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EUA removem monumento confederado de cemitério na Virgínia

O Exército dos Estados Unidos removeu uma estátua confederada no Cemitério Nacional de Arlington, no estado da Virgínia

O Exército dos Estados Unidos removeu uma estátua confederada no Cemitério Nacional de Arlington, no estado da Virgínia, como parte de esforços para recolher monumentos que homenageiam figuras controversas da história e os estados pró escravidão na Guerra Civil Americana, no século 19.

A remoção foi alvo de imbróglio judicial. Um tribunal havia temporariamente interrompido a retirada da estátua de bronze, chamada apenas de Memorial Confederado, mas posteriormente permitiu que os militares prosseguissem. No cemitério estão enterrados 400 mil veteranos e seus familiares.

“Enquanto o trabalho [de remoção] é realizado, sepulturas, lápides e a paisagem circundante serão cuidadosamente protegidas por uma equipe dedicada”, dizia um comunicado no site do cemitério.

Erguida em 1914, a estátua retrata uma mulher vestida com robe clássico, representando o sul dos EUA, em pé no topo de um pedestal adornado com figuras em tamanho real de divindades, soldados confederados e civis.

Estátua confederada é removida de cemitério no estado da Virgínia, nos EUA

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Entre essas figuras estão uma personagem afro-americana escravizada que segura o filho de um oficial confederado branco e um homem negro escravizado seguindo seu senhor para a guerra, de acordo com a descrição do cemitério.

Protestos em todo o país contra o racismo e a brutalidade policial desencadeados pelo assassinato de George Floyd, em 2020, reacenderam os pedidos de remoção de estátuas em homenagem à Confederação, que foi derrotada na Guerra Civil Americana (1861-1865), também conhecida como Guerra de Secessão.

Ativistas também pedem a mudança de nome de instalações militares que homenageiam figuras do sul separatista. O orçamento da Defesa de 2021 exigiu o estabelecimento de uma comissão para planejar a remoção de nomes, símbolos, exposições e monumentos ligados à Confederação que sejam de propriedade do Departamento de Defesa, como o memorial do cemitério.

A comissão afirmou em relatório que o memorial em Arlington “oferece uma visão nostálgica e mitologizada da Confederação, incluindo representações altamente higienizadas da escravidão”.

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O Exército dos Estados Unidos removeu uma estátua confederada no Cemitério Nacional de Arlington, no estado da Virgínia, como parte de esforços para recolher monumentos que homenageiam figuras controversas da história e os estados pró escravidão na Guerra Civil Americana, no século 19.

A remoção foi alvo de imbróglio judicial. Um tribunal havia temporariamente interrompido a retirada da estátua de bronze, chamada apenas de Memorial Confederado, mas posteriormente permitiu que os militares prosseguissem. No cemitério estão enterrados 400 mil veteranos e seus familiares.

“Enquanto o trabalho [de remoção] é realizado, sepulturas, lápides e a paisagem circundante serão cuidadosamente protegidas por uma equipe dedicada”, dizia um comunicado no site do cemitério.

Erguida em 1914, a estátua retrata uma mulher vestida com robe clássico, representando o sul dos EUA, em pé no topo de um pedestal adornado com figuras em tamanho real de divindades, soldados confederados e civis.

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A comissão afirmou em relatório que o memorial em Arlington “oferece uma visão nostálgica e mitologizada da Confederação, incluindo representações altamente higienizadas da escravidão”.

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