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Milei assina decreto que permite expulsar estrangeiros que agredirem argentinos

O presidente da Argentina, Javier Milei, assinou um Decreto de Necessidade e Urgência (DNU) que permite expulsar ou impedir a entrada no país de estrangeiros que promovam ou incentivem mensagens de ódio, discriminação e violência contra argentinos em razão de sua nacionalidade. O decreto foi anunciado na quarta-feira (29/7) pelo Gabinete da Presidência argentina.

Segundo comunicado oficial, a medida responde a “recentes manifestações de hostilidade” contra a Argentina. O decreto também prevê punições para atos considerados ofensivos aos símbolos nacionais.

O que passa a ser motivo de expulsão

De acordo com o comunicado, passam a ser considerados motivo de expulsão ou impedimento de ingresso no território argentino os casos de estrangeiros que:

  • promovam mensagens de ódio contra argentinos;
  • incentivem discriminação contra cidadãos argentinos;
  • defendam ou estimulem violência contra argentinos em razão de sua nacionalidade;
  • pratiquem atos considerados ofensivos aos símbolos nacionais argentinos.

“Quem atacar a República Argentina não é bem-vindo em nosso país”, declarou a Presidência.


Leia mais:

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Decreto ocorre após crise diplomática com o Brasil

A medida foi anunciada poucos dias depois da crise diplomática entre Brasil e Argentina, desencadeada por declarações de Milei durante a convenção nacional do Partido Liberal (PL), realizada no sábado (25), em São Paulo. Na ocasião, Milei se referiu ao presidente Lula como “presidiário” e ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes como “lixo careca”. Após as declarações, o Brasil convocou o embaixador da Argentina no país, Daniel Raimondi, para prestar esclarecimentos.

Recentemente, o governo Milei também acusou os governos do Brasil e do México, além do Partido Democrata dos Estados Unidos, de financiarem uma campanha internacional contra a Argentina.

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O presidente da Argentina, Javier Milei, assinou um Decreto de Necessidade e Urgência (DNU) que permite expulsar ou impedir a entrada no país de estrangeiros que promovam ou incentivem mensagens de ódio, discriminação e violência contra argentinos em razão de sua nacionalidade. O decreto foi anunciado na quarta-feira (29/7) pelo Gabinete da Presidência argentina.

Segundo comunicado oficial, a medida responde a “recentes manifestações de hostilidade” contra a Argentina. O decreto também prevê punições para atos considerados ofensivos aos símbolos nacionais.

O que passa a ser motivo de expulsão

De acordo com o comunicado, passam a ser considerados motivo de expulsão ou impedimento de ingresso no território argentino os casos de estrangeiros que:

  • promovam mensagens de ódio contra argentinos;
  • incentivem discriminação contra cidadãos argentinos;
  • defendam ou estimulem violência contra argentinos em razão de sua nacionalidade;
  • pratiquem atos considerados ofensivos aos símbolos nacionais argentinos.

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Recentemente, o governo Milei também acusou os governos do Brasil e do México, além do Partido Democrata dos Estados Unidos, de financiarem uma campanha internacional contra a Argentina.

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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