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Pai e filho são suspeitos de atentado a tiros na Austrália que deixou 16 mortos

A emissora australiana ABC, assim como os canais 9News e 7News afiliados da CNN, divulgaram os nomes dos dois suspeitos de terem cometido o atentado na praia de Bondi, em Sydney, Austrália, na manhã de domingo (14/12): Eles seriam Sajid Akram, de 50 anos, e seu filho Naveed Akram, de 24 anos.

Ao todo, 16 pessoas morreram no massacre, que teve como alvo banhistas que estavam comemorando um feriado judaico na praia. Os Akram seriam muçulmanos.

As autoridades australianas ainda não divulgaram formalmente os nomes dos autores, mas forneceram detalhes sobre os dois suspeitos em diversas coletivas de imprensa.

O filho nasceu na Austrália, enquanto seu pai, que foi morto em uma troca de tiros com a polícia local, havia imigrado para o país em 1998, disse o ministro do Interior, Tony Burke, nesta segunda-feira (15). Também na segunda, foram realizadas buscas em propriedades ligadas à dupla, incluindo um imóvel alugado por temporada no subúrbio de Campsie, no sudoeste da cidade, onde acredita-se que a família tenha se hospedado antes do ataque. Seis armas e malas foram localizadas na propriedade.

O jovem, atualmente, está hospitalizado e provavelmente enfrentará acusações criminais relacionadas ao tiroteio, informou a polícia.


Leia mais:

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Ele já havia chamado a atenção da SIO (Organização Australiana de Inteligência de Segurança), que passou seis meses avaliando suas ligações com outras pessoas sob sua vigilância em 2019.

“A avaliação concluiu que não havia indícios de qualquer ameaça contínua ou de que ele pudesse se envolver em violência”, disse o primeiro-ministro Anthony Albanese durante uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira.

O pai de Naveed, Sajiv Akram, chegou à Austrália em 1998 com um visto de estudante e posteriormente mudou para um visto de parceiro em 2001.

*Com informações de CNN Brasil

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A emissora australiana ABC, assim como os canais 9News e 7News afiliados da CNN, divulgaram os nomes dos dois suspeitos de terem cometido o atentado na praia de Bondi, em Sydney, Austrália, na manhã de domingo (14/12): Eles seriam Sajid Akram, de 50 anos, e seu filho Naveed Akram, de 24 anos.

Ao todo, 16 pessoas morreram no massacre, que teve como alvo banhistas que estavam comemorando um feriado judaico na praia. Os Akram seriam muçulmanos.

As autoridades australianas ainda não divulgaram formalmente os nomes dos autores, mas forneceram detalhes sobre os dois suspeitos em diversas coletivas de imprensa.

O filho nasceu na Austrália, enquanto seu pai, que foi morto em uma troca de tiros com a polícia local, havia imigrado para o país em 1998, disse o ministro do Interior, Tony Burke, nesta segunda-feira (15). Também na segunda, foram realizadas buscas em propriedades ligadas à dupla, incluindo um imóvel alugado por temporada no subúrbio de Campsie, no sudoeste da cidade, onde acredita-se que a família tenha se hospedado antes do ataque. Seis armas e malas foram localizadas na propriedade.

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O pai de Naveed, Sajiv Akram, chegou à Austrália em 1998 com um visto de estudante e posteriormente mudou para um visto de parceiro em 2001.

*Com informações de CNN Brasil

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Ivanildo Pereira
Ivanildo Pereira
Repórter de política na Rede Onda Digital, jornalista formado pela Faculdade Martha Falcão Wyden. Política, economia e artes são seus maiores interesses.

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