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“Mayday, colisão com pássaros”, disse piloto antes de acidente de avião que matou 179 pessoas na Coreia do Sul

Áudio do piloto indica pela primeira vez que colisão com pássaros ocorreu minutos antes do maior acidente da história da Coreia do Sul.

O piloto do Boeing 737-800 da Jeju Air declarou emergência e emitiu avisos de “mayday” e de colisão com pássaros aos controladores de voo da Coreia do Sul minutos antes do avião se chocar contra um muro de concreto e explodir, neste sábado (29/12). 179 pessoas morreram no acidente aéreo, que se tornou o maior da história da Coreia do Sul.

O sinal de “Mayday” é um termo universalmente conhecido para comunicar situações de emergência. A palavra faz parte do Código Internacional de Sinais e do Código Fonético Internacional e tem origem no termo francês “venez m’aider”, que significa “socorra-me” em português.

A tripulação do voo declarou emergência após receber um alerta da torre de comando sobre o risco de colisão com pássaros. O piloto reportou a colisão com pássaros dois minutos depois de receber o alerta, segundo informações do Ministério dos Transportes sul-coreano. Esta é a primeira vez desde o acidente em que ficou confirmada uma colisão com pássaros.

No aviso à torre de comando do aeroporto, o piloto falou a palavra “mayday” três vezes, e “bird strike” (colisão com pássaros) duas vezes.


Leia mais:

Agência afirma que avião que caiu na Coreia do Sul fez 13 voos em 48 horas

VÍDEO: Avião faz pouso de emergência na Noruega e sai da pista


Veja a linha do tempo do acidente

O avião saiu de Bangkok, na Tailândia, e estava pousando em Muan, na Coreia do Sul. Das 181 pessoas a bordo, somente duas se salvaram: Elas pertenciam à tripulação do voo.

O acidente ocorreu por volta das 9h (hora de Brasília).

8h54 – O controle de tráfego aéreo do aeroporto de Muan autoriza a aeronave a pousar na pista 01, orientada a 10 graus a leste do norte.

8h57 – O controle de tráfego aéreo emite um alerta de “cuidado – atividade de pássaros”.

8h59 – O piloto do voo 7C2216 relata uma colisão com pássaros e declara emergência com o chamado “Mayday, Mayday, Mayday (…) colisão com pássaros, colisão com pássaros, arremetendo”.

9h00 – O voo 7C2216 inicia a manobra de arremetida e solicita autorização para pousar na pista 19, localizada na extremidade oposta da única pista do aeroporto.

9h01 – O controle de tráfego aéreo autoriza o pouso na pista 19.

9h02 – O voo 7C2216 toca a pista aproximadamente no ponto de 1.200 metros de uma pista com 2.800 metros de extensão.

9h02m34s – O controle de tráfego aéreo ativa o “sinal de acidente” na unidade de resgate e combate a incêndios do aeroporto.

9h02m55s – A unidade de resgate e combate a incêndios do aeroporto conclui a implantação dos equipamentos de resgate.

9h03 – O voo 7C2216 colide com o barranco após ultrapassar o final da pista.

9h10 – O Ministério dos Transportes recebe o relatório do acidente das autoridades aeroportuárias.

9h23 – Um homem é resgatado e transportado para uma instalação médica temporária.

9h38 – O aeroporto de Muan é fechado.

9h50 – O resgate de uma segunda pessoa é concluído; ela foi encontrada dentro da seção da cauda do avião.

Veja vídeo do acidente abaixo:

A aeronave aterrissou com o trem de pouso recolhido: Ainda não se sabe se isso tem relação com a tragédia. As investigações  continuam.

*Com informações do G1.

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O piloto do Boeing 737-800 da Jeju Air declarou emergência e emitiu avisos de “mayday” e de colisão com pássaros aos controladores de voo da Coreia do Sul minutos antes do avião se chocar contra um muro de concreto e explodir, neste sábado (29/12). 179 pessoas morreram no acidente aéreo, que se tornou o maior da história da Coreia do Sul.

O sinal de “Mayday” é um termo universalmente conhecido para comunicar situações de emergência. A palavra faz parte do Código Internacional de Sinais e do Código Fonético Internacional e tem origem no termo francês “venez m’aider”, que significa “socorra-me” em português.

A tripulação do voo declarou emergência após receber um alerta da torre de comando sobre o risco de colisão com pássaros. O piloto reportou a colisão com pássaros dois minutos depois de receber o alerta, segundo informações do Ministério dos Transportes sul-coreano. Esta é a primeira vez desde o acidente em que ficou confirmada uma colisão com pássaros.

No aviso à torre de comando do aeroporto, o piloto falou a palavra “mayday” três vezes, e “bird strike” (colisão com pássaros) duas vezes.


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O avião saiu de Bangkok, na Tailândia, e estava pousando em Muan, na Coreia do Sul. Das 181 pessoas a bordo, somente duas se salvaram: Elas pertenciam à tripulação do voo.

O acidente ocorreu por volta das 9h (hora de Brasília).

8h54 – O controle de tráfego aéreo do aeroporto de Muan autoriza a aeronave a pousar na pista 01, orientada a 10 graus a leste do norte.

8h57 – O controle de tráfego aéreo emite um alerta de “cuidado – atividade de pássaros”.

8h59 – O piloto do voo 7C2216 relata uma colisão com pássaros e declara emergência com o chamado “Mayday, Mayday, Mayday (…) colisão com pássaros, colisão com pássaros, arremetendo”.

9h00 – O voo 7C2216 inicia a manobra de arremetida e solicita autorização para pousar na pista 19, localizada na extremidade oposta da única pista do aeroporto.

9h01 – O controle de tráfego aéreo autoriza o pouso na pista 19.

9h02 – O voo 7C2216 toca a pista aproximadamente no ponto de 1.200 metros de uma pista com 2.800 metros de extensão.

9h02m34s – O controle de tráfego aéreo ativa o “sinal de acidente” na unidade de resgate e combate a incêndios do aeroporto.

9h02m55s – A unidade de resgate e combate a incêndios do aeroporto conclui a implantação dos equipamentos de resgate.

9h03 – O voo 7C2216 colide com o barranco após ultrapassar o final da pista.

9h10 – O Ministério dos Transportes recebe o relatório do acidente das autoridades aeroportuárias.

9h23 – Um homem é resgatado e transportado para uma instalação médica temporária.

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9h50 – O resgate de uma segunda pessoa é concluído; ela foi encontrada dentro da seção da cauda do avião.

Veja vídeo do acidente abaixo:

A aeronave aterrissou com o trem de pouso recolhido: Ainda não se sabe se isso tem relação com a tragédia. As investigações  continuam.

*Com informações do G1.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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