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EUA: Juiz multa Trump em R$ 46 mil por ofensa no tribunal

Nesta terça-feira (30/4), o juiz de Nova York, Juan Merchan, impôs uma multa de 9 mil dólares (R$ 46 mil) ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, por insultar o tribunal onde está sendo processado por falsificação de documentos contábeis.

De acordo com Merchan, que anunciou a sua decisão a Trump na abertura de uma nova audiência do julgamento, o acusado violou a ordem de não insultar testemunhas, jurados, membros do tribunal ou seus familiares.

Trump foi multado por nove violações da ordem que havia recebido para não atacar o tribunal.

Cada violação foi punida com 1.000 dólares e ele foi ordenado a remover “os comentários ofensivos” até a tarde desta terça-feira – sete dos quais foram postados em sua plataforma Truth Social e dois no site de sua campanha para as eleições de novembro.


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Merchan advertiu o ex-presidente (2017-2021) que ele poderia ser preso em caso de reincidência.

“O tribunal não tolerará violações repetidas de suas ordens e, se necessário e nas circunstâncias adequadas, irá impor uma pena de prisão”, enfatizou o juiz.

O juiz emitiu sua ordem antes da retomada dos depoimentos no histórico julgamento do magnata republicano sob a acusação de falsificar registros comerciais para pagar pelo silêncio da atriz pornô Stormy Daniels, com quem ele teve um suposto caso extraconjugal.

Trump é o primeiro ex-presidente dos EUA a enfrentar acusações criminais, e a sua presença obrigatória no tribunal limita a dedicação integral à campanha eleitoral, menos de sete meses antes da sua esperada revanche com o presidente dos EUA, o democrata Joe Biden, que o derrotou em 2020.

O bilionário é acusado de falsificar registros comerciais para reembolsar seu então advogado, Michael Cohen, por 130 mil dólares (424 mil reais na cotação da época) pagos a Daniels poucos dias antes da eleição de 2016, na qual ele derrotou a democrata Hillary Clinton.

Daniels, de 45 anos, cujo nome verdadeiro é Stephanie Clifford, na época ameaçou tornar pública sua história sobre um suposto encontro sexual com Trump em 2006 que poderia ter atrapalhado sua campanha na Casa Branca.

Trump nega ter tido relações sexuais com Daniels e aproveitou as aparições fora do tribunal de Manhattan para criticar a sua acusação, dizendo que constitui uma “caça às bruxas” lançada pelos democratas para atrapalhar a sua tentativa de recuperar a Presidência.

*Com informações AFP

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Nesta terça-feira (30/4), o juiz de Nova York, Juan Merchan, impôs uma multa de 9 mil dólares (R$ 46 mil) ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, por insultar o tribunal onde está sendo processado por falsificação de documentos contábeis.

De acordo com Merchan, que anunciou a sua decisão a Trump na abertura de uma nova audiência do julgamento, o acusado violou a ordem de não insultar testemunhas, jurados, membros do tribunal ou seus familiares.

Trump foi multado por nove violações da ordem que havia recebido para não atacar o tribunal.

Cada violação foi punida com 1.000 dólares e ele foi ordenado a remover “os comentários ofensivos” até a tarde desta terça-feira – sete dos quais foram postados em sua plataforma Truth Social e dois no site de sua campanha para as eleições de novembro.


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O juiz emitiu sua ordem antes da retomada dos depoimentos no histórico julgamento do magnata republicano sob a acusação de falsificar registros comerciais para pagar pelo silêncio da atriz pornô Stormy Daniels, com quem ele teve um suposto caso extraconjugal.

Trump é o primeiro ex-presidente dos EUA a enfrentar acusações criminais, e a sua presença obrigatória no tribunal limita a dedicação integral à campanha eleitoral, menos de sete meses antes da sua esperada revanche com o presidente dos EUA, o democrata Joe Biden, que o derrotou em 2020.

O bilionário é acusado de falsificar registros comerciais para reembolsar seu então advogado, Michael Cohen, por 130 mil dólares (424 mil reais na cotação da época) pagos a Daniels poucos dias antes da eleição de 2016, na qual ele derrotou a democrata Hillary Clinton.

Daniels, de 45 anos, cujo nome verdadeiro é Stephanie Clifford, na época ameaçou tornar pública sua história sobre um suposto encontro sexual com Trump em 2006 que poderia ter atrapalhado sua campanha na Casa Branca.

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*Com informações AFP

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Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

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