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Donald Trump é condenado no caso de suborno à atriz pornô, mas não será preso e nem multado: Entenda

Condenação foi abrandada por vitória de Trump na eleição; em 2016, ele teria comprado silêncio de atriz sobre caso extraconjugal durante campanha.

Nesta sexta (10/1), o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, foi condenado por fraudar pagamentos à ex-atriz pornô Stormy Daniels. O republicano recebeu a pena de dispensa incondicional pelo crime hoje, a dez dias da sua posse para um segundo mandato na Casa Branca.

A sentença do caso foi abrandada por conta da vitória de Trump na eleição. Ele não foi condenado à prisão, nem a liberdade condicional e nem pagará multa por sua condenação criminal, mas a sentença ficará registrada em seu histórico permanente.

Com isso, Trump será o primeiro presidente dos EUA a tomar posse como um criminoso condenado e sentenciado por um delito criminal.

A sentença dada pelo juiz Juan Merchan, de um tribunal de Nova York, foi influenciada por “circunstâncias únicas e notáveis”, por conta da eleição de Trump, mas que não tira o peso da condenação, segundo o juiz. Trump participou da audiência virtualmente e já havia dito na quinta-feira que recorrerá da sentença.

Assim que o juiz Merchan finalizou a sessão, o presidente eleito desligou abruptamente sua câmera.


Leia mais:

VÍDEO: Trump e Obama têm conversa amigável em funeral de Jimmy Carter

Saiba por que Trump quer controlar Canadá, Groenlândia e Canal do Panamá


Entenda o caso

Em maio deste ano, Donald Trump foi condenado em 34 acusações por fraude, ao ocultar um pagamento de US$ 130 mil para comprar o silêncio da atriz pornô Stormy Daniels. O caso aconteceu em 2016 e Trump queria evitar o constrangimento durante a campanha presidencial na qual foi eleito pela primeira vez.

O então advogado de Trump, Michael Cohen, adiantou o dinheiro à atriz com recursos próprios e recuperou o valor mais tarde, por meio de uma série de pagamentos que a empresa de Trump registrou como despesas legais. A essa altura Trump, que já estava na Casa Branca, assinou a maioria dos cheques pessoalmente.

Trump nega as acusações, que considera como perseguição política, e lutou contra o anúncio da sentença para evitar constrangimento antes de reassumir a Casa Branca, no dia 20. Sua defesa conseguiu sucessivos adiamentos, mas, apesar de apelos, a Suprema Corte dos EUA e também a instância máxima da Justiça de Nova York permitiram que a sentença fosse dada antes da posse.

*Com informações de G1

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Nesta sexta (10/1), o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, foi condenado por fraudar pagamentos à ex-atriz pornô Stormy Daniels. O republicano recebeu a pena de dispensa incondicional pelo crime hoje, a dez dias da sua posse para um segundo mandato na Casa Branca.

A sentença do caso foi abrandada por conta da vitória de Trump na eleição. Ele não foi condenado à prisão, nem a liberdade condicional e nem pagará multa por sua condenação criminal, mas a sentença ficará registrada em seu histórico permanente.

Com isso, Trump será o primeiro presidente dos EUA a tomar posse como um criminoso condenado e sentenciado por um delito criminal.

A sentença dada pelo juiz Juan Merchan, de um tribunal de Nova York, foi influenciada por “circunstâncias únicas e notáveis”, por conta da eleição de Trump, mas que não tira o peso da condenação, segundo o juiz. Trump participou da audiência virtualmente e já havia dito na quinta-feira que recorrerá da sentença.

Assim que o juiz Merchan finalizou a sessão, o presidente eleito desligou abruptamente sua câmera.


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O então advogado de Trump, Michael Cohen, adiantou o dinheiro à atriz com recursos próprios e recuperou o valor mais tarde, por meio de uma série de pagamentos que a empresa de Trump registrou como despesas legais. A essa altura Trump, que já estava na Casa Branca, assinou a maioria dos cheques pessoalmente.

Trump nega as acusações, que considera como perseguição política, e lutou contra o anúncio da sentença para evitar constrangimento antes de reassumir a Casa Branca, no dia 20. Sua defesa conseguiu sucessivos adiamentos, mas, apesar de apelos, a Suprema Corte dos EUA e também a instância máxima da Justiça de Nova York permitiram que a sentença fosse dada antes da posse.

*Com informações de G1

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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