheio de gastos excessivos, é uma abominação nojenta”, escreveu Musk.

“Vergonha para quem votou a favor: vocês sabem que fizeram errado”, completou.

A proposta, que estende os cortes de impostos de 2017 – uma das principais marcas do primeiro mandato de Trump –, já foi aprovada na Câmara por margem apertada e deve ser votada no Senado no próximo mês. O plano é apoiado pelo presidente Trump, que busca consolidar apoio da base republicana antes do feriado de 4 de julho.

Segundo estimativa do Escritório de Orçamento do Congresso, órgão apartidário, o pacote pode adicionar US$ 3,8 trilhões à dívida pública dos EUA, que já ultrapassa US$ 36 trilhões.

Musk, que recentemente deixou o cargo de conselheiro especial no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), ligado ao governo, tem se posicionado contra o projeto desde sua aprovação na Câmara. Segundo ele, a medida aumentaria o déficit e prejudicaria os esforços por uma administração pública mais enxuta.

“Estou decepcionado. Isso não reduz o déficit, apenas o agrava”, disse Musk em entrevista anterior.


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Reações em Washington

As críticas de Musk geraram reações imediatas. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, minimizou a repercussão:

“O presidente já conhece a posição de Musk. Isso não muda sua convicção de que o projeto é bom para o país.”

Já o presidente da Câmara, Mike Johnson, rebateu diretamente o bilionário:

“Elon está completamente errado. Tivemos uma conversa muito amigável ontem, e ele elogiou várias partes do projeto”, afirmou Johnson, destacando que a discordância não é pessoal e insinuando que Musk estaria reagindo por interesses no setor de veículos elétricos.

No Senado, o líder da maioria republicana, John Thune, classificou a crítica de Musk como uma “diferença de opinião” e reforçou a intenção de acelerar a votação:

“Seguiremos em ritmo acelerado para aprovar essa medida.”

Divisões dentro do Partido Republicano

A oposição de Musk encontrou eco entre alguns republicanos. O senador Rand Paul, de Kentucky, declarou apoio ao empresário:

“Concordo com Musk. Podemos e devemos fazer melhor. Outro aumento de US$ 5 trilhões na dívida é um grande erro.”

Paul relatou ter conversado com Trump nesta semana, a quem expressou preocupação com a inclusão do aumento do teto da dívida no pacote. Segundo ele, o apoio ao projeto depende da exclusão desse ponto específico.

“Se retirarem o aumento do teto da dívida, posso até considerar o restante”, afirmou Paul.

Apesar das divergências, a expectativa da liderança republicana é enviar a versão final do projeto para assinatura de Trump até o feriado de 4 de julho.

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O bilionário Elon Musk fez duras críticas ao projeto de lei de impostos e gastos defendido por Donald Trump, nesta terça-feira (3/6). Em publicações na rede social X, Musk classificou a proposta como uma “abominação nojenta” e afirmou que o Congresso está “levando a América à falência”.

“Desculpe, mas eu simplesmente não suporto mais. Esse enorme e escandaloso projeto do Congresso, cheio de gastos excessivos, é uma abominação nojenta”, escreveu Musk.

“Vergonha para quem votou a favor: vocês sabem que fizeram errado”, completou.

A proposta, que estende os cortes de impostos de 2017 – uma das principais marcas do primeiro mandato de Trump –, já foi aprovada na Câmara por margem apertada e deve ser votada no Senado no próximo mês. O plano é apoiado pelo presidente Trump, que busca consolidar apoio da base republicana antes do feriado de 4 de julho.

Segundo estimativa do Escritório de Orçamento do Congresso, órgão apartidário, o pacote pode adicionar US$ 3,8 trilhões à dívida pública dos EUA, que já ultrapassa US$ 36 trilhões.

Musk, que recentemente deixou o cargo de conselheiro especial no Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), ligado ao governo, tem se posicionado contra o projeto desde sua aprovação na Câmara. Segundo ele, a medida aumentaria o déficit e prejudicaria os esforços por uma administração pública mais enxuta.

“Estou decepcionado. Isso não reduz o déficit, apenas o agrava”, disse Musk em entrevista anterior.


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Já o presidente da Câmara, Mike Johnson, rebateu diretamente o bilionário:

“Elon está completamente errado. Tivemos uma conversa muito amigável ontem, e ele elogiou várias partes do projeto”, afirmou Johnson, destacando que a discordância não é pessoal e insinuando que Musk estaria reagindo por interesses no setor de veículos elétricos.

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“Seguiremos em ritmo acelerado para aprovar essa medida.”

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