Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

ONU diz que soldados israelenses disfarçados de médicos cometeram crime de guerra na Cisjordânia

Em um comunicado emitido nesta sexta-feira (9/2), a Organização das Nações Unidas (ONU) disse que a ação de militares de Israel, que disfaçarem de médicos para entrar num hospital da Cisjordânia e mataram três palestinos, pode ser considerada como um crime de guerra. Cinco relatores alertaram que a operação resultou em uma ação de “assassinatos extrajudiciais”.


Saiba mais:

VÍDEO: Militares israelenses entram disfarçados em hospital da Cisjordânia e matam três palestinos, que seriam terroristas

Israel anuncia estar pronto para possível ataque aéreo contra o Líbano, em caso de guerra


De acordo com a ONU, se não houver uma investigação por parte de Israel para punir essa ação, o caso precisa ser aberto pelo Tribunal Penal Internacional, em Haia. As mortes ocorreram em meio a um aumento alarmante de palestinos assassinados pelas forças israelenses em aparente violação de seu direito à vida, desde o ataque terrorista pelo Hamas que deixou 1,2 mil mortos.

Imagens divulgadas pela rede chinesa CCTV no dia 29 de janeiro mostram mais de dez soldados, alguns usando trajes femininos e outros vestidos de profissionais de saúde, andando por um corredor da unidade médica com armas em punho. Um deles aparece segurando uma cadeira de rodas. Um dos homens mortos estava armado com uma pistola, disseram autoridades israelenses. Veja o vídeo da ação

 

“Depois de entrar em uma ala de reabilitação, as forças israelenses mataram a tiros Basel Ayman Al-Ghazawi, um paciente que estava sendo tratado de ferimentos graves causados por um ataque aéreo israelense há três meses, seu irmão, Muhammad Ayman Al-Ghazawi, e outro visitante, Muhammed Walid Jalamna”, dizem os relatores das Nações Unidas.

“Isso inclui outras interferências com estabelecimentos médicos e pessoal protegido pelo direito internacional humanitário”, afirmam.

Os relatores pedem que Israel conduza uma investigação eficaz, com objetivo de processar e punir os responsáveis por cometer, ordenar e auxiliar nesses supostos crimes.

Especialistas estão preocupados com a cultura de impunidade de Israel em relação a supostas violações de leis internacionais por parte de seu pessoal. Os relatores pedem que o promotor do Tribunal Penal faça uma investigação.

*Por Andreza Miller, com informações do UOL

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Em um comunicado emitido nesta sexta-feira (9/2), a Organização das Nações Unidas (ONU) disse que a ação de militares de Israel, que disfaçarem de médicos para entrar num hospital da Cisjordânia e mataram três palestinos, pode ser considerada como um crime de guerra. Cinco relatores alertaram que a operação resultou em uma ação de “assassinatos extrajudiciais”.


Saiba mais:

VÍDEO: Militares israelenses entram disfarçados em hospital da Cisjordânia e matam três palestinos, que seriam terroristas

Israel anuncia estar pronto para possível ataque aéreo contra o Líbano, em caso de guerra


De acordo com a ONU, se não houver uma investigação por parte de Israel para punir essa ação, o caso precisa ser aberto pelo Tribunal Penal Internacional, em Haia. As mortes ocorreram em meio a um aumento alarmante de palestinos assassinados pelas forças israelenses em aparente violação de seu direito à vida, desde o ataque terrorista pelo Hamas que deixou 1,2 mil mortos.

Imagens divulgadas pela rede chinesa CCTV no dia 29 de janeiro mostram mais de dez soldados, alguns usando trajes femininos e outros vestidos de profissionais de saúde, andando por um corredor da unidade médica com armas em punho. Um deles aparece segurando uma cadeira de rodas. Um dos homens mortos estava armado com uma pistola, disseram autoridades israelenses. Veja o vídeo da ação

 

“Depois de entrar em uma ala de reabilitação, as forças israelenses mataram a tiros Basel Ayman Al-Ghazawi, um paciente que estava sendo tratado de ferimentos graves causados por um ataque aéreo israelense há três meses, seu irmão, Muhammad Ayman Al-Ghazawi, e outro visitante, Muhammed Walid Jalamna”, dizem os relatores das Nações Unidas.

“Isso inclui outras interferências com estabelecimentos médicos e pessoal protegido pelo direito internacional humanitário”, afirmam.

Os relatores pedem que Israel conduza uma investigação eficaz, com objetivo de processar e punir os responsáveis por cometer, ordenar e auxiliar nesses supostos crimes.

Especialistas estão preocupados com a cultura de impunidade de Israel em relação a supostas violações de leis internacionais por parte de seu pessoal. Os relatores pedem que o promotor do Tribunal Penal faça uma investigação.

*Por Andreza Miller, com informações do UOL

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Jornalismo
Jornalismo
Equipe de jornalismo do portal Rede Onda Digital.

Mais lidas

Eclipse solar de 2027 terá mais de 6 minutos de duração

Um eclipse solar total, previsto para 2 de agosto de 2027, deve chamar a atenção de observadores do céu ao redor do mundo. O...

Parlamentares dos EUA cobram Rubio sobre suposta interferência na eleição do Brasil

Um grupo de 31 parlamentares dos Estados Unidos enviou uma carta ao secretário de Estado, Marco Rubio, nesta quinta-feira (24/9), acusando o governo de...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...

Trump recebe Xi Jinping e diz que decisões podem promover paz por décadas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe nesta quinta-feira (24) o presidente da China, Xi Jinping, na Casa Branca, em Washington. O encontro...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

Na ONU, Milei chama organização de “inútil”

Em seu discurso nesta quarta-feira (23/9) na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente argentino Javier Milei fez duras críticas à...

Super El Niño pode provocar 451 mil mortes no mundo, afirma estudo

Um estudo do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, estima que 451 mil pessoas podem morrer entre setembro de...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Eclipse solar de 2027 terá mais de 6 minutos de duração

Um eclipse solar total, previsto para 2 de agosto de 2027, deve chamar a atenção de observadores do céu ao redor do mundo. O...

Parlamentares dos EUA cobram Rubio sobre suposta interferência na eleição do Brasil

Um grupo de 31 parlamentares dos Estados Unidos enviou uma carta ao secretário de Estado, Marco Rubio, nesta quinta-feira (24/9), acusando o governo de...

Brasil deixa plenário da ONU durante discurso de Netanyahu

A delegação do Brasil deixou o plenário da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, em Nova York, no momento em que o primeiro-ministro...

Trump recebe Xi Jinping e diz que decisões podem promover paz por décadas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebe nesta quinta-feira (24) o presidente da China, Xi Jinping, na Casa Branca, em Washington. O encontro...

Na ONU, Milei chama organização de “inútil”

Em seu discurso nesta quarta-feira (23/9) na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente argentino Javier Milei fez duras críticas à...

Super El Niño pode provocar 451 mil mortes no mundo, afirma estudo

Um estudo do Laboratório de Impacto Climático da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, estima que 451 mil pessoas podem morrer entre setembro de...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]