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Diretor de inteligência militar de Israel renuncia cargo durante guerra em Gaza

O general Aharon Haliva, diretor do serviço de inteligência militar de Israel, pediu demissão nesta segunda-feira (22/4) devido a sua ‘responsabilidade’ no ataque sem precedentes do Hamas que provocou a guerra em Gaza.

Primeira autoridade política ou militar de alto escalão a renunciar ao cargo desde o ataque de 7 de outubro executado por milicianos do Hamas, o general Aharon Haliva, com 38 anos de carreira militar, assumiu sua “responsabilidade” nas falhas de segurança que permitiram a entrada dos islamistas no sul de Israel.

O Exército anunciou em comunicado:

“Em coordenação com o comandante do Estado-Maior, [o general Aharon Haliva] solicitou o fim de suas funções devido a sua responsabilidade como diretor de inteligência nos eventos de 7 de outubro”, afirmou o Exército em um comunicado.


Leia também:

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Em plena ofensiva no território palestino, Israel celebra nesta segunda-feira o início da Páscoa judaica, a festa do Pessach, uma das mais importantes do calendário hebraico, marcada pela ausência de 129 reféns que permanecem em cativeiro desde 7 de outubro.

Na véspera da data festiva, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, prometeu infligir “mais golpes duros” ao Hamas.

“Nos próximos dias, vamos aumentar a pressão militar e política sobre o Hamas, pois é a única maneira de libertar os nossos reféns e alcançar a vitória”, declarou.

*Com informações AFP

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O general Aharon Haliva, diretor do serviço de inteligência militar de Israel, pediu demissão nesta segunda-feira (22/4) devido a sua ‘responsabilidade’ no ataque sem precedentes do Hamas que provocou a guerra em Gaza.

Primeira autoridade política ou militar de alto escalão a renunciar ao cargo desde o ataque de 7 de outubro executado por milicianos do Hamas, o general Aharon Haliva, com 38 anos de carreira militar, assumiu sua “responsabilidade” nas falhas de segurança que permitiram a entrada dos islamistas no sul de Israel.

O Exército anunciou em comunicado:

“Em coordenação com o comandante do Estado-Maior, [o general Aharon Haliva] solicitou o fim de suas funções devido a sua responsabilidade como diretor de inteligência nos eventos de 7 de outubro”, afirmou o Exército em um comunicado.


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*Com informações AFP

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