Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Ouça a Rádio 92,3

Assista a TV 8.2

Na ONU, EUA afirmam que “não há guerra na Venezuela” e negam ocupação

Os Estados Unidos disseram durante reunião no Conselho de Segurança da ONU nesta segunda-feira (5/1) que não estão em guerra contra a Venezuela ou seu povo. A afirmação foi dita por Mike Waltz, representante americano nas Nações Unidas, que também falou que seu país não fará uma ocupação no país sul-americano.

Os Estados Unidos também reforçaram as acusações contra Maduro, afirmando que ele e a esposa são “narcoterroristas”.

“Nicolás Maduro é responsável por ataques ao povo dos Estados Unidos, desestabilizar o hemisfério ocidental e, ilegitimamente, reprimir o povo da Venezuela”, disse.

Segundo o embaixador americano, a ação de sábado foi uma “operação de aplicação da lei”, e completou:

“Os Estados Unidos prenderam um narcotraficante que agora vai enfrentar julgamento nos Estados Unidos de acordo com o Estado de Direito pelos crimes que ele cometeu contra nosso povo por 15 anos”.

O embaixador também reforçou a posição do governo americano de não reconhecer Nicolás Maduro como presidente da Venezuela, chamando ele de “ilegítimo”.

“Maduro não é apenas um traficante de drogas acusado formalmente, ele era um ‘suposto’ presidente ilegítimo. Ele não era um Chefe de Estado”, declarou.


Leia mais:

Maioria dos brasileiros que foram resgatados da Venezuela durante captura de Maduro eram de Manaus

Após ataque à Venezuela, Trump diz que ação militar na Colômbia “parece bom”


Venezuela fala à ONU

Samuel Moncada, representante da Venezuela, também falou na reunião. Ele disse que a captura de Maduro configurou “transgressão direta de norma do direito internacional” para Venezuela, e que o bombardeio do seu país se configurou num “ato de agressão”.

Além da liberação de Maduro e da primeira-dama, Moncada pediu a condenação dos ataques americanos ao país e medidas que viabilizassem o retorno à ordem no país e na região.

A reunião de emergência foi solicitada pela Colômbia. Além do país, a própria Venezuela também pediu a convocação do encontro, no que foi apoiada por Rússia e China.

No sábado (3), os EUA lançaram ataques a alvos em território venezuelano, e uma incursão militar em Caracas capturou Maduro e a primeira-dama Cilia Flores. A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos. Os dois foram levados a território americano onde enfrentam acusações relacionadas ao narcotráfico.

*Com informações de UOL

- Publicidade -[adrotate group="7"]

Os Estados Unidos disseram durante reunião no Conselho de Segurança da ONU nesta segunda-feira (5/1) que não estão em guerra contra a Venezuela ou seu povo. A afirmação foi dita por Mike Waltz, representante americano nas Nações Unidas, que também falou que seu país não fará uma ocupação no país sul-americano.

Os Estados Unidos também reforçaram as acusações contra Maduro, afirmando que ele e a esposa são “narcoterroristas”.

“Nicolás Maduro é responsável por ataques ao povo dos Estados Unidos, desestabilizar o hemisfério ocidental e, ilegitimamente, reprimir o povo da Venezuela”, disse.

Segundo o embaixador americano, a ação de sábado foi uma “operação de aplicação da lei”, e completou:

“Os Estados Unidos prenderam um narcotraficante que agora vai enfrentar julgamento nos Estados Unidos de acordo com o Estado de Direito pelos crimes que ele cometeu contra nosso povo por 15 anos”.

O embaixador também reforçou a posição do governo americano de não reconhecer Nicolás Maduro como presidente da Venezuela, chamando ele de “ilegítimo”.

“Maduro não é apenas um traficante de drogas acusado formalmente, ele era um ‘suposto’ presidente ilegítimo. Ele não era um Chefe de Estado”, declarou.


Leia mais:

Maioria dos brasileiros que foram resgatados da Venezuela durante captura de Maduro eram de Manaus

Após ataque à Venezuela, Trump diz que ação militar na Colômbia “parece bom”


Venezuela fala à ONU

Samuel Moncada, representante da Venezuela, também falou na reunião. Ele disse que a captura de Maduro configurou “transgressão direta de norma do direito internacional” para Venezuela, e que o bombardeio do seu país se configurou num “ato de agressão”.

Além da liberação de Maduro e da primeira-dama, Moncada pediu a condenação dos ataques americanos ao país e medidas que viabilizassem o retorno à ordem no país e na região.

A reunião de emergência foi solicitada pela Colômbia. Além do país, a própria Venezuela também pediu a convocação do encontro, no que foi apoiada por Rússia e China.

No sábado (3), os EUA lançaram ataques a alvos em território venezuelano, e uma incursão militar em Caracas capturou Maduro e a primeira-dama Cilia Flores. A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos. Os dois foram levados a território americano onde enfrentam acusações relacionadas ao narcotráfico.

*Com informações de UOL

- Publicidade -[adrotate group="9"]
Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

Mais lidas

Esferas metálicas misteriosas são encontradas em praia na Austrália

Seis esferas metálicas foram encontradas na última sexta-feira (3) na praia de Forrest Beach, em Townsville, na Austrália, mobilizando bombeiros e policiais. As peças...

Morre Bonnie Tyler, cantora de “Total Eclipse of the Heart”, aos 75 anos

Morreu nesta quarta-feira (8) a cantora Bonnie Tyler, conhecida mundialmente pelos hits "Total Eclipse of the Heart" e "It's a Heartache". Aos 75 anos,...
- Publicidade - [adrotate group="17"]

Governo Trump critica decisão do Brasil que autoriza retorno de suposto espião russo

A decisão do Brasil de permitir que Sergey Vladimirovich Cherkasov, apontado pelos Estados Unidos como um suposto espião russo, deixe o país e retorne...

Justin Bieber é confirmado no show do intervalo da final da Copa do Mundo

O cantor canadense Justin Bieber foi confirmado como uma das atrações do primeiro show do intervalo da história da final da Copa do Mundo...
- Publicidade - [adrotate group="18"]

EUA classificam como “absurda” avaliação do Itamaraty sobre risco militar

O governo de Donald Trump classificou como "absurda" a avaliação do Itamaraty de que os Estados Unidos poderiam realizar operações militares no Brasil depois...

Trump diz que os EUA “não querem comunistas” no país

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos “nunca serão um país comunista” durante o discurso que marcou o encerramento...
- Publicidade - [adrotate group="19"]
- Publicidade - [adrotate group="1"]
Leia também

Esferas metálicas misteriosas são encontradas em praia na Austrália

Seis esferas metálicas foram encontradas na última sexta-feira (3) na praia de Forrest Beach, em Townsville, na Austrália, mobilizando bombeiros e policiais. As peças...

Morre Bonnie Tyler, cantora de “Total Eclipse of the Heart”, aos 75 anos

Morreu nesta quarta-feira (8) a cantora Bonnie Tyler, conhecida mundialmente pelos hits "Total Eclipse of the Heart" e "It's a Heartache". Aos 75 anos,...

Governo Trump critica decisão do Brasil que autoriza retorno de suposto espião russo

A decisão do Brasil de permitir que Sergey Vladimirovich Cherkasov, apontado pelos Estados Unidos como um suposto espião russo, deixe o país e retorne...

Justin Bieber é confirmado no show do intervalo da final da Copa do Mundo

O cantor canadense Justin Bieber foi confirmado como uma das atrações do primeiro show do intervalo da história da final da Copa do Mundo...

EUA classificam como “absurda” avaliação do Itamaraty sobre risco militar

O governo de Donald Trump classificou como "absurda" a avaliação do Itamaraty de que os Estados Unidos poderiam realizar operações militares no Brasil depois...

Trump diz que os EUA “não querem comunistas” no país

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos “nunca serão um país comunista” durante o discurso que marcou o encerramento...
- Publicidade - [adrotate group="21"]
- Publicidade - [adrotate group="23"]