O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, deve ser julgado nos Estados Unidos em junho de 2027. A data foi proposta nesta terça-feira (21/7) pelo Departamento de Justiça dos EUA. O cronograma foi apresentado em conjunto pela acusação e pela defesa, mas ainda dependerá da aprovação do juiz federal Alvin Hellerstein, responsável pelo caso em Manhattan. As partes também informaram que poderão solicitar alterações no calendário processual ao longo da tramitação.
Maduro foi preso em Caracas, no dia 3 de janeiro, por agentes norte-americanos e transferido para Nova York, onde responde a acusações de envolvimento com guerrilhas e cartéis ligados ao tráfico internacional de cocaína. A esposa dele, Cilia Flores, também está presa e enfrenta acusações na Justiça americana. Ambos participaram de uma audiência após a prisão e voltarão a comparecer ao tribunal de Nova York nesta quarta-feira (22). Na primeira sessão, Maduro declarou ser um “prisioneiro de guerra”.
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Atualmente, o ex-presidente está detido no Metropolitan Detention Center, em Nova York. Segundo a agência AFP, ele passa parte do tempo lendo a Bíblia, pode fazer ligações de até 15 minutos para familiares e advogados e é chamado de “presidente” por outros detentos.
A defesa de Maduro é conduzida pelo advogado Barry Pollack, que também atuou no caso de Julian Assange. A equipe pediu o arquivamento do processo, alegando que as restrições impostas pelo governo dos Estados Unidos ao pagamento dos honorários da defesa violam direitos constitucionais do ex-presidente venezuelano.
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O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, deve ser julgado nos Estados Unidos em junho de 2027. A data foi proposta nesta terça-feira (21/7) pelo Departamento de Justiça dos EUA. O cronograma foi apresentado em conjunto pela acusação e pela defesa, mas ainda dependerá da aprovação do juiz federal Alvin Hellerstein, responsável pelo caso em Manhattan. As partes também informaram que poderão solicitar alterações no calendário processual ao longo da tramitação.
Maduro foi preso em Caracas, no dia 3 de janeiro, por agentes norte-americanos e transferido para Nova York, onde responde a acusações de envolvimento com guerrilhas e cartéis ligados ao tráfico internacional de cocaína. A esposa dele, Cilia Flores, também está presa e enfrenta acusações na Justiça americana. Ambos participaram de uma audiência após a prisão e voltarão a comparecer ao tribunal de Nova York nesta quarta-feira (22). Na primeira sessão, Maduro declarou ser um “prisioneiro de guerra”.
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