Nesta segunda-feira (14/9), o papa Leão XIV pôs fim aos cortes nos salários de cardeais e altos funcionários do Vaticano determinados por seu antecessor, Francisco.
Em 2021, em meio à pandemia de Covid-19, o papa Francisco havia reduzido em 10% os salários dos cardeais e em 8% os dos altos funcionários dos dicastérios, os “ministérios” do Vaticano, como medida de austeridade para aliviar as finanças da Santa Sé. Foi essa medida que Leão XIV revogou.
Em um “motu proprio” (decreto pontifício) publicado no dia em que completa 71 anos, o papa americano determinou a revogação a partir de 1º de setembro de 2026. As restrições, que foram “necessárias para enfrentar o desafio excepcional da pandemia”, “podem agora ser superadas”, afirmou o pontífice. A revogação não tem efeito retroativo.
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TSE entende que usar igreja para promover candidatos é abuso de poder
Papa Leão XIV faz pedido histórico de perdão pela escravidão
Cenário financeiro mais favorável
A decisão ocorre em um cenário financeiro mais favorável para a Santa Sé. Em seu último relatório anual, publicado em maio, o banco do Vaticano destacou um “ano recorde”, com lucro líquido de 51 milhões de euros, cerca de R$ 317 milhões.
Segundo estimativas, um cardeal da Cúria, o governo central da Igreja Católica, recebe entre 4.500 e 5.000 euros por mês, valor equivalente a cerca de 28 mil a 31 mil reais.
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Nesta segunda-feira (14/9), o papa Leão XIV pôs fim aos cortes nos salários de cardeais e altos funcionários do Vaticano determinados por seu antecessor, Francisco.
Em 2021, em meio à pandemia de Covid-19, o papa Francisco havia reduzido em 10% os salários dos cardeais e em 8% os dos altos funcionários dos dicastérios, os “ministérios” do Vaticano, como medida de austeridade para aliviar as finanças da Santa Sé. Foi essa medida que Leão XIV revogou.
Em um “motu proprio” (decreto pontifício) publicado no dia em que completa 71 anos, o papa americano determinou a revogação a partir de 1º de setembro de 2026. As restrições, que foram “necessárias para enfrentar o desafio excepcional da pandemia”, “podem agora ser superadas”, afirmou o pontífice. A revogação não tem efeito retroativo.
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Segundo estimativas, um cardeal da Cúria, o governo central da Igreja Católica, recebe entre 4.500 e 5.000 euros por mês, valor equivalente a cerca de 28 mil a 31 mil reais.
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