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Na ONU, EUA afirmam que “não há guerra na Venezuela” e negam ocupação

Os Estados Unidos disseram durante reunião no Conselho de Segurança da ONU nesta segunda-feira (5/1) que não estão em guerra contra a Venezuela ou seu povo. A afirmação foi dita por Mike Waltz, representante americano nas Nações Unidas, que também falou que seu país não fará uma ocupação no país sul-americano.

Os Estados Unidos também reforçaram as acusações contra Maduro, afirmando que ele e a esposa são “narcoterroristas”.

“Nicolás Maduro é responsável por ataques ao povo dos Estados Unidos, desestabilizar o hemisfério ocidental e, ilegitimamente, reprimir o povo da Venezuela”, disse.

Segundo o embaixador americano, a ação de sábado foi uma “operação de aplicação da lei”, e completou:

“Os Estados Unidos prenderam um narcotraficante que agora vai enfrentar julgamento nos Estados Unidos de acordo com o Estado de Direito pelos crimes que ele cometeu contra nosso povo por 15 anos”.

O embaixador também reforçou a posição do governo americano de não reconhecer Nicolás Maduro como presidente da Venezuela, chamando ele de “ilegítimo”.

“Maduro não é apenas um traficante de drogas acusado formalmente, ele era um ‘suposto’ presidente ilegítimo. Ele não era um Chefe de Estado”, declarou.


Leia mais:

Maioria dos brasileiros que foram resgatados da Venezuela durante captura de Maduro eram de Manaus

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Venezuela fala à ONU

Samuel Moncada, representante da Venezuela, também falou na reunião. Ele disse que a captura de Maduro configurou “transgressão direta de norma do direito internacional” para Venezuela, e que o bombardeio do seu país se configurou num “ato de agressão”.

Além da liberação de Maduro e da primeira-dama, Moncada pediu a condenação dos ataques americanos ao país e medidas que viabilizassem o retorno à ordem no país e na região.

A reunião de emergência foi solicitada pela Colômbia. Além do país, a própria Venezuela também pediu a convocação do encontro, no que foi apoiada por Rússia e China.

No sábado (3), os EUA lançaram ataques a alvos em território venezuelano, e uma incursão militar em Caracas capturou Maduro e a primeira-dama Cilia Flores. A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos. Os dois foram levados a território americano onde enfrentam acusações relacionadas ao narcotráfico.

*Com informações de UOL

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Os Estados Unidos disseram durante reunião no Conselho de Segurança da ONU nesta segunda-feira (5/1) que não estão em guerra contra a Venezuela ou seu povo. A afirmação foi dita por Mike Waltz, representante americano nas Nações Unidas, que também falou que seu país não fará uma ocupação no país sul-americano.

Os Estados Unidos também reforçaram as acusações contra Maduro, afirmando que ele e a esposa são “narcoterroristas”.

“Nicolás Maduro é responsável por ataques ao povo dos Estados Unidos, desestabilizar o hemisfério ocidental e, ilegitimamente, reprimir o povo da Venezuela”, disse.

Segundo o embaixador americano, a ação de sábado foi uma “operação de aplicação da lei”, e completou:

“Os Estados Unidos prenderam um narcotraficante que agora vai enfrentar julgamento nos Estados Unidos de acordo com o Estado de Direito pelos crimes que ele cometeu contra nosso povo por 15 anos”.

O embaixador também reforçou a posição do governo americano de não reconhecer Nicolás Maduro como presidente da Venezuela, chamando ele de “ilegítimo”.

“Maduro não é apenas um traficante de drogas acusado formalmente, ele era um ‘suposto’ presidente ilegítimo. Ele não era um Chefe de Estado”, declarou.


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Além da liberação de Maduro e da primeira-dama, Moncada pediu a condenação dos ataques americanos ao país e medidas que viabilizassem o retorno à ordem no país e na região.

A reunião de emergência foi solicitada pela Colômbia. Além do país, a própria Venezuela também pediu a convocação do encontro, no que foi apoiada por Rússia e China.

No sábado (3), os EUA lançaram ataques a alvos em território venezuelano, e uma incursão militar em Caracas capturou Maduro e a primeira-dama Cilia Flores. A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos. Os dois foram levados a território americano onde enfrentam acusações relacionadas ao narcotráfico.

*Com informações de UOL

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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