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Biden chega em Israel para afirmar posição dos EUA na guerra contra o Hamas

Na manhã desta quarta-feira (18), Joe Biden, presidente norte-americano, chegou a Israel para comprovar o total apoio dos Estados Unidos aos aliados diante da guerra travada contra o grupo extremista Hamas, iniciada no último dia 7, afirmando sua posição ao lado do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

“Eu queria estar aqui hoje por uma razão simples: quero que o povo de Israel, as pessoas do mundo, saibam qual é a posição dos Estados Unidos”, declarou.

Biden chega um dia após a explosão de um hospital na Faixa de Gaza. Enquanto palestinos afirmam que o foguete veio de Israel, o governo israelense aponta a Jihad Islâmica como responsável pelo ato que deixou pelo menos 500 mortos, segundo palestinos.

“Estou profundamente triste e indignado com a explosão ontem no hospital em Gaza. Com base no que vi, parece que foi feito pelo outro time, não por vocês. Mas há muita gente por aí que não tem certeza, então temos que superar muitas coisas”, apontou o norte-americano.

O presidente americano também atacou fortemente o Hamas, dizendo que o grupo “cometeu atrocidades malignas que fazem o Estado Islâmico parecer um tanto racional”. Mas deixou claro que veio também para tentar trazer um alívio para os ataques israelenses aos territórios palestinos.

“Temos também que ter em mente que o Hamas não representa todo o povo palestino e só lhe trouxe sofrimento”, disse.

Em resposta às declarações de Biden, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu agradeceu a presença do presidente e discursou apontando os crimes do Hamas.

“Tenho visto o vosso apoio todos os dias e a profundidade e amplitude da cooperação que temos tido desde o início, um nível de cooperação que é verdadeiramente sem precedentes na história da grande aliança entre as nossas duas nações”, discursou.

“O Hamas assassina crianças na frente dos pais e pais na frente dos filhos. Eles queimaram pessoas vivas. Eles estupraram e assassinaram mulheres. Eles decapitaram soldados e procuraram os esconderijos secretos onde os pais escondiam seus filhos. Imagine, senhor presidente, o medo e o pânico daquelas crianças nos seus últimos momentos, enquanto os monstros descobriam os seus esconderijos”, concluiu.

Versões do ataque

Nesta quarta (18), foi divulgado pelos israelenses um áudio de uma suposta conversa entre integrantes do Hamas, em que eles discutem sobre a falha de um foguete lançado pela Jihad Islâmica e que teria atingido o hospital.

Confira o vídeo:

Entidades e órgãos internacionais condenaram o ataque feito ao hospital na cidade de Gaza. A organização internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) classificou a ação como “massacre”.

A Organização Mundial da Saúde, vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), também condenou o ataque ao hospital palestino e pediu uma proteção para os civis que precisam de cuidados médicos e estão na área de conflito.

*Com informações Metrópoles

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Na manhã desta quarta-feira (18), Joe Biden, presidente norte-americano, chegou a Israel para comprovar o total apoio dos Estados Unidos aos aliados diante da guerra travada contra o grupo extremista Hamas, iniciada no último dia 7, afirmando sua posição ao lado do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

“Eu queria estar aqui hoje por uma razão simples: quero que o povo de Israel, as pessoas do mundo, saibam qual é a posição dos Estados Unidos”, declarou.

Biden chega um dia após a explosão de um hospital na Faixa de Gaza. Enquanto palestinos afirmam que o foguete veio de Israel, o governo israelense aponta a Jihad Islâmica como responsável pelo ato que deixou pelo menos 500 mortos, segundo palestinos.

“Estou profundamente triste e indignado com a explosão ontem no hospital em Gaza. Com base no que vi, parece que foi feito pelo outro time, não por vocês. Mas há muita gente por aí que não tem certeza, então temos que superar muitas coisas”, apontou o norte-americano.

O presidente americano também atacou fortemente o Hamas, dizendo que o grupo “cometeu atrocidades malignas que fazem o Estado Islâmico parecer um tanto racional”. Mas deixou claro que veio também para tentar trazer um alívio para os ataques israelenses aos territórios palestinos.

“Temos também que ter em mente que o Hamas não representa todo o povo palestino e só lhe trouxe sofrimento”, disse.

Em resposta às declarações de Biden, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu agradeceu a presença do presidente e discursou apontando os crimes do Hamas.

“Tenho visto o vosso apoio todos os dias e a profundidade e amplitude da cooperação que temos tido desde o início, um nível de cooperação que é verdadeiramente sem precedentes na história da grande aliança entre as nossas duas nações”, discursou.

“O Hamas assassina crianças na frente dos pais e pais na frente dos filhos. Eles queimaram pessoas vivas. Eles estupraram e assassinaram mulheres. Eles decapitaram soldados e procuraram os esconderijos secretos onde os pais escondiam seus filhos. Imagine, senhor presidente, o medo e o pânico daquelas crianças nos seus últimos momentos, enquanto os monstros descobriam os seus esconderijos”, concluiu.

Versões do ataque

Nesta quarta (18), foi divulgado pelos israelenses um áudio de uma suposta conversa entre integrantes do Hamas, em que eles discutem sobre a falha de um foguete lançado pela Jihad Islâmica e que teria atingido o hospital.

Confira o vídeo:

Entidades e órgãos internacionais condenaram o ataque feito ao hospital na cidade de Gaza. A organização internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) classificou a ação como “massacre”.

A Organização Mundial da Saúde, vinculada à Organização das Nações Unidas (ONU), também condenou o ataque ao hospital palestino e pediu uma proteção para os civis que precisam de cuidados médicos e estão na área de conflito.

*Com informações Metrópoles

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