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China anuncia que vai investigar Google por suposto crime de antimonopólio

A China anunciou mais uma medida de retaliação contra os Estados Unidos após a imposição de tarifas de 10% sobre todas as importações chinesas pelo presidente Donald Trump. O governo chinês iniciou uma investigação antimonopólio contra a empresa Alphabet Inc., controladora do Google, alegando supostas violações das leis de concorrência do país.

A investigação foi anunciada pela Administração Estatal de Regulamentação do Mercado da China, que não apresentou provas ou argumentos detalhados sobre a acusação. Segundo o governo chinês, os produtos do Google e seu site de buscas já são bloqueados na China, e a receita da empresa no país representa apenas 1% do faturamento global.


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O Google, por sua vez, informou que não irá comentar a investigação. A empresa também destacou que não realiza mais pesquisas na China, após encerrar, em 2017, um projeto de inteligência artificial no país.

Além da investigação contra o Google, a China também anunciou novas tarifas sobre produtos americanos, que entram em vigor em 10 de fevereiro. As medidas incluem:

  • 15% de tarifas sobre carvão e gás natural liquefeito (GNL) dos EUA;
  • 10% de tarifas sobre petróleo bruto, equipamentos agrícolas e alguns automóveis.

 

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A China anunciou mais uma medida de retaliação contra os Estados Unidos após a imposição de tarifas de 10% sobre todas as importações chinesas pelo presidente Donald Trump. O governo chinês iniciou uma investigação antimonopólio contra a empresa Alphabet Inc., controladora do Google, alegando supostas violações das leis de concorrência do país.

A investigação foi anunciada pela Administração Estatal de Regulamentação do Mercado da China, que não apresentou provas ou argumentos detalhados sobre a acusação. Segundo o governo chinês, os produtos do Google e seu site de buscas já são bloqueados na China, e a receita da empresa no país representa apenas 1% do faturamento global.


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O Google, por sua vez, informou que não irá comentar a investigação. A empresa também destacou que não realiza mais pesquisas na China, após encerrar, em 2017, um projeto de inteligência artificial no país.

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  • 15% de tarifas sobre carvão e gás natural liquefeito (GNL) dos EUA;
  • 10% de tarifas sobre petróleo bruto, equipamentos agrícolas e alguns automóveis.

 

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