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Brasil e outros cinco países pedem que crise na Venezuela seja resolvida sem “ingerência externa”

Os governos de Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha divulgaram neste domingo (4/10) uma nota conjunta na qual defendem uma solução para a crise na Venezuela sem “ingerência externa” e manifestam preocupação com qualquer tentativa de controle governamental ou apropriação de recursos estratégicos do país.

No comunicado, os seis países afirmam que ações desse tipo são incompatíveis com o direito internacional e representam risco à estabilidade política, econômica e social da região. A declaração ocorre após a operação militar realizada pelos Estados Unidos no sábado (3), que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro.


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Após a ação, o presidente norte-americano Donald Trump declarou que os Estados Unidos irão governar a Venezuela e que o país terá forte participação no setor petrolífero venezuelano. Segundo ele, empresas americanas poderão investir bilhões de dólares para reestruturar a indústria de petróleo local.

A menção, na nota, à “apropriação externa de recursos naturais ou estratégicos” é interpretada como uma referência direta às declarações de Trump sobre o controle das reservas de petróleo da Venezuela, consideradas entre as maiores do mundo.

Os países signatários reforçam no texto a defesa de uma saída pacífica para o impasse venezuelano, baseada no diálogo e no respeito à soberania nacional. A nota, divulgada pelo Itamaraty e pelo governo colombiano, também solicita que a Organização das Nações Unidas (ONU) atue para promover a desescalada das tensões na região.

(*)Com informações da CNN Brasil

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Os governos de Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha divulgaram neste domingo (4/10) uma nota conjunta na qual defendem uma solução para a crise na Venezuela sem “ingerência externa” e manifestam preocupação com qualquer tentativa de controle governamental ou apropriação de recursos estratégicos do país.

No comunicado, os seis países afirmam que ações desse tipo são incompatíveis com o direito internacional e representam risco à estabilidade política, econômica e social da região. A declaração ocorre após a operação militar realizada pelos Estados Unidos no sábado (3), que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro.


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(*)Com informações da CNN Brasil

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